Eu quero dizer que adoro essa homepage e decidi compartilhar as minhas experiências com todos os leitores.

Por enquanto, vocês me conheceram por XGenD, e hoje vou contar a minha experiência mais marcante. Só que essa é uma experiência longa, não é só de um namorinho…

Eu tinha 18 anos na época. Eu já suspeitava que minha ex-namorada, Marcela (+/- 1,65; magra; olhos verdes, um lindo cabelo ruivo, um par de peitos durinhos, corpo malhadinho e uma bundinha de enlouquecer), ainda sentia tesão por mim. (Esse havia sido um namoro só de beijos e amassos – ela era do tipo “santinha”).

Um dia, nossa “turma” decidiu ir num karaokê. Fomos em umas 15 pessoas, e a Mar estava lá. Por volta das 2h00 da manhã, eu estava meio bebâdo e ela veio falar comigo. Começou perguntando de outras meninas, dando umas indiretas. Eu hesitei um pouco, pois já havia sido “chifrado” por ela (por isso o namoro acabou). Só que eu não aguentei, olhando para o seu lindo rosto, suas coxas numa calça jeans apertadinhas, não resisti e dei um beijo longuíssimo nela.

Depois de um tempo, perguntei se ela não queria dar uma volta. Ela topou (para minha surpresa) e fomos para o lado de fora do bar. Fomos até o estacionamento, que estava lotado. Ficamos nos beijando entre os carros um bom tempo, até que eu comecei a apertá-la com força, passando a mão nas suas bunda e nas suas coxas. Ela pedia pra mim parar, mas era como se eu não ouvisse. Eu queria algo mais, e queria naquele momento.

Foi quando eu pedi: “posso chupar os seus peitos”. Ela disse que não. Eu forcei a barra e ela acabou deixando. Levantei aquela camisetinha da KAS que ela usava até o pescoço, tirei o sutiã e vi aqueles dois peitinhos apontando para mim. Eu apertava e mordiscava as pontinhas ao mesmo tempo. A Marcella dava gemidos baixinhos, o que me excitava mais ainda.

Comecei a me abaixar, beijando sua barriguinha, e então, abrindo sua calça jeans. Ela quis me parar, mas seu tesão era tanto que ela até me ajudou a abrir o zíper. Abaixei sua calcinha e comecei a brincar com a minha língua naquela bucetinha virgem! Depois meu dedo acompanhou a minha língua e ela gozou um monte.

Foi quando eu tirei minha pica (que tinha uns 14 cm na época) totalmente dura, em ponto de bala. Ela começou a chupar, e sua inexperiência me excitava mais do que tudo. Ela fazia o vai-vém com a minha ajuda segurando sua cabeça, quando senti que ia gozar e avisei-a. Ela engoliu tudo, com medo de se sujar e que alguém descobrisse.

Paramos por aí. Já havíamos sumido a mais de 1h30min, e não queríamos que ninguém pensasse nada. Entramos, ela foi para o banheiro feminino lavar o rosto. Esperei-a e nos juntamos aos nossos amigos. Bebemos mais um pouco e continuamos nos beijando até de manhã.

Eu vou contar como fodi a Marcella inteira nos próximos contos!!!