Meu Segredo

Meu nome é Ângela, sou loura, bem feita de corpo, tenho 39 anos, sou viúva e tenho um filho, o Alfredinho, rapaz de 18 anos, loiro, bonito, muito estudioso, caseiro, nunca nos deu trabalho. Eu trabalho em uma farmácia na cidade; a pensão que meu marido deixou é muito boa, mas sempre é bom ter mais algum para ajudar nos estudos de Alfredinho.

O que eu vou contar se passou há um ano atrás, precisamente em abril de 1999. Em casa, nunca tivemos segredos uns para os outros, sempre fomos uma família muito aberta; dormimos e tomamos banho com as portas abertas, nunca houve problema algum.

Em uma dessas noites bem quentes, eu levantei para tomar água; ao passar pelo quarto de meu filho, notei que a porta estava entreaberta e não aberta como era de costume; então, para que ventilasse mais, eu empurrei a porta. Estava ele deitado nu, de barriga para cima, deixando ver um pinto grande, maior que o de meu falecido marido. Senti uma sensação esquisita, uma vontade louca de pegar naquele pau, me esfregar, chupar, enfim, sentir aquilo tudo dentro de mim. Era uma sensação que fazia tempo não sentia. Mais me contive; sai devagarzinho, fui à cozinha tomar água e voltei para o quarto.

Lá chegando, um fogo subiu pelas minhas entranhas; eu só pensava no que tinha visto. Não tive dúvidas; abaixei a calcinha e comecei a brincar com meu clitóris. Quanto mais eu pensava naquilo tudo, mais o tesão aumentava. Fui aumentando o movimento circular; minha xoxota ficou molhadinha e gozei. Satisfeita, pude dormir.

No outro dia de manhã, eu estava preparando o desjejum quando Alfredinho chegou junto de mim na cozinha e me deu um beijo na nuca. Eu disse: “Está atrasado, meu filho; tome seu lanche e vá para a aula.” E dizendo isso, me virei para beijá-lo; no movimento, a minha bunda encostou-se àquele pau; deu para eu sentir o volume; mesmo mole, era bem avantajado. Novamente, o desejo voltou, mas me controlei. Ele tomou o lanche, deu-me um outro beijo e foi saindo, dizendo: “Olha, hoje à noite vou estudar na casa de um colega e vou chegar um pouco mais tarde; não se preocupe, não me espere. Tchau.” E saiu porta afora.

Novamente, aquele fogo tomou conta de mim; o desejo e a lembrança do que tinha visto à noite passaram tudo pela minha cabeça. O jeito foi eu subir para o quarto, tomar um banho e quando estava ensaboando a xoxota, fui fazendo movimentos e imaginando que aquele pinto estava todo dentro de mim, e que eu rebolava e me contorcia toda em cima daquele pau. Fui até a lua e gozei. Arrumei-me e sai para o trabalho; o dia demorou a passar; o meu pensamento estava todo em Alfredinho, e minha vontade era voltar para casa; foi um dia longo.

À noite, quando logo que cheguei em casa, fui ao quarto dele, deitei-me na cama para sentir o seu cheiro; o fogo me invadiu, e ali mesmo comecei a apalpar meus peitos com uma mão e com a outra toquei minha boceta; pensando em Alfredinho, comecei a me masturbar e em pouco tempo gozei; depois adormeci.

Quando acordei, fui para a cozinha preparar um lanche para mim e para ele quando voltasse; lanchei e fui assistir às novelas; foi então que me lembrei que Alfredinho tinha dito que voltaria tarde e para que eu não o esperasse; como eu estava cansada, desliguei a televisão e subi para repousar; estava muito calor; tirei toda a roupa e me deitei completamente nua; cai no sono; sonhei com Alfredinho me comendo de todas maneiras.

Já de madrugada, ouvi um barulho; mais, como estava muito exausta, nem me mexi; só abri o olho; o corredor estava claro; então, vi Alfredinho se masturbando em frente à porta do meu quarto, olhando para o meu corpo nu; pois eu estava deitada de costas e com as pernas levemente abertas; o que lá do corredor devia dar para ver tudo; a claridade deixava-me ver os movimentos de vai e vem que ele fazia com a mão.

Fiquei fingindo que estava dormindo e prestando atenção; de repente, os movimentos aceleraram; e ele deu um suspiro baixo; segurou o pinto com as duas mãos e foi para o quarto; eu levantei bem devagarzinho e fui até o corredor; olhei para o chão e vi que ainda tinha um pouco de esperma; passei a mão; senti o cheiro; corri para o banheiro e comecei a esfregar o esperma de Alfredinho na minha boceta; a sensação foi imensa; fui esfregando até gozar muito.

No outro dia, ele não se levantou logo; era sábado; não tinha aula; e ele tinha chegado tarde. Tomei meu lanche; deixei o dele e fui para o trabalho.

No carro, comecei a pensar: eu quero Alfredinho, e ele também está me querendo; tenho que fazer alguma coisa para que as coisas entre nós aconteçam sem que cause nenhum transtorno em nosso relacionamento. O dia todo eu só pensava naquele pinto; a xoxota formigava; eu estava louca para foder; pois há mais de um ano que eu não tinha um homem; vivia só me masturbando; precisava arrumar um jeito de me entregar a Alfredinho.

