Meu nome é Elen e meu marido se chama Rodrigo. Tenho 32 anos e ele 35. Somos casados há 10 anos e temos duas lindas filhinhas. Nossa vida a dois sempre foi muito boa.

Somos uma família muito feliz e nos damos muito bem com nossas filhas, cunhados, pais, sogros, tios e tias. Pertencemos a uma família tradicional e a nossa relação a dois é melhor ainda. Somos da “geração saúde”. Rodrigo tem 1,75 m e pesa 80 quilos. São os 80 quilos mais bem malhados da cidade, pois ele frequenta uma academia três vezes por semana.

Ele é lindo. Moreno, não usa barba nem bigode, tem olhos pretos e cabelos mais pretos ainda, ligeiramente ondulados. Sou clara, bronzeadíssima, pois temos uma piscina de bom tamanho em casa, onde passo todas as manhãs. Sou um pouco menor. Tenho 1,65 m e peso 58 quilos. Meus cabelos ondulados são castanhos claros e cortados na altura dos ombros. Meus olhos são verdes e tenho seios médios e bem empinadinhos. Minha cintura é bem marcada, pois tenho ancas largas e uma bundinha bem saliente. Ela é a minha marca. Quando jovem, eu me sentia constrangida pelos olhares que despertava na rua, na escola e, até mesmo, na igreja. Sim… na igreja! Eu tive uma educação muito rígida. Meus pais, como todos descendentes de poloneses, eram católicos fervorosos e, todos os domingos, tínhamos o ritual da missa. Minha mãe fazia para mim uns vestidos longos, folgados, enfeitados com fitas e tudo mais. Quando eu andava pela nave da igreja, na hora de receber a hóstia, eu ia toda envergonhada pelos olhares que, eu percebia, eram lançados no meu traseiro.

Eu e meu marido sempre tivemos toda a liberdade um com o outro. Na cama, o nosso relacionamento era aquilo que se poderia classificar como ótimo. Ele, que também vinha de uma família religiosa, era super respeitador e já tinha me ensinado tudo que sabia em matéria de sexo.

Uma vez, logo depois do nosso casamento, ele tentou praticar sexo anal comigo, mas eu senti dor e recusei. Depois daquele dia, talvez com receio de me deixar aborrecida, nunca mais insistiu no assunto. Fazíamos sexo praticamente todos os dias. Sempre começávamos pela boca. Nossas bocas famintas deslizavam sobre os nossos corpos e terminavam num clássico 69. Depois ele me penetrava com o seu lindo cacete de 17 centímetros de comprimento por 4 de diâmetro em todas as posições.

A minha preferida era quando ele me pegava por trás, eu de joelhos bem separados e apoiados na cama, com o peito esmagado no colchão e com a boca praticamente dentro do travesseiro para poder sufocar os meus gritos de prazer. Nessas horas, ele se colocava ajoelhado atrás de mim e, com as duas mãos apertando forte nas minhas nádegas, me fodia como um louco, gozando dentro da minha bocetinha apertada ou, às vezes, tirando fora e esporrando na minha bunda e nas minhas costas. Entre uma transa e a outra, ficávamos nos beijando e nos excitando, falando um monte de sacanagens um no ouvido do outro e sempre pudemos manifestar todas as nossas fantasias. Uma das fantasias do meu marido, que no início me deixou preocupada, mas que, com o passar do tempo, passou a ser a “nossa” fantasia, era a do ménage à trois. Aliás, venho notando, através de conversas com minhas amigas, que essa é uma fantasia que a cada dia recebe mais e mais adeptos. Agora, entre fantasiar e realizar as nossas fantasias, vai uma grande distância…

Aquilo vinha em nossas cabeças sempre que ficávamos excitados durante as nossas transas e sempre sussurrávamos em nossos ouvidos como seria bom compartilhar a nossa cama e as nossas loucuras com uma terceira pessoa.

Embora fantasiar um ménage à trois nos levasse ao auge do tesão, eu preciso esclarecer que sou uma mulher super ciumenta e que nunca aceitei, nem ao menos por fantasia ou brincadeira, que um dia pudéssemos compartilhar a nossa cama com uma outra mulher. Isto ficou bem claro na nossa relação desde o início. Muito menos permitir que meu marido saísse com outra para fazer qualquer tipo de programa que envolvesse sexo ou sentimentos amorosos. Neste ponto eu sou radical e aviso: se acontecer, eu viro bicho.

Estávamos indo muito bem com esta maneira de condimentar as nossas relações até que conhecemos Cláudio numa palestra que estava sendo realizada no anfiteatro da universidade onde trabalho. O tema da palestra era “recuperação de pastagens”, assunto que interessa muito ao meu marido, que é pecuarista.

