Tudo aconteceu há muito tempo. Eu tinha uns 17 anos, e meu primo tinha 16 anos. Estava uma tarde fria, então resolvemos ficar deitados. Então, ele falou: “Vamos brincar de cabana.” Eu disse: “Nós estamos muito grandinhos para brincar de cabana.” E me virei e me cobri. Ele veio por trás de mim e falou no meu ouvido: “Você ficou chateado?” Eu disse que não. Então, ele me abraçou e falou: “Posso esquentar você?” E foi logo encostando seu cacete na minha bunda. Aí, eu encostei, mas ainda nele. Foi quando eu senti que ele estava ficando duro.

Então, ele começou a me alisar. Eu, então, fiquei todo arrepiado e ficava me mexendo. Então, ele falou no meu ouvido: “Vamos ficar pelado.” E começou a arriar meu calção. E eu fiquei à mercê dele. Aí, ele pegou minha mão e levou até seu cacete. Eu nunca tinha pegado um na minha vida e comecei a punhetá-lo. Ele falou que estava muito gostoso e perguntou se eu queria que ele colocasse. Eu falei que não ia doer. Ele: “Não, eu coloco de vagarinho. Deixa eu comer você?” Deixa. Eu, então, falei: “Tá bem, mas devagar, tá.” Ele foi todo carinho comigo e falava que eu era a namorada dele. E perguntou se alguém já tinha feito aquilo comigo. Eu disse que não, que ele era o primeiro.

Aí, ele falou: “Você é cabaço?” Eu disse que sim. E pedi que ele tivesse todo cuidado comigo. Ele disse que também era a primeira vez dele. Ele falava no meu ouvido que eu tinha uma bundinha muito bonita e que ele ficava de olho quando nós tomávamos banho. E perguntou se eu olhava ele também. Não pude negar que eu olhava ele também e admirava sua pica e que tocava punheta pensando nele me comendo. Aí, foi que ele colocou a cabeça no meu cúzinho e pediu pra mim rebolar. Mas não estava conseguindo entrar. Foi então que ele passou saliva e colocou caraba. Como doeu, eu chorei.

Aí, ele ficou me alisando e me beijando meu pescoço e falando que estava quentinho e cada vez me enchendo mais de tesão. Aí, falou: “Meu bem, vou fazer um vai-vém. Se doer, eu tiro, tá?” Mas estava gostoso. E ele começou e disse que já queria gozar. Eu, então, falei: “Joga todo esse leitinho no meu cú, joga.” E rebolava. E ele estocava cada vez mais. Que delícia de pica! Ficamos grudados a tarde toda. Quando ele tirou, saiu um pouquinho de sangue. Ele ficou todo preocupado comigo e me encheu de beijos.

Nós tivemos outras vezes, mas conto outra hora.