Sou um rapaz de 18 anos, mas que sempre tive interesse em saber como é ser mulher durante uma relação. Gosto da maneira com que os homens chegam a elas e as seduzem e as dominam. Devo confessar que às vezes gostaria de ser dominado por um homem.
Esses dias, à noite, quando não tinha nenhum programa legal, resolvi fazer algo novo. Fui a uma loja de roupas femininas, dessas que ficam abertas até mais tarde, e comprei de maneira discreta um sutiã preto, uma cinta-liga, meias rendadas e uma linda calcinha preta com rendinhas, daquelas de deixar qualquer um maluco. Voltei para casa, onde moro sozinho, me depilei completamente, tomei um delicioso banho e comecei um ritual para me vestir de maneira gostosa. Foi indescritível a sensação de colocar aquelas roupas íntimas, bem gostosas e colantes. Me olhei no espelho e vi que estava fantástica.
Como não estava a fim de chamar muita atenção, coloquei por cima do conjunto uma calça jeans, mas que cavasse um pouquinho. E, por ser primavera com o tempo meio frio, coloquei ainda um blusão. Depois de criar coragem e de virar um copo de wisky, tomei um táxi e fui para uma casa noturna aqui em São Paulo.
Chegando lá, comecei a dançar na pista e vi que um homem bonito e forte, aparentando ter entre 30 e 35 anos, começou a me olhar com certo interesse. E discretamente começou a dançar mais perto de mim. É indescritível a sensação que eu tive de ser a caça e não o caçador.
Ele começou a dançar ao meu lado e, de repente, encostou a mão em minha bunda. Fiz de conta que não havia sentido e continuei dançando. Ele, por sua vez, notando que eu não havia me importado, passou pela segunda vez a mão na minha bundinha, só que desta vez de maneira menos discreta. Eu me arrepiei todo e comecei a dançar com ele, às vezes me virando de costas para que ele melhor pudesse ver o meu corpinho.
Lá pelas tantas da noite, no meio da música “Garota Nacional” do Skank, ele não aguentou mais, colocou a mão na minha bunda e perguntou se eu não gostaria de ir a outro lugar.
No começo, fiquei até assustado, mas pensei que já que eu cheguei até aqui, por que não ir até o final? Saímos da boate, no carro dele, e fomos direto a um motel. Chegando lá, tomamos um Keep Kooler bem geladinho. Ele então perguntou o meu nome e se apresentou como sendo Carlos. Ele disse que era solteiro e que gostou muito do meu jeito de dançar.
Eu contei para ele a minha vontade de me sentir mulher e de ser dominado por um homem. E, à medida que eu ia contando, vi um volume aumentando em sua calça. Assim que ele notou, ele perguntou se eu não gostaria de sentar no colinho dele. Fiquei extremamente excitado e, virando de costas para ele, sentei de maneira bem sensual sobre o seu pau, rebolando e me arrastando.
Nós ficamos assim durante um tempo e, daí, ele perguntou se eu gostaria de chupar a sua benga. No mesmo instante, eu me virei, baixei a sua calça e tirei aquele membro duro e rijo para fora, e comecei a chupá-lo com muita volúpia. Eu botava minha língua para fora e lambia ele como se fosse um pirulito. E já ficava imaginando como ele seria dentro de mim. Lambi as suas bolas, suas coxas, e ficava tentando colocar aquilo tudo dentro da minha boca.
Ele, por sua vez, colocou a sua mão atrás da minha cabeça e, segurando pelos meus cabelos castanhos, empurrava para que eu pudesse melhor aproveitar. De repente, ele deu uma estocada mais forte e eu senti aquele jato quente e gostoso de porra pela primeira vez na minha vida. Eu queria sugar tudo, sem parar, chupei tudo até a última gota e não deixei nada escorrer.
Carlos ficou louco de tesão e disse que até aquele dia ninguém havia engolido todo o seu leite e tão pouco feito um boquete tão delicioso. Eu disse para ele que nunca tinha feito, mas que eu achava que era assim que devia ser.
Mais tarde, depois que ele já havia se recuperado, ele me perguntou por que a minha calça jeans estava tão cavada. Eu respondi que era uma surpresa e então subi na cama e, bem devagar, comecei a tirar a blusa, mostrando assim o sutiã. E logo depois virei de bunda para ele e, com movimentos bem sensuais e ritmados, comecei a tirar a calça jeans.
