Tenho 25 anos, sou alto, oriental, moreno e, modestamente, nunca deixei uma linda mulher insatisfeita… Mas vamos ao que interessa:
_Carnaval, época de muita folia, bebidas e sexo. Neste em particular, tive o privilégio de conhecer duas lindas gatinhas de Vitória, Márcia e Marcela, lindas, gostosas, ambas com 22 anos e, acima de tudo, loucas por um pouco de sexo. Durante um bom tempo, pude observá-las dançando. Logo após, percebi seus ardentes olhares, quase me violentando em plena rua…
Após as devidas apresentações, continuamos a dançar separados até que o trio elétrico passou por nós, nos empurrando para um cantinho, onde havia uma mesa e muita gente. A Marcela pulou para cima da mesa, enquanto eu e a Márcia ficamos em pé no banco, ela na minha frente dançando e rebolando deliciosamente, encostando e provocando meu caralho de uma forma até então desconhecida para ele.
Não conseguindo mais equilibrar-se no banco, minha deliciosa colega desceu para o chão e eu prontamente já estava novamente atrás dela, mas agora não era só lá em baixo que rossava aquele corpinho. Minhas mãos puderam conhecer o volume delicioso de sua bundinha e de seus maravilhosos seios.
Dançamos o restante da noite, fomos para um canto, mas ainda não aconteceu muita coisa, pois, apesar dela demonstrar um pouco de excitação, ela quis segurar o tcham…
“Não pensem que a história ficou assim. Algum tempo depois, tive o prazer de reencontrar a Márcia em BH, em outras condições e à sós. Não perdemos muito tempo conversando, pois nosso desejo já deixava o cheiro de prazer no ar. Prontamente, a levei para um sitio reservado, onde pude observar que aquela mulher era muito mais do que eu esperava.
Ela vestia um vestidinho florido, onde dava para observar a falta do sutiã e da calcinha, o que me deixa louco. No primeiro beijo, o primeiro susto, ela abrira meu zíper de forma maestral, colocando meu caralho à mostra. Ela desceu e começou um boquete maravilhoso, chupando desde o glande até a base, e mais ela pedia desesperadamente para encher sua boquinha com minha porra.
Ainda demorou um pouco para satisfazê-la, mas tempo suficiente para deitarmos. Nisto, girei meu corpo de forma que sua bucetinia cheirosa ficasse na minha cara. Na primeira lambidinha que pude dar no seu clitóris, senti que ela começou a chupar com mais vontade e gana. Enfim, pude gozar na sua boquinha sedenta, mas não foi um orgasmo solitário, pois neste momento comecei a enfiar um dedo em seu cuzinho maravilhoso, fazendo com que ela começasse a gozar também.
Não tivemos tempo de nos recompor, pois a fome que tínhamos de sexo era tal, que retornando à posição papai-mamãe, logo fui penetrando na sua grutinha cheirosa. Nossos lábios se grudaram como se houvesse um imã. Sua língua percorria minha boca da mesma forma que meu pau percorria sua grutinha, rápido e magistral. Não levou muito para termos outro orgasmo, novamente quase juntos.
Essa brincadeira continuou por toda a noite, das mais variadas formas e nos mais desejados cantos da casa.
Parte deste conto é verdadeiro, mas com nomes trocados. A outra parte é o meu desejo de reencontrá-las o mais rápido possível e deixar nossos corpos conduzirem a festa. Se alguma gatinha estiver a fim de novas aventuras, escreva para este e-mail: