Conheci-a em 1992, quando tinha apenas 18 anos, e fui apresentado a ela por um tio, meio porra louca, colega de trabalho, que tentava arrumar-lhe uma vaga em nossa empresa. Por ser menor de idade, nada pôde ser feito. Ela, porém, virou presença constante na empresa, deixando todos os homens com água na boca e as mulheres morrendo de inveja, pois a menina tinha tudo no lugar certo: corpo, pele e beleza (lembrando aquelas garotas que se intitulam modelos), além disso, era toda charmosa.
Pelo fato de ser mais próximo de seu tio, todas as vezes que ela chegava e não o encontrava, ficava de papo comigo. Fiquei sabendo que estava noiva de um militar e procurava emprego a fim de completar o enxoval para poder se casar. Devido aos constantes contatos, ficamos por demais íntimos. Devo dizer que sou um cara comum, sem grandes atrativos, exceto o bom humor e a sacanagem, além de ser 21 anos mais velho e casado. Porém, acabou acontecendo o que na empresa todos imaginavam que já havia ocorrido: nos tornamos amantes. Acredito que ela, assim como seu tio, tem um parafuso a menos, pois tudo o que eu lhe propunha realizar em termos de sexo, ela topava; rolou sexo oral, anal, e até com objetos que eu lhe introduzia, como salsichão e paio, que certa vez compramos em um mercado antes de ir a um motel.
Após dois anos dessa brincadeira, minha amiga sumiu; segundo seu tio, nem em sua casa ela aparecia. Não me senti abandonado, porque, apesar de ela realizar-me sexualmente, só conseguia vê-la como objeto de prazer. Passados todos estes anos, estando já aposentado, recebi em novembro de 1999 um telefonema desse meu amigo. Relembramos coisas do passado, e em determinado momento perguntei-lhe pela sobrinha; fui informado de que estava casada e com duas filhas. Mandei-lhe lembranças.
Após alguns dias, recebi uma ligação no celular; para minha surpresa, era ela, que informou-me ter conversado com seu tio a meu respeito e este deu-lhe meu telefone. Perguntei-lhe se poderíamos nos encontrar, e ela topou imediatamente. Marcamos hora e local, dizendo que era para recordarmos os velhos tempos. No dia marcado, cheguei no local alguns minutos atrasado, e para minha surpresa, não houve grandes mudanças, exceto o cabelo, que ela cortou um pouco.
Rumamos para um motel, e após chegarmos, sem que eu pedisse, fui contemplado com um boquete, só parando quando acabei de gozar, sendo que ela continuou até que eu tivesse nova ereção. Pedi para colocar em seu cu, porém, esta quis que eu colocasse em sua boceta por trás. Fiquei metendo e admirando seu cu, que piscava a cada estocada; enfiei o indicador, fazendo que ela ficasse descontrolada, acabando por puxar minha mão e direcionando meu pau para seu cu, fazendo pressão com a bunda para trás, até sentir-se totalmente preenchida. Ficou só se esfregando e pediu-me que não gozasse logo, pois queria guardar na memória aquele momento.
Acabei por gozar, só tirando o pau quando amoleceu por completo. Fomos tomar um banho, ficando depois deitado conversando, tendo ela me informado que há muito tempo não fazia sexo anal, já que não conseguia deixar o marido penetrar-lhe o cu. Perguntei por que ela deixou eu fazer, e esta falou-me que já procurou uma explicação para esta atitude, sem encontrar resposta, e que conversara com sua comadre a meu respeito e ela lhe deu força, dizendo que se isto lhe agradava, tinha mais que curtir, pois a vida é uma só.
Quis saber o que mais rolava entre elas, e ela falou-me que uma era confidente da outra, que apesar de estar bem casada, não conseguia me esquecer e que contou-lhe tudo o que rolou entre a gente em tempos atrás. Perguntei se já rolou algum lance entre elas, e esta disse-me que já se beijaram de língua e uma chupou os seios da outra. Ela perguntou-me o porquê da curiosidade e se eu estava a fim de comer sua comadre também; falei que se ela fosse gostosa igual a ela, e se fosse de seu agrado, eu queria.
Como o papo foi ficando cada vez mais quente, acabamos por partir para um 69, em que eu enfiei um dedo em seu cu, só parando quando um gozou na boca do outro. Trepamos depois um papai/mamãe mais demorado, porque eu já estava esgotado. Nos despedimos com um longo beijo, sendo que ela pediu-me que aguardasse seu telefonema, que ela iria combinar com sua comadre o próximo encontro.
Tal relato é a mais pura verdade, e por uma questão de consideração, omiti seu nome. Sei, porém, que se um dia ela vier tomar conhecimento deste relato, irá reconhecer imediatamente.