Meu nome é Rafael, e eu vou contar uma história que aconteceu comigo e a minha vizinha, que se mudou para cá há uns cinco meses, chamada Antônia. Ela não é tão bonita de rosto, mas tem um belo par de seios e um traseiro muito atraente. Todos os dias, ela fica no portão com um shortinho que realça tudo e deixa a parte de trás da bundinha para fora.

Um dia desses, eu ia passando pela rua e resolvi parar e conversar com ela, já com segundas intenções. Depois de um papo agradável, eu disse a ela que estava afim de ficar com ela, mas que não queria ficar só nos beijinhos, queria algo mais. Ela disse “não” e entrou para dentro da casa. Eu fiquei meio envergonhado por ter chegado muito depressa ao assunto, mas o que eu poderia fazer? Já tinha falado o que sentia na hora. Fui para minha casa.

No dia seguinte, fui à casa de meu amigo Beto, que mora ao lado de minha casa. Chegando lá, encontro a Antônia e a mãe do meu colega conversando. Elas estavam combinando de irem ao supermercado. A Antônia olhou para mim e sorriu, com ar de safada. Eu peguei e entrei na sala, fiquei esperando meu amigo, e nisso fiquei escutando a conversa.

A mãe de meu colega chamou ela para ir ao supermercado, mas ela falou que não iria, disse que iria ficar e conversar comigo e o Beto. A mãe de meu colega pegou o carro e saiu. Eu nem esperei e fui atacando, tirei os seios dela para fora e comecei a chupar. Ela disse para parar, que o Beto podia chegar a qualquer momento, e me convidou para ir à casa dela. Não deu nem tempo dela falar mais nada e eu já estava arrastando ela para casa dela.

Chegando lá, tirei a blusinha dela e continuei a chupar aquele par de seios enormes, e fui metendo a mão na xoxota. Logo tirei o shorts dela e fui chupando ela todinha. Minha língua escorregava no corpo dela. Ela disse para mim: “Agora é minha vez” e foi tirando minha calça, coloquei o pau para fora e ela foi logo engolindo. Chupava tão gostoso que parecia que ela tinha feito um curso para aquilo. Não demorou muito e gozei na boca dela. Ela bebeu tudo, parecendo que era a última gota d’água do planeta.

Disse a ela que agora queria penetrar. Ela foi logo arreganhando as pernas, eu coloquei dentro e fui dando umas bombadas fortes. Logo trocamos de posição, ela veio por cima. Ela parecia uma cavala e estava cavalgando em cima de mim. Ela saiu de cima e ficou de quatro e falou: “Vem, baby”. Peguei e encaixei, fui enfiando. Ela gemia, aquele gemidinho me deixava mais excitado. Foi quando tentei colocar meu pau no se cuzinho. Eu vi que ela não tinha gostado da ideia, voltei e atolei de novo na xoxota. Não demorou para ela gozar e eu logo em seguida também. Meu gozo escorria pelas pernas dela.

Foi quando deitei de lado, quase sem ar. Ela pegou e falou para mim: “Hoje eu te mato”. Meu pau queria amolecer, mas ela ficava acariciando ele, dando uns beijinhos nele. Não demorou e ele ficou durinho. Ela começou a fazer outra chupeta. Eu estava tão cansado que quando gozei, me deu um alívio. Ela lambeu tudinho e veio deitar ao meu lado. Dormimos cerca de três horas.

Fui para casa. Passado mais de um mês, ela arranjou um namorado. Agora, toda vez que passo por ela, me dá um sorriso bem safado, ao lado do namorado. Espero que ele vá embora e vou logo atacando.