Ólá, depois de ler muitos contos dessa página, resolvi escrever contando minhas experiências. Tenho 21 anos e sou estudante de Direito em uma faculdade em Belo Horizonte. O que vou contar aconteceu quando eu tinha 18 anos. Sou filha única; minha mãe morreu quando eu era muito nova e, por isso, sempre tive tudo o que quis. Meu pai é um homem alto, moreno, de olhos azuis; dessa forma, desde a morte de minha mãe, a casa vivia cheia de amigos e “amigas” do meu pai.

Um dia, cheguei em casa e havia um bilhete do meu pai avisando que ia passar o fim de semana fora. Eu já era uma putinha… Sempre em academias, corpinho perfeito, tipo exótico, morena queimada de sol com olhos azuis. Bem assim que li o bilhete, liguei para uma amiga e companheira de travessuras e combinamos de sair com uns amigos dela… Coloquei um vestidinho preto justinho e, ao chegar no local, fui apresentada a Henrique, que seria meu par naquela noite. Ele era um homem e tanto; depois de alguns minutos, já estávamos nos beijando loucamente, então sussurrei no ouvido dele: “Eu não estou usando nada por baixo.”

Foi como jogar um fósforo num barril de pólvora; fomos para um canto e ele começou a abrir minhas pernas em busca da minha xana, que já estava molhadinha, enquanto ele enfiava os dedos na minha xaninha molhadinha, eu gemia e ia em direção ao seu pau. Foi quando um segurança da boate nos viu e pediu para pararmos. Depois daquilo, eu estava implorando para ser comida. Então, chamei Henrique para ir para a minha casa, onde poderíamos terminar o que tínhamos começado. Já no carro, abri a calça dele e comecei a dar uma chupeta bem gostosa nele; Henrique gemia e apertava a minha cabeça contra o membro dele.

Já no elevador, eu estava semi-nua; Henrique já estava mamando gostoso quando entramos em casa, indo direto para o quarto do meu pai, onde ficava a cama de casal. Henrique me encostou no marco da porta e jogou meu vestido longe; eu só não esperava ver meu pai olhando, estarrecido, a cena. Pobre do Henrique, levou mais susto que eu; quase morreu se não tivesse corrido muito. Meu pai teria enchido ele de porrada.

Bom, depois do meu pai voltar da corrida atrás do Henrique, olhou para mim e disse, muito sério: “Agora eu sei quem você é e você nunca mais será tratada como a princesinha do papai.” Fui para o meu quarto, pensando no que aconteceria dali para a frente; meu pai sempre foi muito carinhoso e realmente me tratava como uma princesinha. Acabei dormindo; quando acordei, estava nua e amarrada na cama, fiquei assustada e comecei a gritar por socorro. Então, meu pai abriu a porta e me mandou calar a boca; embora eu seja uma putinha, estava envergonhada de estar daquele jeito na frente do meu pai e pedi que ele parasse de me olhar.

Então, ele falou: “Cala a boca, sua puta; agora o papai vai te mostrar o que é comer uma ninfetinha que nem você.” Ele começou a mamar nos meus peitinhos, passava a língua em círculos, mordia e rapidamente os biquinhos estavam tão duros que pareciam de borracha. Mas eu estava com medo e comecei a pedir para ele parar, chorava e implorava para ele parar. Ele não disse nada e começou a enfiar dois dedos na minha xana; aí eu comecei a gostar e remexia enquanto ele ia enfiando a mão inteira dentro de mim.

Eu não aguentava mais estar ali amarrada; queria chupar a pica enorme do meu pai, mas ele não deixava. De repente, abriu minhas pernas e começou a meter gostoso, até que ele estava todo dentro de mim e começou a bombar cada vez mais rápido; ele ia bombando e mamando meus peitinhos, ia cada vez mais rápido até que, numa explosão de gozo, me inundou com seu leite. Ele me desamarrou e me colocou de quatro no chão; eu gritei: “Não, pai, eu nunca dei o cuzinho!!! Não faz isso! Vai doer muito.”

Mas ele só riu e disse: “Fica quieta que eu vou te rasgar todinha e te comer de todas as maneiras possíveis.” Eu tentei sair correndo, mas ele me agarrou pela cintura e começou a enviar aquela pica enorme em mim; eu chorava, conseguia sentir ele entrando e saindo de mim enquanto meu cuzinho piscava. Mas quando senti seu saco encostar na minha xaninha molhadinha, comecei a gostar; aí ele começou a bombar e saiu de mim; dizia: “Me enrraba, come a sua filhinha puta, rasga o meu cuzinho, aperta forte meus peitinhos, acaba comigo, me come, me fode! Tira o cabaçinho da sua princesinha.”

Ele começou a bombar com força, tirava quase tudo e colocava de novo; com uma mão apertava meus peitinhos enquanto a outra enfiava na minha xaninha. Ele começou a gemer e dizer: “Sua vadiazinha, eu sempre quis te comer, esses peitinhos durinhos, essa bundinha gostosa; agora vou te comer todos os dias.” Ele tirou aquela ferramenta enorme do meu cuzinho e gozou na minha boca; eu, como uma boa vadia que sou, engoli até a última gota.

Meu pai saiu do quarto dizendo: “Esta foi só a primeira vez; amanhã, uns amigos meus vão vir aqui e eu vou mostrar para eles a vadiazinha gostosa que você é.” Depois disso, transei com muitos amigos do meu pai e de muitas formas diferentes, porque a nossa casa se abriu para qualquer tipo de perversão e eu também. Espero que tenham gostado.