Tenho 23 anos, e o que me atrai realmente são as mulheres mais velhas. Conheci Joelma, a amiga de minha irmã. Ela trabalha em uma ótica e minha irmã foi até lá para comprar uns óculos escuros. Quando a vi, fiquei fascinado. Ela conversando, lembrando de quando eu era novinho, e com um sorriso nos lábios que me deixou louco. Joelma tem 37 anos, cabelos curtos, pele clara, seios médios, coxas grossas e uma bunda arrebitada que é um tesão.

A maneira como eu olhava para ela e ela me olhava não deixava dúvida. Falei que passaria por lá mais calma para conversarmos e ela prontamente me falou que sairia às 19:00. Não foi preciso dizer mais nada. Fui buscá-la e a convidei para tomar um vinho, o que ela estranhou, pois um rapaz de 23 anos fazendo tal convite imaginava apenas uma cerveja. Falei que ela não conhecia meu bom gosto e minhas qualidades.

Fomos conversando mais e quando percebemos, já estávamos nos beijando freneticamente, até que ela pediu para mostrar minhas qualidades. Falei que mostraria tudo, mas que iríamos comprar algumas coisinhas para aumentar nosso tesão. Fomos ao supermercado, ela na frente e eu atrás, encolhendo-a na prateleira, enquanto comprávamos leite condensado, cordinha, lenço para fazer de venda. Fomos direto para o motel, pedi outra garrafa de vinho branco e um balde com gelo.

Olhando para Joelma, ela com uma cara de safada, não resisti, puxei-a para os meus braços e lhe beijei alucinadamente. Fui tirando sua roupa, ela a minha, e fomos tomar um delicioso banho para relaxar. Voltamos ao quarto, ela deitou-se na cama enquanto eu servia o vinho. Peguei a venda, passei em seus olhos e comecei a beijar cada parte daquele corpo. Fui beijando sua boca, sentindo o calor do seu beijo, beijando seu pescoço, sua nuca, até alcançar os seus seios deliciosos, que beijei, mordisquei e acariciei, até que ela começou a soltar gemidos baixinhos.

Fui descendo pela barriga, pelo umbigo, beijei suas coxas, fui descendo até os pés e subi chupando a parte interna de suas pernas, suas coxas. Peguei uma pedra de gelo, passei em seus lábios, seu pescoço, seus seios, seu umbigo e na buceta encharcada de tesão. Ela começou a rebolar, o que me deixou mais louco. Derramei vinho no seu corpo e fui sorvendo, dizendo que nem Baco teve tão belo cálice. Chupei até chegar na sua boceta, abri os grandes lábios e chupava, passava minha língua e mordia levemente seus grelhos.

Joelma aumentava ainda mais seu rebolado, pedindo para ser penetrada, pois queria sentir a minha pica de 20cm dentro dela. Não aguentou e gosou. Mas eu queria mais. Ela amarrada com os olhos vendados, peguei o leite condensado, passei na minha pica e dei para ela mamar. Como ela mamava gostoso, interrompendo para falar que eu era um puto e que ela nunca tinha tomado um leite condensado tão gostoso, e voltava a chupar, lambia as bolas, a glande, mordia levemente. Minhas mãos percorriam seu grelho, até que ela não resistiu e quis ser fodida de qualquer jeito.

Tirei a corda, a venda, ela deitou de pernas abertas e pincei minha pica no seu bocetão. Ela me puxou e penetrei bem gostoso com uma estocada bem forte. Ela gemeu alto e começamos um vai e vem frenético. A coloquei de lado e continuei o vai e vem, até que mandei ela cavalgar. Ela abraçou meu pescoço, sentou e começou. Eu beijava, arranhava suas costas e mordia suavemente seus seios. Pedi para esfregar o grelho na minha pica, rebolando e cavalgando, e nós dois gozando alucinadamente, com ela caindo sobre mim e me beijando com ar de puta.

Continuamos transando até de madrugada, em todas as posições, se realizando mutuamente. Procuro pessoas honestas e abertas para boa amizade e quem sabe, havendo afinidades, momentos de erotismo e prazer.
Emerson S.P.