Embora meu trabalho na universidade seja ligado ao departamento de química, acompanhei o meu marido para participar do evento. Cláudio era um agrônomo que havia sido contratado por uma cooperativa da nossa cidade para implantar um novo sistema de vendas na empresa e estava ali representando a diretoria da mesma.

Assim que chegamos, ele nos foi apresentado por uma de minhas colegas, a Leila, que era a chefe do departamento de zootecnia da universidade. Minha colega pediu-nos para ficarmos fazendo companhia para ele por alguns minutos, pois ela estava muito atarefada com a organização do evento. Enquanto ficamos conversando com Cláudio, notei que ele não tirava os olhos de mim. Meu marido também percebeu e, depois que minha colega voltou para chamar o Cláudio para irem sentar-se em outro lugar, reclamou comigo dizendo que eu estava muito assanhada e que, enquanto ficara conversando com Cláudio, mantive um sorriso constante e sacana no rosto. Respondi brincando que, afinal de contas, o cara era um “gato” e que eu não era de ferro. Para dar um “tchan” na conversa, eu lhe disse, com um sorriso e com uma voz bem sensual, que talvez estivesse chegando a hora de passarmos das nossas fantasias para a prática. Notei que Rodrigo ficou preocupado com a minha resposta e me devolveu um olhar meio bravo, meio malandro, e a conversa morreu por aí.

A palestra terminou por volta de 23 horas e nós dois saímos dali com uma fome danada, pois ainda não tínhamos jantado. Fomos direto para uma pizzaria. Enquanto aguardávamos que o garçom nos atendesse, minha colega de trabalho adentrou ao recinto acompanhada por Cláudio e, ao nos verem, seguiram na direção da nossa mesa.

Percebi um ligeiro desconforto em meu marido, mas ele foi muito gentil. Levantou-se, reorganizando nossos lugares, e convidou-os para ficarem conosco. Fizemos os nossos pedidos e logo estávamos saboreando deliciosos pedaços de pizza, acompanhados por duas garrafas de um vinho branco super gelado.

Meu marido, que a princípio estava meio calado, foi se descontraindo conforme fomos conhecendo melhor o acompanhante de minha colega. Depois de alguns momentos de papo, ficamos sabendo que ele era primo de Leila e meu marido descobriu que ele e Cláudio tinham muitas coisas em comum. Ambos tinham nascido em São José do Rio Preto e torciam pelo Palmeiras. O Cláudio, que tinha morado no Rio de Janeiro durante os últimos 20 anos (daí o seu sotaque delicioso), também era flamenguista, time que é da simpatia do meu marido. Ambos praticavam pesca submarina, gostavam de vôlei de praia e de filmes de aventura. Além disso, ambos tinham uma coleção de armas.

Cláudio nos disse que era solteiro, tinha 37 anos e que tinha alugado um apartamento de cobertura num prédio recém-construído em nossa cidade.

Enquanto a conversa fluía e o vinho era degustado, a perna de Cláudio roçou na minha por diversas vezes. Nas primeiras vezes, bati em retirada, mas depois eu deixei rolar e foram muitas as vezes em que ele esfregou seu joelho direito na minha coxa esquerda, mal coberta pela minissaia que eu estava usando, sem contar as encaradas que ele me dava. Com medo que o meu marido percebesse alguma coisa, lembrei ao Rodrigo que já estava ficando tarde, que as nossas filhas estavam sozinhas em casa e que a gente devia continuar o papo num outro dia.

Na saída, ao nos despedirmos, já nos dirigindo para os nossos carros, Cláudio nos convidou para jantar na semana seguinte. Rodrigo entrou no automóvel e dirigiu calado até chegarmos em casa.

Já deitados, começamos a falar sobre a noite e, de repente, ele me perguntou se eu tinha sentido algum tesão pelo Cláudio. Fiquei meio assustada, mas, não sei se foi porque eu estava meio de pilequinho, respondi que sim. Que, pra falar a verdade, eu tinha ficado molhadinha de tesão por aquele homem. Ele era do mesmo porte que o meu marido, claro, olhos azulados, bronzeado de praia e devia estar acostumado com um tipo de vida totalmente diferente da vidinha que a gente levava no interior. Aproveitando o embalo, disse também que eu tinha ficado muito excitada com o interesse que ele havia demonstrado por mim. Enquanto eu ia falando, fui me enroscando nele e acabamos tendo uma transa deliciosa. Naquela noite, Cláudio foi o parceiro da nossa suruba imaginária. Rodrigo deve ter gostado muito porque, surpreendentemente, conseguiu dar duas, uma atrás da outra, sem tirar o pau de dentro de mim, o que não era comum.

Continua…