Olá pessoal. Tenho uma vizinha que é uma verdadeira gracinha. Ela é uma garota que partiu de um corpo de menina para um corpo de mulher em 1 ano. É uma delícia, com todas as palavras. Vou descrevê-la: pele branca, olhos e cabelos lisos castanhos claros, 1,65m de altura, seios que cabem exatamente na palma da mão. Seus seios são tão durinhos que ela dança e eles mal se mexem. Tem uma bundinha empinadinha e coxas proporcionais, sem um pingo de barriga ou algo sobrando ou até faltando. Ou seja, a garota tem um corpo perfeito.
É o tipo de garota que todos os meus amigos sonhavam em tirar a virgindade. E todos diziam: “O primeiro que comer a Kelly vai ser o cara mais sortudo do mundo”. E a sorte estava do meu lado. Eu já havia dado uns beijinhos nela e ninguém sabia. O tesão percorreu os nossos corpos desde a primeira vez em que nos beijamos. E a partir daquele momento, sabíamos que seria inevitável que rolasse uma transa.
Porém, como me encontrava na época com 21 anos e ela com apenas 18, fiquei muito arredio em tomar alguma iniciativa. Sempre critiquei os meus amigos que abraçavam ninfetinhas. E acabei me vendo na mesma situação. Mas o que podia fazer? Cada vez que nos encontrávamos – aconteceu três ou quatro vezes – acendia um fogo que era quase impossível apagar.
E uma dessas vezes, aproveitando a situação que não se encontrava ninguém em minha casa e nem na dela, fomos para o meu quarto. Entre nossas tradicionais carícias e apertos, de pouco em pouco fomos tirando a roupa um do outro. E em instantes estávamos pelados. Por sorte ou azar, não tinha nenhuma camisinha. O que nos deixou com um certo temor. Apesar de estar morrendo de tesão, estava com dois pés atrás de quebrar o cabaço da garota. Conheço a família dela desde pivete – um pai ignorante, uma mãe e dois irmãos mais velhos. E acabei usando a desculpa da camisinha e a chegada de minha irmã para botar um gelo nas coisas.
Mas não acabou por aí. Três semanas depois, eu chegava de uma festa, mais ou menos 1:30 da manhã. Mal entrei em casa e o telefone tocou. Era a prima dela que estava lá. Falando para que eu descesse, que a Kelly precisava falar comigo. Não foi necessário muitas explicações, pois havia entendido o recado. Atravessei a rua e encontrei a Kelly na garagem de sua casa. Sem falar nada, começamos a nos beijar e acariciar mutuamente.
Neste dia, estava muito frio. E nós dois estávamos bem agasalhados – aquele frio que os paulistanos conhecem bem. Mas logo o calor de nossos corpos nos fez esquecer o vento gelado. Não aguentando mais de tesão, abri o zíper da calça dela e abaixei o jeans de uma só vez. Não dando tempo para ela revidar. Ao mesmo tempo em que me abaixei e comecei a mordiscar a sua linda vulva por cima da calcinha. Ela já estava toda encharcada e gemendo de tesão. Sem resistir, baixei também a sua calcinha. E me deparei mais uma vez com uma bela bocetinha de 18 anos de fios castanhos claros e lisos, muito bem aparados.
Ajoelhado de frente para Kelly, dava-lhe leves toques com minha língua em sua bocetinha virgem. Que tesão! Sem pressa alguma, ia enfiando a língua cada vez mais fundo em sua vulva. E em volta dos seus lábios vaginais. Deixando-a louca e com as pernas estremecidas. Que mal conseguia manter-se de pé. Tive o prazer de sentir o seu gozo vindo em minha boca. E suguei sem dó todo o mel daquela princesinha.
Para nossa surpresa, sua prima apareceu. E por sorte, ela já havia subido a calça. Quando imaginei que tinha acabado e que ela iria dormir, disse que havia a segunda parte do plano bolado pelas duas ninfetinhas safadas. Que era para eu subir para o quarto com a Kelly. Resistir e fiquei pensando no rolo que daria se alguém me pegasse lá dentro. Do jeito que era seu pai e seus irmãos ciumentos, eles seriam capazes de me matar.
Mas a gatinha já estava decidida. E me disse: “É pegar ou largar, você é quem sabe”. Num momento de loucura e tesão, não queria perder aquela oportunidade. E com o cú na mão, acabei aceitando. Tirei o sapato para não fazer barulho. E entramos pelo fundo da casa, andando na ponta dos pés. Subimos a escada e logo estávamos no seu quarto.
Assim que entrei, verifiquei se em caso de emergência poderia me esconder debaixo da cama ou dentro do guarda-roupa. E para aumentar o meu drama, verifiquei que na sua janela havia grades. Como já estava lá, sabia que não havia escapatória. Então tive que relaxar para poder dar o melhor trato possível na ninfetinha virgem. E o mais engraçado era que a sua prima estava dormindo na cama ao lado.
Sem perder tempo, tiramos nossas roupas e nos deitamos. Ah, como era lindo ver aquele corpinho todo para mim! Sendo assim, comecei a chupar levemente os seus seios. Já sentindo seus mamilos apontando para o céu. Dava voltas com a língua em torno da rodela rosa. E com a mão ia apertando levemente os seus biquinhos. Fui descendo o banho de língua pela sua barriga. Até chegar na sua virilha. E continuei descendo até aqueles lindos pézinhos – nº 34. Fui subindo novamente. Assim explorando cada parte de suas belas pernas. Até chegar ao meu objetivo.
