Me chamo Mateus, tenho 27 anos, casado, atraente, moro no interior de São Paulo. Já algum tempo tive a oportunidade de conhecer a Renata, uma secretária que se transferiu para o setor onde trabalho, uma linda loirinha na flor de seus 22 anos de idade, corpinho escultural, seios pequenos, bumbum arrebitadinho, coxas grossas… de parar o trânsito!
Logo na primeira semana nos tornamos bons amigos. Soube que ela era noiva e que seu futuro marido trabalhava em uma capital no sul do país e que a visitava 1 vez por mês. Sempre que precisava de algum “socorro” em seus serviços, Renata recorria a mim, com aquele sorriso lindo e maroto. Numa sexta-feira, quando estávamos para encerrar o expediente, Renata veio em minha procura, pedir se não a pudesse auxiliar em uma pesquisa para a faculdade, precisava encontrar algumas informações pela internet e ela não tinha muita experiência.
Aceitei o seu pedido. Ela usava na ocasião um vestidinho jeans um pouco acima de seus joelhos. Conversávamos animadamente quando rolou surgiu o tema sexo. Ela se dizia satisfeita com seu noivo, apesar de vê-lo apenas uma vez por mês, mas que ele foi seu primeiro namorado e primeiro homem. Notei em seus olhos e em sua voz que ela precisava mesmo era de um homem de verdade, alguém que a fizesse mulher.
Digitei um endereço que sabia ter fotos eróticas e fui mostrando a ela. Ela olhava timidamente no começo, até que se soltou e até fazia comentários sobre as fotos. Num determinado momento ela me disse que sempre tivera vontade de fazer sexo anal, mas tinha medo, pois seu noivo tentou uma vez e a machucou.
Ela se levantou para ir no banheiro, e eu levantei junto. Estávamos sentados um do lado do outro, e nossos corpos se roçaram. Enlaçei ela em meus braços e a beijei. Ela relutou um pouco no início mas se entregou. Encostei ela na parede, de pé e comecei a beijar seu pescoço, acariciando sua bundinha por cima da calcinha, sua bucetinha, que já estava molhada. Então tirei meu pau para fora e coloquei na mão dela, que foi batendo uma punhetinha timidamente.
Deitei ela em cima de minha mesa, de bruços, de costas para mim, com a bundinha empinadinha. Me ajoelhei no chão e comecei a beijar suas pernas, suas coxas. Ela soltava leves suspiros. Fui subindo até sua bucetinha molhada, enfiando minha língua quente dentro dela. Ela se contorcia, gemia, rebolava devagar. Subi um pouco mais minha língua, em volta de seu anelzinho rosado, aí ela suspirou profundamente.
Fiquei de pé bem ajeitado atrás dela e encaixei meu mastro duro na sua grutinha, que foi bem recebido por sua xana melada. A puxei pelos cabelos, virando seu rostinho para mim e comecei a beijá-la, enquanto metia fundo em sua grutinha. Ela já havia gozado 2 vezes, quando eu tirei meu cacete de sua xana e comecei a forçar a entradinha por trás. Ela apenas me disse: “Devagar amor, que ainda sou virgem aí”.
Não querendo que ela sentisse dor, mandei ela chupar meu dedo e que deixasse o mesmo melado, e fui penetrado bem devagar sua bundinha com ele, para ir relaxando, para não sentir tanto quando fosse enrabá-la. Enquanto isso chupava sua grutinha. Passado alguns minutos, resolvi enterrar meu pau naquele cuzinho apertado, foi difícil a entradinha, mas devagar fui indo. E ela gemia, jogando sua bundinha para trás.
Quando estava completamente dentro dela, tirei meu pau até na portinha e enterrei novamente, de uma só vez, e comecei a acariciar seu grelinho com meus dedos. Aquilo deixou ela doidinha, começou a rebolar, dizer besteiras, que sempre quis ser enrabada, para foder mais rápido e forte, para eu encher de porra seu cuzinho que estava ardendo por dentro.
Não pude aguentar tanto tesão e mandei ela contrair o seu anelzinho, me apertar bem forte que iria gozar. Hummm que delícia. Soltei fortes jatos dentro dela e ela gozou novamente. Ficamos abraçadinhos naquela posição por alguns instantes, depois nos recompomos. Este caso é recente, mas tudo indica que irá ter “segundo tempo”. Garotas, mulheres, comprometidas ou não que quiserem me escrever…