Olá galera, a história que vou contar para vocês aconteceu mesmo. Meu nome é Fábio, tenho 23 anos, sou alto e, modestamente, bonito. Uns dois meses atrás, mudou-se para o lado de minha casa uma ninfeta muito gostosa; vou chamá-la de Tamirez.

Ela pegou amizade com a minha irmã e sempre estava em casa. Eu percebia que ela me olhava com outros olhos. Minha trabalhadora ficava só eu e minha irmã em casa, e quando o marido dela saía para trabalhar, ela já se enfiava em casa. Um belo dia de sol, muito quente, ela aparece em casa com um shortinho muito pequeno, parecido com o da Carla Perez, e um top; estava maravilhosa, com uma bunda enorme, uns seios durinhos… que tesão! Fiquei com muito tesão.

Estava no bate-papo de imagens eróticas quando ela pediu para ver também. Disse tudo bem, ficamos uns cinco minutos rindo; depois fui para os contos eróticos. Lemos uns três e percebi que ela estava com muito tesão e também, a essa altura, estava com meu pau latejando. Ela não parava de olhar. Quando ia me levantando para disfarçar, ela pegou no meu pau; fui logo tirando para fora. Ela começou a punheta-lo e logo mais caiu de boca. Ela parecia que não tinha dentes na boca, que boquinha de veludo! Passando isso, veio o gozo; ela engoliu tudinho sem deixar cair uma gota.

Até tínhamos esquecido de minha irmã, que estava no banho. Para não dar na vista, fomos para sua casa. Chegando lá, foi minha vez de chupá-la; que buceta gostosa, cheirosa! Não queria mais parar de chupar. Ela gozou na minha boca; ela começou a me chupar de novo. Tirei da boca dela e enfiei em sua gostosa xoxota. Até que era apertadinha, dei várias estocadas; depois ela veio cavalgar em cima de mim e não aguentei, veio o gozo.

Ficamos conversando uns cinco minutos; ela caiu de boca de novo. Em pouco minuto, meu pau já estava em ponto de bala. Coloquei ela de quatro, passei saliva na cabeça do pau e fiquei esfregando na porta de seu cuzinho. Ela dizia: “Ai, não! Meu marido nunca fez isso comigo.” Falei: “Não vai doer, você vai gostar.” Coloquei só a cabeçinha e veio aquele grito. Fui penetrando aos poucos; em minutos já estava falando para mim enfiar tudo. Estávamos naquele vai e vem sincronizado quando ela falou: “Goza tudinho aí dentro.” Seu pedido foi uma ordem.

Que mulher maravilhosa! Depois vou contar para vocês quando quase o marido dela pegou a gente, mas isso é outro conto. Até mais.

Se você é mulher e está afim de viver um conto comigo, é só me mandar um e-mail.