Nas minhas férias escolares, pedi a meus pais para me deixarem passar o tempo na casa de um tio meu que mora no Rio de Janeiro. Um garoto do interior de São Paulo gostaria de conhecer as praias e tudo mais. Além disso, meu tio era solteiro e eu, no auge dos meus 18 anos, gostaria de me divertir sem olhar dos pais.

Lá chegando, meu tio me pegou na rodoviária. Fomos até o seu apartamento, que fica próximo à praia de Ipanema. Mais tarde, um pouquinho, saímos para ver a noite. Bebemos, comemos e voltamos para casa. Ao chegar em casa, meu tio se dirigiu para a sala de TV, ligou o vídeo e colocou umas fitas pornô. Me chamou para assistir.

Fiquei com um tesão danado, pois nunca havia assistido aqueles filmes; muito mal tinha olhado revistas. Ao terminar o primeiro filme, meu tio me perguntou se queria ver outro mais forte. Respondi que sim. Ele colocou um filme gay. Quando começou, eu disse: “Porra, tio, homem com homem é foda.” Ele me pediu paciência e disse que eu ia achar gostoso. Não é que o filho da puta tinha razão!

Nós estávamos só de cueca e ele viu o volume da minha, e de repente ele arrancou a sua cueca e começou a se punhetar na minha frente. Porra, meu tio se punhetando na minha frente! Eu olhava para o filme e para ele. A uma certa hora, ele disse: “Vem cá, bate a punheta pro tio.” “Que é isso, tio, tá me estranhando?” – respondi. “Não”, ele me disse; “só estou vendo teus olhos no meu pau. Vem, ninguém vai saber de nada, serão férias incríveis.”

“Não sei não…” “Vem, que eu sei que você está gostando do filme e da idéia.” Não resisti ao apelo e sentei-me mais perto dele e coloquei a mão sobre o seu mastro quente e duro. Fiquei meio tímido, mas depois comecei a mexer nele, apertar, segurar o saco e punheta-lo gostoso.

Quando ele me disse: “Não é tão ruim?” “Não, tio, é até que eu estou gostando, e você, gosta do serviço que estou fazendo?” “Poderia ser melhor”, me respondeu ele. “Como? Pede, titio, que eu faço direitinho.” Já estava agindo feito uma bichinha. “Chupa ele, garoto, chupa meu pau com vontade, vai ser uma delícia para mim e para você.”

Olhei para ele meio assustado e, depois do susto, abaixei lentamente minha cabeça até meus lábios encontrarem a cabeça daquele pau, que dei um beijo, passei a língua em volta e logo em seguida comecei a engoli-lo bem lentamente. A cada centímetro da engolida, eu parava e chupava, como se um pirulito delicioso aquele membro fosse. Só conseguia escutar meu tio gemendo, passando a mão em meus longos e loiros cabelos.

Após engolir o que dava, comecei a chupar naquela posição. Depois comecei a fazer um vai e vem gostoso, como se ele estivesse fodendo minha boca, e estava. Depois lambia toda a extensão daquela pica.

A esta altura, eu já estava de joelho no sofá, com a cabeça entre suas pernas e a bunda bem arrebitada, empinadinha. Enquanto eu chupava o saco dele e lambia o seu delicioso pau da base até a ponta, ele arrancou minha cueca e começou a passar a mão na minha bundinha linda e virgem.

Ele colocou o seu dedo na portinha do meu cuzinho e ficou alisando sem tentar enfia-lo, apenas fazendo movimentos circulares. Aquilo me deixava louco e eu engolia e chupava o seu pau com mais gosto, com mais tesão.

De repente, ele me puxa os cabelos, me tirando de cima dele e me pede para esperar um pouco. Ele vai até o quarto e em poucos segundos volta com um pote de creme na mão. Senta-se no mesmo lugar e manda eu continuar.

Agora eu já engolia aquela vara como um animal com fome. Ele começou a passar o dedo, da mesma maneira que antes, no meu cuzinho, só que agora com um creme, e alisava meus cabelos com a outra mão. De repente, ele segurou firme meus cabelos e enfiou seu dedo em meu cu.

Quando tentei levantar-me, sua mão me segurava; ele dizia: “Calma, calma, continua chupando, você vai gostar.” E mais uma vez o filho da puta estava certo! Depois de algum tempo, já estava gemendo com aquele dedo enfiado em meu cuzinho e fazendo movimentos deliciosos de vai e vem, movimentos circulares.

O tesão meu era tanto que comecei a chupa-lo como um louco, tirando e enfiando o pau dele na minha boca, com movimentos rápidos que eram correspondidos pelo seu dedo no meu cuzinho. Quanto mais rápido o movimento de seu dedo em meu cu, mais rápido o movimento da minha boca naquela pica.

Até que ele me agarrou o cabelo novamente, fiquei a imaginar o que ele iria fazer, quando ele disse: “Vou gozar, porra! Eu não aguento mais segurar. Ai! Vou gozar, você vai engolir tudo.” Ao dizer isto, segurou firme meus cabelos e começou a jorrar o seu leite na minha boca.

No começo era uma sensação estranha, e depois ficou deliciosa. Eu engolia com prazer toda aquela porra que ele soltava em minha boca. Quando ele gozou, ele enfiou o dedo bem fundo no meu cú e diante daquela gozada e daquele dedo no cú, acabei gozando sem nem sequer relar no meu pau.

Depois disto, tomamos banho e dormimos nus e juntos. De manhã, antes de ele ir para o trabalho, o fiz gozar na minha boca de novo, e ele me prometeu que aquela noite ele iria tratar bem do meu cuzinho, mas é outra história.