Meu anjo, antes de dormir, não conseguia parar de pensar em nós, na nossa situação de poder deixar que ninguém desconfiasse ainda mais, nos nossos momentos de alegria, tristeza, saudade, raiva, prazer… enfim, pensava aonde tudo isso um dia iria parar.

Queria muito ter você aqui do meu lado, para tocar seu corpo, sentir seu cheiro, o calor do seu beijo, sentir você deitar a cabeça no meu peito e fingirmos que aquele momento seria eterno. Mas, infelizmente, já era por volta de 01:30h da madrugada, e outro homem (seu filho Pedrinho) era quem tinha esse privilégio.

Então, meu corpo adormeceu, só meu corpo, pois era impossível não sonhar com você.

Estávamos em um barzinho muito legal na Beira Mar, muito aconchegante, som de ótima qualidade, a brisa do mar a banhar o seu rosto, os teus olhos deixando a paixão transparecer, as minhas mãos te acariciar… noite linda, a lua irradiava luxúria como se previsse o que estava para acontecer. Enfim, tudo perfeito.

Por volta de 12:20h, pagamos a conta e saímos em direção à sua casa. Estávamos no carro ao som de “Meu bem querer” do Maurício Maniere, sua mão na minha coxa (como sempre). Então, pensei: “Por que ir para casa agora?” Lembrei-me de um lugar especial que conhecia, um pouco distante dali, mas que poderíamos ficar mais à vontade.

Mudei a rota e segui caminho. Chegamos a umas dunas perto de uma praia muito bonita, descemos do carro e fomos passear. De mãos dadas, vislumbrávamos o céu, as estrelas, o luar… tudo ao nosso redor era lindo e perfeito. Estávamos a sós em meio àquele paraíso.

A brisa fria te deixava arrepiada, você pedia para que eu te abraçasse para aquecesse-te. Então, te abraçava, te acariciava, te beijava, te mordia, roçava o meu corpo no seu enquanto você delirava, suspirava, gemia… E seus gemidos só eram intercalados pelos meus beijos. Ufa! E que beijos! Cheios de desejo, paixão, um sentimento que até hoje não sabemos explicar.

E continuávamos a caminhar pela praia. De repente, nos detivemos em frente a uma pequena lagoa entre as dunas, formada pela água parada do mar. Nos olhamos e quase que como por telepatia sabíamos o que se passava pela cabeça um do outro (isso sempre acontece).

Te abracei, beijei o teu pescoço, o teu rosto, o teu queixo, os teus lábios de mel enquanto minhas mãos percorriam o teu corpo, apertando e acariciando ainda por cima da roupa tudo o que eu tinha direito e nosso desejo consentia.

Desabotoava sua blusa bem devagar e ia descendo pelo seu corpo e te beijando, ouvindo seus suspiros. Parei um pouco nos teus seios ainda cobertos pelo seu soutien, beijava-os devagarinho, acariciava-os… meus dedos os delineavam, levantava o soutien e lambia os seus mamilos, mordiscava-os enquanto você segurava a minha cabeça e alisava os meus cabelos, gemendo, suspirando.

Continuei a descer beijando a sua barriguinha. À essa altura, eu já estava mais que excitado, estava sim em transe, onde só pensava em te possuir.

Desabotoei a sua calça, abri o seu zíper e passei a beijar, cheirar sua Vênus por cima da calcinha preta de renda. Seu corpo inteiro exalava sexo. Massageava o seu clitóris por cima da calcinha. Levantei-me, beijei seus lábios outras vez enquanto você tirava a minha camisa e arranhava o meu peito.

Estirei a minha camisa na beira da lagoa, você deitou e eu terminei de tirar a sua calça jeans por inteiro, tirei a sua calcinha com os dentes, abri as suas pernas e coloquei a minha cabeça entre elas. Passei então a beijar e morder as partes internas das suas coxas bem próximas à sua vulva. Você se contorcia de desejo e prazer, o que me deixava mais alucinado ainda.

