A história que vou contar é verídica e se repetiu em épocas diferentes de minha vida, numa cidade ao norte de SC. Quando tinha 18 anos (hoje 29, casado), trabalhava eu e meu amigo mineirinho, um belo rapaz de 17 (hoje 28, casado) – vou chamá-lo de SM. Eu sempre fui do tipo grande, forte, peludo, masculino, loiro, 1,81m, olhos azuis, bundinha bem feita, mas muito tímido. Já SM era do tipo franzino, magrinho, 1,76m, cabelos e olhos castanhos, corpo lisinho, pele clara, sem pelos no corpo, mas com uma bela pica que viria a conhecer mais tarde e nunca mais esquecer.
Eu ainda era virgem quando meu amigo e eu resolvemos morarmos juntos, aos três, com mais outro colega. Sempre ouvia as histórias de meu amigo, que sem embaraço algum contava-me de que já tinha transado com muitas mulheres e que nenhuma tinha se recusado até hoje. E seu corpo realmente chamava para o sexo. Numa tarde, enquanto conversávamos os três sobre sexo, o outro amigo, que já havia dividido a mesma pensão com meu amigo SM, curiosamente, para meu espanto, relatou de uma proposta feita pelo SM sobre um bater punheta pro outro no mesmo quarto, em tempos atrás. Rimos muito, os três. Nosso colega disse que jamais faria isso, pois era muito macho, mas confesso que foi aí que despertou meu desejo.
Como a casa que alugamos tinha outros quartos, mas nenhum móvel, resolvemos que ficaríamos juntos no mesmo quarto e colocamos duas camas de solteiro, uma em cada canto, e um colchão no chão, entre elas, onde dormia SM. Era uma noite quente de verão quando fomos dormir e então me acordei de madrugada com o calor insuportável. Olhei para o lado, a outra cama; nosso outro colega dormia em sono profundo, com o rosto para a parede. Olhei para o chão; SM dormia de barriga para cima, coberto com um fino lençol que mostrava bem os contornos de seu belo corpo, que era iluminado pela luz do luar que entrava pela nossa janela.
Comecei a lembrar então das conversas anteriores e imediatamente fiquei excitado. Comecei a fitar meu amigo no chão e olhei diretamente para seu pênis, que fazia um certo volume por debaixo do lençol. Com muita coragem, deixei meu braço cair para baixo da cama, em direção ao seu colchão, e então toquei seu mastro, que para minha surpresa estava para lá de duro. Ele dormia só com uma bermuda de banho e deslizei minha mão trêmula por cima de seu abdômen liso e magro e fui colocando a mão dentro de sua bermuda, quando notei que ele estava sem cueca. Toquei então a sua glande fina e pontuda, deslizei meu dedo por sobre ela e encontrei um pouquinho melado pelo seu pré-gozo. Meu corpo estremeceu de tanto tesão; não sabia se devia parar por ali ou continuar, já que nosso outro colega dormia na cama ao lado, sem sequer sonhar com tudo o que se passava.
Mas decidi ir em frente. Desci da cama e me posicionei mais abaixo de onde ele estava deitado e coloquei minha cabeça entre as suas pernas. Instintivamente, abaixei sua bermuda e dei de cara com um belo mastro de 17 cm, perfeito e muito cheiroso. Ele tinha a cabeça alongada e fina e o mastro reto, quase sem veias aparentes, engrossava no final, perto de suas bolas roliças e com poucos pêlos. Nunca tinha feito isto e jamais pensei que minha primeira experiência seria com um homem. Não tinha planejado nada daquilo; é como se tudo acontecesse por obra do destino. Logo então, SM começou a ficar com a respiração ofegante; dava para ouvir, tamanho era o silêncio naquele quarto.
Então, cheirando aquela pica, agora tão desejada, comecei a chupá-la de forma meio desengonçada. Comecei pela cabeça, que ia inchando a cada lambida, até abocanhar todo o mastro, quando SM segurou firme meus cabelos, empurrando minha cabeça contra seu pênis, fazendo engoli-lo todinho. E então começou a me foder pela boca, jogando seu corpo para cima, como se estivesse estocando uma fêmea. Seu pau quase tocava minha garganta com as estocadas; ele grunia baixinho, pois sabia que ninguém além de mim poderia ouvi-lo. Já mais à vontade, eu ergui suas pernas e coloquei sobre meus ombros, para facilitar os movimentos de meu macho. Comecei a fazer a subir e descer com a boca em sua pica, que estava engrossando cada vez mais, pronta para explodir. Suávamos muito; sua barriga estava molhada pelo calor de meus cabelos e, depois de 20 minutos chupando aquela vara, ele apertou meu pescoço com suas coxas, quase me sufocando num movimento frenético. Segurou com as duas mãos minha cabeça contra seu pau, engolindo inteiro; ele gozou abundantemente em minha boca, o que tive que engolir tudinho.
Achei um pouco estranho aquele gosto meio ardido em minha garganta, mas deixei-o limpinho, como se nada tivesse acontecido. Eu já estava explodindo também e encostei, rocei com força meu pau em suas coxas, gozando em seguida. Ninguém disse uma palavra; SM fingia dormir normalmente, como se tudo não passasse de um sonho. Voltei para minha cama e, no outro dia, ninguém deu nem sinal do acontecido. Até que numa outra noite… fui mais longe! Com o meu melhor amigo, mas isso é uma outra história que contarei num próximo capítulo. Se você, SM, ler esse conto, me escreva dizendo o que achou daquelas nossas noites, ou então se algum outro jovem quiser viver uma aventura como essa, me escreva!