Sou mais conhecido como Lutty e já fazem mais ou menos uns dois anos e meio que trabalho numa distribuidora de produtos alimentícios. É uma empresa familiar e, no escritório, trabalha apenas eu e o filho do dono, Emerson. Desde que comecei a trabalhar na firma, percebi como Emerson olhava para os outros empregados e como ele me olhava, e logo percebi que o negócio dele não era com mulher.
Depois de um ano de firma, passei a ter mais intimidade com os dois rapazes que trabalhavam no setor de estoque e logo fiquei sabendo que os dois transavam com o patrão todo dia. Suas narrativas me deixaram de pau duro e com uma louca vontade de comer ele também, que, apesar de ser “homem”, tinha uma bunda de fazer inveja a muita mulher, e ele colocava só calças apertadinhas que marcavam bem sua bundinha. A cada dia que passava, minha vontade de comer aquela bundinha ia aumentando e então passei a conversar mais com ele e, quando estávamos sós, a contar minhas transas com minha namorada e com outras mulheres.
Ele ficava muito interessado e percebia o modo como ele olhava para o volume que se formava em minha calça. Após um certo tempo, depois de um bate-papo, ele me perguntou se eu já havia tido uma relação com outro homem; respondi que não, mas disse que talvez pudesse experimentar um dia para ver como era. Ele ficou com uma cara muito alegre e percebi que logo traçaria aquela bundinha. E não deu outra.
Esperei mais uns dias até ter tudo como queria e, numa terça-feira, comecei a enrolar o serviço e fui então obrigado a ficar depois do expediente. Como o pai de Emerson não gostava que funcionários ficassem sozinhos na firma, pediu que Emerson ficasse comigo até eu acabar o serviço. Quando todos foram embora, Emerson começou a puxar papo comigo sobre transar com outro homem e, de repente, este começou a passar as mãos em minhas costas, dizendo que ele poderia me mostrar como era meter com outro homem.
Ele desceu suas mãos até meu pau, que estava duríssimo, e passou a acariciá-lo. Logo me virei e tirei meu pau para fora da calça e ele, então, sem cerimônia, abaixou-se e começou a chupar todo meu pau. Ele era muito hábil e fez uma chupetinha para mim que, até então, foi a melhor, tendo ele engolido toda minha porra. Rapidamente, ele se levantou e tirou toda sua roupa e apoiou-se na mesa, deixando para mim aquela bundinha toda lisinha, que era mais gostosa do que a de muita mulher, e pediu que eu o enrabasse logo.
Apesar de estar com o pau semi-flácido, tentei enfiar nele, mas não consegui, e ele se abaixou e, com uma chupadinha, o deixou ereto de novo e então pude meter-lhe todo dentro daquele cuzinho vermelhinho. À medida que eu aumentava o ritmo, ele trancava mais e mais seu cuzinho; parecia até que arrancaria meu pau. Gozei dentro do cuzinho dele e me deitei no chão do escritório, onde Emerson passou a alisar meu pau.
Ele não estava satisfeito e disse que eu teria que dar pelo menos mais umas duas com ele. Assim que meu pau ficou duro novamente, ele se sentou em cima dele e pediu que, além de comê-lo, tocasse uma punheta para ele. Fiz isso e senti, pela primeira vez, um pau estranho em minhas mãos, e até que o pau dele era grande. E assim, enfiando e punhetando, nós chegamos ao orgasmo juntos. Estávamos exaustos e, para não dar muito na cara, fomos logo embora.
Tudo isso aconteceu em setembro do ano passado e até hoje faço hora extra!