Tudo começou com um problema que tive com o HD do meu micro. No meio tempo em que remeti o HD para que a garantia me mandasse outro, emprestei a CPU para um amigo. E é justamente aqui que tudo começa.

Na casa dele, tinha uma empregada que eu fiquei impressionado com tamanha gostosura. Ela nem estava prestando atenção em mim, pois estava passando pano no corredor em frente ao quarto do meu amigo. Fiquei louco com a bunda dela, bem redondinha com uma cinturinha perfeita. Os seios eram médios, era uma morena muito da sua boa-suda.

Quando estava indo para casa, passei pela cozinha e ela estava na pia, com aquela bunda deliciosa virada pra mim. Mas tudo bem, passei por ela babando. Lá fora, perguntei para o meu amigo sobre ela. Ele me disse que era casada, mas que fazia que nem preá, pois um amigo dele e um primo já haviam comido. Fiquei com o pau duro só de pensar, e ainda mais porque ele me disse que esse amigo dele tinha comido o caneco dela (cuzinho).

Fui pra casa e o pau durão só pensando naquele rabão. Liguei… liguei mesmo. Já sabia o nome dela e falei: “Olha, eu estava aí na sua casa ainda a pouco, fiquei louco pra te ver”. Depois de muita enrolação, ela disse que não dava, pois era casada e tal. Então, eu disse que tudo bem, que ia desligar, pois devia estar atrapalhando. Daí que ela disse: “Não, mas me liga depois pra gente conversar”.

Liguei no fim da tarde, e combinamos de nos encontrar no colégio dela. Uns vinte minutos atrasado, eu cheguei e ela estava lá. Entrou no carro e saímos dali. Parei o carro num lugar seguro e meti-lhe um beijo, pegando logo nos seus seios. Daí, falei pra ela que íamos pra minha casa. Ela topou.

Chegando em casa, ela não queria me dar, dizendo que na primeira vez ela não queria transar. Fiquei meio puto, mais fui levando na maciota. Isso tudo já em cima da cama, até que tirei a roupa dela. Nossa, uma bucetinha muito bem cuidada, bem aparada. Daí, ela tirou minha roupa e começou um boquete muito quentinho delicioso. Descia e subia só com os lábios e língua.

Peguei a camisinha (essencial) e pus no bixão. No começo, foi papai e mamãe, mas ela se contorcia toda, pegava nos próprios seios e ficava ali gemendo muito gostoso. Daí, pedi pra ela ficar de quatro. Ela prontamente atendeu, arrebitou a bunda, me deixando à amostra tanto a buceta como o cuzinho dela. Parecia que ela tinha a coluna quebrada, só faltava encostar a bunda na cabeça. Uma coisa de louco aquela visão.

Comecei a comer aquela buceta que, para uma mulher casada, era até bem apertada. E era isso que me dava mais tesão, saber que ela era casada, mulher safada, puta sem vergonha. Meti o dedão no seu buraquinho trazeiro e ela não disse nada. Começou rebolar mais ainda. Depois, deitou novamente e eu gozei sem querer, pois estava em ponto de bala. Expliquei que era porque eu estava com muito tesão e também já fazia duas semanas que não comia ninguém.

Mas demos um tempinho e o pau já deu sinal de vida novamente. Comecei a fudê-la com extrema rapidez, fazendo ela ficar louca. Pedi então para ela ficar de quatro novamente. Daí, ela arreganhou aquele rabão novamente. Quando fui meter, “errei” o buraco. Ela não disse nada. Daí, fui metendo no cuzinho dela bem devagar, até entrar tudo. Daí, comecei o vai e vem. Nossa, que cuzinho apertado! Depois de alguns minutos, seu canequinho já estava bem laciado. Quando eu tirava o pau, ele ficava pedindo por mais.

Nesse meio tempo, minha mão percorria suas costas, puxava seu cabelo como se ela fosse uma cadela sendo enrabada. Com a outra mão, eu ficava pegando no pinguelinho dela, até que gozei. Maravilhoso ver aquela vadia toda arregassada na minha cama, dizendo que precisava de um banho para o marido não desconfiar. Combinamos de sair mais vezes e vou com certeza.