Meu nome é Paulo e resolvi contar minha história. Tudo começou quando minha mãe e minha irmã foram morar em São Paulo. Em casa, era eu, meu pai e meu irmão. Há várias semanas que eu queria chamar uma garota de programa (puta), mas não tinha coragem, não saberia como reagir.

Até que um dia comecei a observar que ela estava freqüentando minha casa. Cheguei a uma conclusão que todas as terça-feiras a casa estava livre. Não agüentava mais de tanta punheta; minha mão, de tanto brincar, estava até com calo. Na terça-feira, fui para aula de manhã, mas não parava de pensar no que iria acontecer à tarde. Devia ser 2:00hs, a casa estava livre. Foi então que peguei o jornal, na parte de classificados, e liguei para uma delas. Na hora, foi até tranqüilo, mas na hora que ela confirmou que estava vindo, comecei a tremer. Como tinha feito aquilo, tinha que encarar.

Enquanto ela não chegava, resolvi arrumar o quarto do meu pai. Fiquei sentado no sofá por um tempo. Quando escuto o interfone tocar, vi aquela morena entrar na minha casa, vi aquele rabo que ela tinha. Tive que pagar primeiro e depois fomos direto para o quarto. Ela me pediu para tomar um banho com ela. Ora, que ela foi tirando a roupa, meu pau já estava quase furando a sunga que já devia ter tirado há muito tempo. Nem deu trabalho que ela tirou para mim, já chupando meu pau. Parecia que estava nas nuvens de tão bom que era. Até então, gozei na boca dela.

Saímos do banheiro e ela perguntou se eu estava preparado. Eu falei que não, que ela voltasse a chupar meu pau para ficar duro novamente. Ela chupava só a cabeça; isso me deixava doido. Até que gozei novamente na boca dela. E novamente perguntei se estava preparado. Eu disse que sim. Ela ficou de quatro, pegando no meu pau e colocou dentro de sua boceta. Era muito bom. Metia e não largava de pegar naquele peito enorme que ela tinha. Trocamos de posição várias vezes, mas chegou uma hora que tirei a camisinha e comecei a cutucar o cu dela. Até que meu pau entrou, rasgando. Ela gemia de dor e eu de tensão. Fui metendo até que ela gozou. Foi aí que eu acelerei para gozar também. Até que uma hora vi minha porra escorrendo na perna dela. Meu pau estava até vermelho.

Tinha mais doze minutos e ela perguntou se eu queria fazer mais alguma coisa. Pedi para ela bater uma punheta para mim, alias, já tinha pago mesmo. Até agora, foi a melhor punheta da minha vida. Ela se vestiu, chamou um táxi e foi embora. Fiquei em casa, só pensando no que tinha feito.

Se você é mulher e leu essa história minha, mande um e-mail para mim para podermos conhecer melhor.