Cheguei em Sampa dia 07 de agosto de 1999, sem conhecer nada e muito menos ninguém. Sabia apenas onde eu ia estudar, pois foi com esse objetivo que me mudei para essa metrópole. Eu, que fui criado no interior do país, sou natural de Goiás. Chegando numa cidade como Sampa, pensei em tudo: se conseguiria amigos, se teria coragem de sair em algum lugar nessa cidade, devido ao medo da violência que os meios de comunicação sempre nos mostram.
Pois então, fiquei quase um mês sem sair de casa em Sampa. Ia somente para a Universidade. E nesse mês que não sai, resolvi conhecer pessoas da cidade através da Internet. Como na faculdade é complicado entrar em salas de bate-papo, eu resolvi entrar no Almas Gemias do ZAZ. Foi onde conheci M.M (usarei as iniciais do seu nome completo). Vi no anúncio a discrição de M.M: 1,83m, 80kg, praticante de musculação, descendente de italianos, bilíngüe (inglês e italiano), 29 anos. Pensei: ‘Muita areia para o meu caminhãozinho’. Mas o que mais me chamou a atenção foi a idade, pois eu tenho uma queda por caras mais maduros. E um quesito que às vezes conta muito é a idade. Isso não quer dizer que não me relaciono com pessoas de 20, pois existem pessoas com essa idade mais maduras que outras de 30.
Pois bem, eu mandei um e-mail para M.M, dizendo minhas características (tenho 24 anos, 1,70m, 63kg, cabelos castanhos lisos curtos, olhos castanhos, moreno claro, ombros largos, pernas bonitas, super discreto e recém-chegado a Sampa). Não esperava que ele me respondesse, pois isso aconteceu. E para minha surpresa, no segundo e-mail veio uma foto sua anexada. Quando vi aquela foto, pensei: ‘Esse cara se interessou por mim!’. Respondi o e-mail e mandei uma foto minha também. Ele me respondeu novamente, dizendo que havia se interessado e me passando o número de seu telefone. Eu liguei para ele e nos falamos durante quase o mês todo. Não marcamos de nos conhecer de imediato, pois nossos horários nunca batiam e eu não conhecia bem a cidade (ainda não conheço).
Mas na primeira semana de setembro, numa sexta-feira, eu liguei para ele e combinamos de nos encontrar. Ele viria me buscar em casa. Quando eu vi aquele gol verde chegando, meu coração começou a disparar. Juro, eu estava apaixonado pelo meu cara virtual. Entrei no carro e nos cumprimentamos. Ele me perguntou onde eu gostaria de ir. Eu disse: “Você decide.” Enquanto isso, ele já estava dirigindo e me olhava com um olhar sacana, me dizendo que eu era uma gracinha e seu muito tímido só dava uns sorrisinhos marotos, que sei que é um grande charme que tenho. E pensei: “Isso tudo é para mim”.
No meio do papo, ele começou a falar de sacanagem e muito sem graça, só dava o meu sorrisinho. Até que ele perguntou: “Onde vamos?” Me sugerindo ir à sua casa, pois lá poderíamos conversar melhor e ele não estava afim de badalação, pois havia saído do trabalho e estava cansado. Eu concordei e fomos para seu apartamento. Mas no caminho, ele disse para eu abaixar minha calça, pois queria ver meu pau e minha bundinha. Ele disse que tinha uma bunda maravilhosa. Não pude dar o meu aval, pois ele estava sentado e não pude. Nisso, ele veio com a mão direita e pegou no meu pau, começou a acariciá-lo. Depois enfiou a mão por baixo das minhas calças e alisava minha bundinha.
Antes de chegarmos em seu apartamento, passamos no mercado para podermos fazer um lanche. Chegamos e colocamos as compras na cozinha. Eu fiquei na sala e ele entrou para os quartos. Lá de dentro, ele me dizia que iria tomar banho e se eu não gostaria de acompanhá-lo. Eu ia dizer que não, mas quando vi aquele homem, másculo, só de cueca na minha frente, um conjunto de peito, braços e tórax de matar qualquer mortal. Eu fui… Comecei a tirar minha roupa… E entramos no chuveiro…
No chuveiro, ele me deu um beijo que jamais esquecerei. E eu comecei a alisar o seu corpo, passando pelos peitos, braços, tórax, abdômen, até chegar em seu pau. Segurei e comecei a massageá-lo. Ele segurou minha cabeça e induziu que eu o chupasse. E eu fui tranquilamente, abocanhei aquele mastro. E ele segurava minha cabeça e encostava suas costas na parede, e fechava os olhos. Quando vi a cena, fiquei louco. Depois ele se virou, me dando o seu cuzinho para eu chupá-lo. Nunca havia feito isso antes. No começo, fiquei meio sem graça, mas quando eu coloquei a minha língua, ele deu um suspiro que me deixou louco e comecei a foder aquele buraquinho com minha língua. Nos viramos e um começou a bater uma para o outro até que nós gozamos no chuveiro.
Nos secamos, fomos fazer um lanche e ele me disse que queria ler seus e-mails e me mostrar o seu micro novo. Eu não me interessei muito pelo micro e muito menos pelo software que ele achava muito interessante (acho que quando se trabalha com micro o dia todo, a gente acaba se desligando disso). Ele me mostrou tudo e disse que estava cansado e me chamou para dormir. Fomos para o seu quarto e dormimos.
Pela manhã, eu acordo e não o encontro ao meu lado. Levo-me também e vou ao quarto ao lado, onde o vejo de frente ao micro, estava mandando uns e-mails. E disse para eu me sentar ao seu lado. Terminou de mandar os e-mails e me mostrou uns software onde tinha muitas paisagens maravilhosas. Só que estava muito lento para abrir e ele se levantando, dizendo: ”Enquanto abre, vai chupando aqui”. Nisso, seu pau já estava para fora e ele induzia minha cabeça em direção à sua vara. Chupei um bom tempo aquela mastro, observando seu corpo, que me deixava louco.
Depois, ele me pegou pelo braço e me levou para a cama. Lá, comecei a sugá-lo até que ele disse que queria me fuder. Eu disse a ele que não sei se agüentaria, pois havia tido poucas experiências passivas. Ele pegou uma camisinha e um tubo de KY. Me fez colocar a camisinha e começou a passar KY no meu cuzinho. Passou um pouco no seu pau. Pediu para que ficasse de lado e começou a me penetrar. Quando a cabecinha entrou, doeu para burro. Pedi que ele tirasse e ele tirou e me disse que eu precisava relaxar, pois se não, não entrava. Aí tentamos novamente, só que dessa vez enquanto ele ia colocando, ele também acariciava com a boca na nuca. Quando eu dei por mim, ele já estava todo dentro de mim, num vai e vem que me levou à loucura. Eu, como já fazia um bom tempo sem gozar, gozei bem rápido. Foi simplesmente a melhor gozada.
Aí, ele continuou com o vai e vem, só que começou a queimar e pedi que ele retirasse. Ele tirou o pinto do meu cuzinho, retirou a camisinha e induziu minha cabeça a chupá-lo. Quando ele estava quase gozando, pediu que eu masturbasse. E logo ele jorrou um jato de porra no seu peito. Nós nos deitamos, um ao lado do outro, ficamos um cansado. Enquanto isso, ele começou a cantar “She” e eu disse que havia amado esse filme.
Nos vestimos e precisava ir, pois tinha que estudar. Entramos no carro e ele disse se eu saberia me chegar em casa de metrô. Aí, eu percebi que o encanto acabara. Eu disse: “Dou um jeito…”. Ele me deixou na estação Tatuapé. Cheguei na Paulista, tive que me informar de um ônibus que passava perto da USP, pois não conhecia bem a cidade. Até que consegui chegar em casa.
Nós nos cruzamos outro dia num barzinho. Meu coração ficou louco. Mas ele fez que não me conhecia. Isso me magoou muito. Ainda tentei falar com ele por e-mail, mas não houve mais nada. Essa foi minha primeira paixão e decepção em Sampa. Às vezes, acho que ainda gosto dele.