Quando voltei para casa, comecei a arquitetar um plano de como ficar em seus braços. Depois que nos deitamos, já tarde da noite, fui até o quarto dele e o chamei: “Alfredinho, estou escutando um barulho na cozinha.” Ele levantou e fomos ver o que era; eu ia colada nele, sentindo seu cheiro e com meus peitos que a essa altura já estavam com os bicos durinhos, roçando nas costas dele; já estava quase gozando; quando ele virou e disse: “Não tem nada; deve ser impressão sua.”

A vontade era agarrá-lo ali mesmo; mais, me contive e disse: “É mais agora eu fiquei com medo; venha deite-se comigo até eu dormir; depois você vai para seu quarto.” E assim ele fez; deitou-se na cama comigo; ele estava só de cuecas e eu só de camisola; pois eu já de caso pensado tinha tirado tudo; apaguei a luz; chequei bem perto dele e encostei minha perna na perna dele; senti um leve tremor dele; senti seu calor; encostei a cabeça em seu ombro e beijei levemente; coloquei a mão em seu peito; senti sua respiração aumentar; comecei a passar a mão em seu peito, sentindo alguns pelos; depois fui descendo em direção a sua barriga; ele não disse nada; só colocou sua mão em cima da minha; senti aquele fogo novamente; chequei mais perto, encostando meus peitos e a xoxota nele; ele largou a minha mão e colocou sua mão em minha perna; eu senti a xoxota queimar; levantei-me; fui até o banheiro; quando voltei, já voltei nua; pois eu sentia que a coisa já tinha avançado bem; encostei-me nele novamente; que deve ter sentido que eu estava nua; mais não se mexeu; comecei novamente a alisar sua barriga bem devagar; segurei o botão da cueca e comecei a soltar; ele colocou a mão em minha perna; desci minha mão até seus pelos; fiquei alisando; desci mais e passei a mão por cima de seu pau que a essa altura já estava duro; ele suspirou; e levou a mão entre minhas pernas; deve ter encontrado minha xoxota já bem molhadinha; eu já suspirava; me apertando junto ao corpo dele; enquanto massageava o seu pau; ele passava o dedo em minha xoxota; era uma sensação gostosa demais; então segurei aquele troféu que já estava bem duro; comecei a masturbá-lo; ele gemia; fui virando o corpo e comecei a chupar aquele mastro; coloquei todinho na boca e chupei gostoso; já saia um pouco de líquido salgado; mais gostoso; ele virou-se e começou a chupar meus peitos que os bicos já estavam em pé e durinhos; ao mesmo tempo em que a outra mão badalava meu clitóris; eu o chupava com toda a força; ele então virou e enfiou a cabeça entre minhas pernas fazendo um sessenta e nove; não aguentei; sentindo o mastro pulsar; fui por cima e o cavalguei; comecei devagar e fui aumentando o ritmo; ele segurou-me pelas nádegas e puxou para junto dele; aquele mastro garboso desapareceu dentro de minha xoxota; uma sensação de felicidade; e fui inundada como a tempos eu não sentia; ficamos abraçados uns minutos; e recomeçamos tudo de novo; foi o paraíso; gozamos juntos num gozo prolongado e delirante; nem uma palavra foi trocada; nos abraçamos e dormimos o resto da noite.

De manhã, quando acordei, ele já tinha levantado; fui tomar meu banho; quando sai; lá estava ele de pé na porta do quarto com a bandeja do café para eu tomar; fui até ele; dei-lhe um beijo de língua que foi retribuído; senti o volume de seu pau crescer em direção de minha boceta; começamos a nos esfregar; fui abaixando; lambendo seu peito; depois seu umbigo; e então enfiei a mão dentro da cueca; puxei o pau dele para fora e abaconei todinho; Alfredinho gemia; me segurando pelos cabelos; tirei um pouco da boca para poder respirar; e vi quão grande e bonito era; parecia envernizado; ele então se abaixou; pegou-me pelo braço; colocou-me na cama; puxou a toalha; e começou a chupar meus peitos com a mão entre as minhas pernas; eu já estava louca; querendo aquilo tudo dentro de mim; pedi então: “Vem, meu filho; eu te quero todo”; ele então veio por cima e enterrou de uma só vez aquele instrumento de felicidade e começou os movimentos de vai e vem; que eu retribuía com todas as minhas energias; os movimentos meus e dele foram aumentando; e gozamos.

Abraçados ficamos um tempo enorme; foi então que ele disse: “O que fizemos.” Olhei bem em seus olhos e disse: “Eu te amo; me faça feliz e eu te farei feliz.” Ele chegou-se; abraçou-me pela cintura e disse: “Eu também te amo e te quero muito.” Depois levantou-se; foi ao banheiro se arrumar; voltou; deu-me um beijo e saiu para a escola.

Daquele dia em diante, somos amantes; nos amamos até perder o fôlego. Mais tem um grande segredo que eu prometi ao meu marido; que já mais eu revelaria; porque ele achava que se Alfredinho soubesse a verdade começaria a procurar os seus pais verdadeiros; uma vez que ele não é nosso filho de verdade; ele foi adotado; vou manter o segredo; e só revelarei se o nosso relacionamento causar qualquer prejuízo a Alfredinho; até lá continuaremos a nos amar com toda a força dos nossos corações.

FIM