Quando ele viu que eu estava de cinta-liga, meia-calça e com aquela calcinha, ele não aguentou e começou a esfregar o seu pau na minha bunda lisinha, mesmo por cima da calcinha. Deitou-se por cima de mim e beijava a minha nuca, e eu comecei a rebolar e a deixá-lo com mais tesão ainda. Então, comecei a sentir como é gostoso ser mulher de um homem e ser completamente dominada.
Não demorou muito para ele me pedir para tirar a calcinha e lambuzar a minha bundinha. Eu, que já não me aguentava de tesão e vontade, empinei bem o rabinho para ele tirar a calcinha. Pude sentir aquele pedacinho de pano sair de dentro da minha bunda e passar pelas minhas pernas.
Mas foi por pouco tempo, por que logo depois ele começou a esfregar o seu pau e a lambuzar a entrada do meu cuzinho. Foi então que aconteceu. Ele me pegou, me posicionou bem de quatro, com meu rosto no travesseiro, e disse que iria colocar bem devagarinho, só para eu sentir. E me prometeu que se doesse, ele iria tirar. Eu concordei e tentei ficar bem relaxado.
De repente, senti aquele negócio entrar e, por instinto, tranquei a passagem. Ele, passando o dedo no meu rego, disse que era para eu ficar à vontade e que não iria fazer nada que eu não gostasse. Assim, me posicionei novamente de quatro e ele começou a enfiar o pau no meu cuzinho. Comecei a chorar bem baixinho e a gemer. Aquilo era uma sensação mista de delícia com dor.
Carlos perguntou se eu gostaria que ele parasse, mas eu disse que a dor estava passando, o que era verdade. E logo depois ele continuou a empurrar mais e mais. Parecia que não tinha fim. Ele colocou tudo até eu sentir as suas bolas baterem na minha bunda. Então, ele tirou um pouquinho, mas logo começou a fazer um movimento de vai e vem.
Não consigo descrever que delícia era aquela sensação de submissão. E comecei a rebolar cada vez mais rápido e freneticamente, gemendo de delícia. Aquele pau duro abrindo espaço no meu cuzinho, aquelas estocadas firmes e aquele peso do seu corpo sobre o meu me deixaram a mil.
A cada segundo que passava, eu sentia aquele pau mais dentro de mim e cada vez mais grosso. Foi quando ele me avisou que iria gozar. Eu, pressentindo o momento, empurrei a minha bunda bem contra o seu pau, enterrando ele ainda mais. Foi quando nem ele nem eu conseguimos nos segurar e chegamos ao clímax juntos, gritando e gemendo de maneira inesquecível.
Ele se deitou por cima de mim e deixou o seu pau amolecer lentamente dentro do meu cuzinho, que a estas alturas estava completamente molhado. Depois, ele se levantou e foi ao banheiro se limpar. Enquanto eu ainda me deliciava na cama, sentindo aquela porra escorrendo do meu cuzinho para as minhas pernas.
Fiquei na cama mais um pouquinho, como uma mulherzinha que acabou de dar. Depois, tomamos um banho juntos. Ele pediu para lamber a minha bunda dentro do chuveiro. Deixei e ainda chupei mais uma vez o seu pau até ele ficar duro novamente. Aí, ele se sentou no chão do box do banheiro e me fez sentar de costas para ele sobre a sua pica, que como um passe de mágica escorregou para dentro do meu cuzinho.
Nessa posição, eu só ficava agachado, subindo e descendo em cima do seu mastro. Não demorou muito para gozarmos novamente. Depois deste show de orgasmos, ficamos conversando.
Na saída, pude ver mais uma vez a vantagem de ser a mulher na relação. Ele pagou a conta e me deixou na porta de casa. Demos um gostoso beijo e ele me deu seu número de telefone.
Depois deste dia, nos vimos várias vezes, já que ele me escolheu para ser a mulherzinha dele, me dando presentes como calcinhas, baby dolls, meias, bodys e muitos outros artigos de dar inveja em qualquer um. E assim, de vez em quando, quando bate uma saudade, eu ligo para ele e fazemos mil aventuras.