Beijava, mordia e passava a minha língua contornando o seu hímen apenas para te torturar ainda mais. Ouvi você me implorar para que eu te penetrasse, mas eu queria continuar a deliciar-me com os sucos que escorriam da sua Vênus. Passei a chupar o seu clitóris. Nessa hora, você não aguentou e deu um gritinho: “Hammmmm….!!”

Há como eu adoro ouvir seus sussurros e gemidos. Às vezes, me deparava e só vislumbrava aquela delicada peça vermelhinha que fremia e se enrijecia às simples carícias dos meus lábios. Introduzi a minha língua na sua xaninha e nessa hora você contorceu toda e deu um forte gemido.

Precisei segurar com minhas duas mãos a sua cintura para não deixar que você escapasse à habilidade com que minha língua preenchia e massageava o seu ponto G. Não demorou muito e você começou a sentir o seu corpo espasmar, as suas carnes a tremer e então você gozou, forte e alto foi o seu urro de prazer.

Então, você desfaleceu e ficou inconsciente por alguns segundos enquanto eu ficava parado olhando, só te olhando, quase não acreditando que tinha você, a minha Deusa, a minha fêmea em meus braços.

Você acordou e me deu um sorriso e um olhar que pareciam mais dizer assim: “Foi maravilhoso, só que agora é minha vez!!”

Começou então a descer pela minha barriga beijando e lambendo-a. Deslizou a sua mão até o meu membro e então começou a massagear, aperta e masturbá-lo.

Deslizou a sua língua por toda a extensão do meu mastro, abocanhou a glande e começou a chupar com aquela habilidade que só você tem. Adorava sentir seus lábios deslizando e pressionando o meu mastro. Que chupada maravilhosa!

Quando já estava perto de gozar na sua boca, você levantou-se de súbito. Eu fiquei sem entender nada, e você olhando para mim, começou a andar de costas entrando na água. Você falou: “Vem, meu amor!” Então, entendi o que você queria.

Tirei o resto da minha roupa e fui de encontro a você. A água que estava fria não teve muita influência sobre nossos corpos que queimavam de tesão. Nos abraçamos e nos beijamos como se fosse o nosso primeiro beijo, um misto de paixão, carinho, desejo e felicidade.

As suas pernas se enlaçaram na minha cintura, onde houve o primeiro contato entre nossos sexos. Continuei a beijar o seu pescoço e acariciar seus seios. Posicionei o meu pau na entradinha da sua xana, segurei seu ombro com a mão direita e de uma vez só penetrei nas sua entranhas.

Você urrou mais uma vez enquanto dizia frases desconexas como: “Me come, me possui pois sou sua fêmea e você é meu homem, meu macho!” Neste momento, comecei a estocar, a penetrá-la, a foder você. Podia sentir seus lábios vaginais deslizando sobre a pele do meu mastro, bem devagar, devagarinho como você gostava que fosse.

Ali estávamos, em um paraíso, seu corpo enroscado no meu, enquanto eu entrava e saía de dentro de você, te arrancando gemidos, sussurros e frases que eu adoro do tipo: “Vai goza dentro de mim, porque eu quero sentir o teu líquido dentro de mim, meu macho!”

Passei então a não parar mais de golfar dentro de você, embebedado pelo seu cheiro, comecei a sentir o tão sonhado prazer que você queria me dar. E você continuava a falar: “Aiiiiii…..aiiii….aí meu amor, eu vou gozar!!”

Então, explodimos em um gozo intenso e maravilhoso, quase que simultâneos. Você continuava a me declarar: “Ai, eu te amo…eu quero você, fica comigo sempre!!”

Os nossos corações palpitavam forte e rapidamente, pareciam que queriam saltar para fora de nossos corpos, talvez pelo cansaço e pela emoção de estarmos nos amando sem pudor ali, naquele paraíso.

Depois de tudo isso, te levei para a areia e nos fizemos amor pelo resto da madrugada, até adormecermos exaustos. Depois, te levei para casa pela manhã.

Então, infelizmente, acordei deste maravilhoso sonho que um dia eu tornarei realidade com você, meu Anjo.