Mais uma vez tinha aquela bucetinha sendo dominada e chupada – agora vorazmente – pela minha boca e língua. Ao mesmo tempo que ia dando toquinhos no seu cuzinho. Virei meu corpo 180º. E ela sem perder tempo, pegou no meu pau e colocou na boca. Parecia uma exímia profissional chupando-o. Desconfiei que ela já havia feito isso antes.
Kelly chupava da cabeça à base. Colocando-o inteiro na boca. Quase gozei diante daquele lindo 69. Mas tive que me conter um pouco mais. Nos posicionamos na tradicional posição papai e mamãe. E comecei a fazer a penetração. Ia roçando a cabeça do meu pau por toda sua bocetinha. Até mirar no ponto exato. E começar a forçar a entrada. Kelly reclamou de dor – não era à toa, pois a cabeça do meu pau é bem grande. E pediu para eu parar. Contrariado, mas não queria forçar a barra e nem machucar a gatinha. Parei e reiniciei outra seção de carícias.
Fizemos outras duas tentativas. E ela reclamava de muita dor. Desolado, deitei-me ao seu lado. E começamos a conversar sobre os supostos medos e até onde já havíamos chegado. Depois de nossa conversa e eu já pouco esperançoso, fui surpreendido. Kelly iniciou um banho de língua por todo o meu corpo. E mais uma vez, com extrema maestria, abocanhou o meu pau. Sugando-o como se fosse um sorvete. Enterrou meu pau inteiro na boca. Enquanto dava voltas por ele com a língua. Mais uma vez o nosso tesão foi a mil.
Ela sentindo que meu pau estava duro como uma rocha, subiu em cima de mim. Ajeitou o meu pau na entrada da gruta. E desceu de uma só vez. Huuuuuuuu…. Senti a cabeça do meu pênis sendo esfolada. Mas ao calor de sua grutinha que havia me engolido por completo, me fez sentir um prazer incomparável. E assim, Kelly começou a rebolar sobre o meu pau. Que tesão sentir aquela bocetinha apertada e quente rebolando… subindo…. Descendo….
E antes que eu gozasse, mudamos de posição. Agora comigo fazendo movimentos de vai e vem. Deixando-a em posição de “frango assado”. Colocava meu pau inteiro e voltava até ver a cabeça quase saindo da sua gruta encharcada. Ficamos assim por um bom tempo. E resolvi colocá-la na posição de preferência nacional, de quatro.
Quando vi aquele rabo virado para mim, decidi que seria daquela maneira que gozaríamos juntos. E dando estocadas mais fortes, chegamos a um maravilhoso orgasmo. Com ela caindo quase desfalecida de prazer – e acho que um pouco ardida. Fiquei observando o meu líquido escorrendo pela sua bocetinha – havia esquecido a camisinha no bolso.
Para minha grande surpresa, vi que sua prima nos observava desde o início. E estava se masturbando enquanto transávamos. Perguntei se ela estava muito excitada. Ela disse que sim. E perguntei se queria entrar na brincadeira. Ela disse que apesar do tesão, estava menstruada. E que não seria uma boa idéia.
Olhando Kelly dormir como uma criança que brincou o dia inteiro e com a bundinha virada para o céu, senti uma vontade irresistível de comer o seu cuzinho. Mas como ela estava num sono profundo, preferi deixá-la dormindo. E saltei de uma cama para a cama ao lado. A prima da Kelly ficou estarrecida com o meu ato. E para que ela não abrisse a boca, fui lhe beijando até que ela correspondesse.
Foi mais fácil do que eu imaginava. A garota estava morrendo de tesão. E não foi a minha surpresa ao perceber que ela estava de camiseta e mais nada por baixo da coberta. Comecei a bulinar o seu corpo. E ela começou a falar que estava menstruada e que não me daria. Sem falar nada, virei o corpo dela de bruços. E comecei a tocar o seu cuzinho – que rabo enorme que esta garota tinha. E sem enrolar muito, peguei um condicionador e melei o cú dela. Coloquei a camisinha e também melei o meu pau já protegido. Encostei a cabeça do meu pau na estrada do cuzinho dela. E a única coisa que ela me disse foi: “Vai devagar”.
“AAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII….” foi o grito abafado pela minha mão da prima da Kelly tentando escapar do meu pau. Mas não teve jeito. Eu estava decidido e segurei a garota com firmeza. Enterrei o resto do meu pau em seu rabo. E mais uma vez tive que abafar um pequeno gritinho de dor. Que foi se transformando em afagas de tesão. Logo a garota começou a rebolar com o meu pau socado até o talo.
Com ela de quatro, iniciei lentos movimentos de vai-e-vem. Enquanto masturbava a sua chotinha. Como era gostoso sentir meu pau sendo apertado por aquele cuzinho quente e sedento! Logo estava dando frenéticas estocadas. E não demorou muito para que gozássemos…. Que orgasmo fantástico! Enchi a camisinha de porra….
Para que Kelly não percebesse a minha ausência, voltei para a cama dela. Que acabou acordando quando eu deitei…. Ela olhou para mim e perguntou por que eu estava tão suado. Na hora, fiquei vermelho e sem saber o que falar. Fui beijando sua boca de forma sedenta. E não deu outra. Em poucos minutos eu já estava recuperado e morrendo de tesão. Do jeito que estávamos, penetrei aquela ninfetinha mais uma vez. E assim cheguei ao meu terceiro – e o segundo de Kelly – maravilhoso orgasmo.
Já eram quase 4 da manhã. Nos vestimos e saí da casa dela na ponta dos pés. Para minha sorte, apenas tive que atravessar a rua para estar em minha casa. Tomei um banho e me deitei. Comecei a relembrar esta louca aventura. Fiquei com tanto tesão que tive que me masturbar. