Olá pessoal, este conto que relato aqui realmente aconteceu em dezembro passado.

Moro num prédio em Santos e tenho um casal de vizinhos, Mara e Marcos. Ela é médica, uma mulher de seus 40 anos, com corpo miúdo, coxas bem torneadas e bundinha arrebitada, e seios médios durinhos. Em fim, uma tesão de mulher. E ele é representante comercial.

Sempre que possível, vamos juntos para a praia, festinhas no prédio ou outros eventos. Numa destas ocasiões, enquanto as mulheres conversavam, eu e Marcos bebíamos algumas cervejas, e foi quando ele me confidenciou que já não transava com Mara há algum tempo, pois estavam para se separarem.

Eu aconselhei-o a conversar mais com ela a fim de se acertarem, pois, por mais que eu a visse como uma mulher gostosa, via em Marcos um ótimo amigo. Passado este encontro, Marcos nada mais me comentou, e talvez se acertaram por lá.

Assim, num sábado, eu estava chegando em casa lá pelas 15:00 horas, e ao colocar as chaves na porta, eis que surge Mara abrindo sua porta, me pedindo um favor de dar uma “olhadinha” no chuveiro de seu banheiro, pois ela iria tomar um banho e a água não estava esquentando.

Ela me levou até o banheiro do seu quarto, apanhei uma cadeira, subi e pus a verificar se algo de anormal tinha na instalação… Observei daqui… dali… puxei fios… verifiquei resistência… e… nada… tudo normal. Então, desci… tirei a cadeira e abri o chuveiro… estava esquentando normalmente.

Quando fui falar algo para Mara, ela me falou: “Sabe, te chamei aqui, mas na verdade é que gostaria de tomar um banho com você. Me sinto muito carente ultimamente, e eu e Marcos não estamos mais nos dando bem.”

Aquele convite me deixou encabulado e excitado, tinha verdadeiro tesão por aquela mulher. Não perdi mais tempo, ali mesmo no banheiro, abracei-a e beijei sua boca. No que fui correspondido, comecei a abraçá-la com mais força, passando minhas mãos sobre seus seios, coxas, bunda e xaninha.

E ela passava suas mãos sobre meu pau…

Em poucos minutos, estávamos nus e esfregando nossos corpos. Ali, abrimos o chuveiro… Abaixei-me… abri suas pernas, colocando uma delas sobre meu ombro. Comecei a beijar e a chupar aquela xaninha cheia de tesão…

Ela apenas segurou minha cabeça, forçando-a a entrar mais em sua xaninha. A cada lambida, ela gemia… uivava… E eu chupava todo aquele melzinho doce que escorria daquela xaninha. Meu pau já estava em riste… latejante.

Foi quando ela implorou por ele: “Me fode, amor.” Me levantei… fiz-la abaixar e coloquei meu pau em sua boca. Ela se recusou (pois, segundo me falou depois, nunca havia chupado nem o pau de Marcos), mas mesmo assim, eu forcei e ela foi aceitando até estar fazendo uma chupeta daquelas.

Quando estava prestes a gozar, tirei-o de sua boca e levantei-a… Ainda sobre a água morna, peguei-a… abri suas coxas e encaixei-a sobre meu pau. Abraçando-a e fazendo cavalgar meu colo, ela urrava… uivava… gemia… se contorcia.

Não demorou… Ela gozou… uma… duas… três vezes. Ela era um vulcão em erupção de orgasmos. Tirei meu pau e coloquei-a de quatro. Ela ficou assustada: “Calma, querida”, disse-lhe “vou te comer como uma cadelinha.”

Ela entrou no clima e começou a soltar latidinhos e a balançar a bundinha no meu pau. Aquilo me deixou mais louco. Abracei em seus quadris… Coloquei a cabeça do meu pau sobre aquela rachinha quente e molhada e numa única estocada a penetrei.

Ela gemeu… minhas bolas ficaram balançando e batendo naquela bucetinha. Eu sentia aquela xaninha apertar meu pau… E eu correspondia com estocadas mais e mais fortes.

Não demoramos… E ela começou a gemer gritando que iria gozar. Bombei com mais força e ela começou a gozar. Ela uivava e balançava a bundinha como uma pequinez. Gritei… urrei forte e gozei. Jorrei toda minha porra quente dentro daquela bucetinha.

E a cada estocada, ela gemia… gozava e eu jorrava mais e mais do meu néctar. Tirei meu pau totalmente molhado daquela bucetinha e coloquei em sua boca. Ela novamente não queria. Segurei seus cabelos e forcei meu pau em sua boca: “Chupa sua cadela gostosa… chupa minha porra quente misturada ao néctar da tua bucetinha.”

Ela obedeceu… chupou tudo… lambeu até a última gotinha. Mas meu pau ainda estava em riste… duro como uma pedra. Nos beijamos… abraçamos… suguei seus seios… beijei seu pescoço… sua orelha.

Ela foi novamente ficando com tesão. Virei-a de costas para mim e comecei a passar minha rola dentro daquela bundinha que tantas masturbações eu tinha feito por ela. Novamente ela virou-se assustada e disse-me: “Na minha bundinha não… nunca dei meu rabinho… nem Marcos nunca me comeu… só na minha xaninha.”

Virei-a novamente e disse-lhe: “Olha, querida… você está debaixo do chuveiro… abriu a água… vai ter que se molhar. Vou comer teu cuzinho virgem agora.” Dito isto, fiz-la ficar de quatro. Coloquei a cabeçona do meu pau no buraquinho piscante e comecei a forçar.

Ela começou a gritar “Não… ai não… não.” Forcei mais e entrou a cabeça. Ela gemeu e soltou lágrimas em seus olhos. Fiquei parado por alguns instantes esperando que ela se acostumasse com meu mastro sendo enterrado naquele cuzinho virgem e descabaçado por mim.

Seu gemido foi cessando e ela começou a fazer um leve rebolado. Entendi… e comecei a penetrar cada centímetro do meu pau dentro daquele rabinho. Em pouco tempo, minhas bolas estavam batendo na bucetinha. Ela urrava… uivava como uma cadela no cio.

E gritava: “Me enrraba meu macho… come este cuzinho que aquele brocha não comeu… arregaça meu cuzinho… quero gozar e sentir tua porra quente enchendo meu rabo.”

Perdi a paciência… fiquei louco… agarrei-a forte e comecei a fazer um louco vai e vem. Minha pica estava para explodir em gozo. Não aguentava mais. Gritei: “Vou gozar no teu rabo, minha puta.” E soltei um forte jato de porra.

Ela gozou a seguir, uivando como uma lobinha no cio… e jogando seu corpo sobre meu pau e eu fazia o embalo empurrando toda minha pica para dentro daquele rabo apertadinho.

Caímos no chão… exaustos do prazer a que tínhamos submetido-nos. Tomamos um banho morno. Ela me serviu um lanche. Nos despedimos e fui embora. Minha esposa já estava em casa.

Hoje ainda continuamos a fazer algumas transas loucas… inclusive em seu consultório… mas esta eu conto depois.

E então, mulheres… gostaram??? Se quiserem passar alguns bons momentos de puro prazer… me escrevam. Adoraria me relacionar com mulheres desquitadas… viúvas… solteiras e até casais. Somente relacionamento de prazer.

Sou ativo, super discreto… nível universitário… loiro, 1,75m de altura, 85 kg, olhos castanhos verdes. Estou aguardando ansiosamente.