Sou o tipo de cara extremamente carinhoso e que nunca cantei nenhuma mulher, mesmo porque elas sempre me cantaram. E todas com quem tive algo algum dia, nunca me esqueceram e sempre que nos encontramos rola algo… ou fica aquele clima de cumplicidade. Fazia quatro anos que eu não via mais o pessoal do colégio, minha agenda eletrônica havia pifado e eu nunca mais falei com ninguém, até então. Foi quando senti uma necessidade louca de rever as pessoas, em especial minha amiga Denise, um caso mal resolvido de tesão.

Bem, a última vez que Denise me viu eu tinha 18 anos, 62 kg e 1,73… as coisas mudam… hoje peso 83 kg e tenho 1,82 de altura. Por uma dessas ironias do destino encontrei o telefone dela na lista, uma vez que eu sabia o seu endereço e resolvi ligar. A voz dela continuava a mesma… sempre tive facilidade em reconhecer vozes, talvez por eu ser músico. Aí eu fiquei naqueles de: “você não sabe quem está falando…” até que revelei que era eu… ela se mostrou surpresa e com aquele discurso categórico de quanto tempo, como tem passado a nossa primeira conversa acabou.

Até que um dia sai mais cedo da faculdade e resolvi ligar para ela e disse que eu poderia dar uma passada na casa dela. Chegando lá, fiquei puto… pois ela estava com um amiguinho dela… e confesso que minhas intenções não eram das melhores… aquele cara ia atrapalhar… Mas por outro lado, quase morri… ela estava muito mais gostosa… com uma calça jeans ultra justa e aquelas camisetinhas (pedaço de pano) cobrindo os seios dela (e que seios) e aquela cinturinha…

Bem… depois de muita paciência o pentelho foi embora e ela disse que ia subir pois precisava dormir… foi quando comecei a elogiá-la indo para cima dela… e ela disse que aquilo não era certo pois eu tinha namorada. Mas, estava estampado nos olhos dela o desejo que estava sentindo… foi quando a beijei freneticamente, ali mesmo no hall, bem na porta do elevador… sem bem que já eram 1:00 da manhã… Nossa… ela estava mais quente que antes… eu pensei: “agora vamos terminar o que começamos há quatro anos atrás…” E ela começou a me lamber inteiro… meu pau estava nas estrelas… Comecei a apertar aqueles seios lindos… tirei o sutiã e comecei a chupá-los… quando pus a mão dela sobre minha calça… para meu espanto ela abriu o zíper e começou a chupar meu pau ali mesmo… até que não aguentei mais… baixei a calça dela… tirando apenas uma perna… e a penetrei com gosto. Nem lembramos de camisinha… mesmo porque eu nem tinha…

Ela literalmente subiu nas paredes me abraçando com as pernas ficando suspensa contra a parede… que buceta maravilhosa. Eu não queria parar nunca… até que ela disse que ia gozar… aquilo soou como uma sinfonia na minha mente… comecei a me contorcer… eu anunciei que ia gozar… ela me abraçou forte e a porra começou a jorrar… ela disse: “que delícia meu gato… como está quente!” …perdi as forças… e fiquei encostado nela que por sua vez estava contra a parede… ficamos assim… e meu sêmem começou a escorrer por suas pernas… foi só aí que eu me dei conta da loucura… estávamos no hall do seu prédio… o porteiro devia ter visto tudo… ela se vestiu, me deu um longo beijo e subiu…

Eu tentei me recompor… quando o porteiro abriu o portão para mim, ficou me olhando com cara de: “safado, hein?”… mas não disse nada. Até hoje morro de tesão pela Denise… são aquelas atrações que não morrem jamais… Bono/ Campinas – Quem quiser me escrever… esteja à vontade.