Amizade. Quando tinha a idade de 19 anos, eu tinha um amigo que se chamava Daniel, de quem eu não me separava. Estudávamos juntos na mesma classe, frequentávamos o mesmo clube e normalmente saíamos para paquerar juntos. Ele tinha 18 anos e, apesar de ser mais novo do que eu, aparentava ser mais velho por ser um pouco mais alto e mais forte.
Um dia, estávamos em um ônibus, voltando de uma festa, sentados no mesmo banco, quando comecei a perceber que sua perna pressionava a minha. Naquele momento, comecei a sentir uma sensação diferente e um calor percorreu o meu corpo. E quando nos levantamos para descer, ele ficou atrás de mim e senti que pressionava sua virilha contra minha bunda. Aquela situação já acontecera algumas vezes, só que não levei a sério.
A partir daquele dia, comecei a prestar mais atenção no comportamento de Daniel e percebi que, quando estávamos andando na rua, sua mão tocava minha bunda e que aquilo não era casual. No clube, notei que ele também ficava prestando atenção em mim enquanto tomávamos banho. Comecei então a olhar melhor o corpo de Daniel; ele era magro e loiro, tendendo para ruivo, com traços um pouco rústicos e tinha o corpo bem peludo. Seu pau não era grande, devia ter uns onze ou doze centímetros, assim como o meu.
Aos 18 anos de idade, eu havia feito trocas com um amiguinho de infância. O que fazíamos era ficar esfregando o pintinho um no cu do outro, mas sem a possibilidade de penetração. Mas vocês sabem que dar o cu é como andar de bicicleta; pelo menos a sensação, a gente nunca esquece. Pois bem, quando vi que com Daniel poderia reviver todas aquelas aventuras e agora com mais intensidade, comecei a ficar louco de tesão e comecei a planejar uma situação para facilitar as coisas.
Um dia, combinamos de sair e eu deveria passar em sua casa por volta das sete horas no sábado. Cheguei por volta das seis e meia e ele veio me abrir a porta de calção, dizendo que ainda ia tomar banho. Notei que não havia ninguém em casa e, quando perguntei por sua família, ele me disse que haviam ido a um casamento. Percebi então que aquele era o dia.
Como de costume, fomos para o seu quarto, onde sempre ouvíamos música. Ele então tirou o calção, abriu a porta do guarda-roupas e foi escolher o que ia vestir. Enquanto isso, eu observava seu corpo, e seu pau parecia estar endurecendo. Ele foi para o banheiro e eu fiquei debruçado na janela, na esperança de que, quando ele voltasse do banho, visse minha bunda empinada e tomasse alguma iniciativa.
Não deu outra; quando ele voltou e me viu daquele jeito, veio até a janela para ver o que eu estava espiando. Ele estava nu e, quando seu pau encostou na minha bunda, terminou de endurecer. Eu então fiquei todo arrepiado e arrebitei mais ainda. Ele então me disse: “Cara, eu tenho que te comer!” Então me abraçou por trás e começou a esfregar o cacete na minha bunda, enquanto com as mãos segurava meu pinto.
Em seguida, foi me guiando para próximo da sua cama e me fez ajoelhar no chão, me fez apoiar na cama e tirou minha calça e cueca. Começou a passar mão no meu rego, tudo que saía do meu pinto e do seu, deixando-me com o cu todo melecado, mas bem lubrificado. Enfiou tudo de uma vez só. Foi uma delícia e depois ficou num vai e vem intenso, ora segurando meu pinto, ora enfiando os dedos na minha boca para que eu chupasse.
Por fim, gozou e eu senti a sua porra me encharcando. Ficou caído em cima de mim até que seu pau amolecesse por completo e depois levantou. Eu então me deitei de barriga para cima e já ia começar a me masturbar quando ele disse que ia fazer isso para mim. Daniel começou então a alisar meu pinto e, seguida, depois de algum tempo, chupou gostoso até que eu gozasse.
Fomos então tomar banho juntos e lá fizemos de tudo; ficamos abraçados, esfregando nossos pintos, e isso é uma delícia. E ele ainda me comeu mais uma vez. Depois desse dia, sempre que nos encontrávamos, tínhamos prazer; pegávamos ônibus cheio para que ele ficasse me enconchando, no cinema ficávamos um segurando o pinto do outro e em ruas escuras acontecia de tudo.
Nosso relacionamento dessa forma durou aproximadamente um ano, até que arrumamos namoradas e fomos nos afastando. Mas sinto muita saudade desse tempo em que tudo era novidade.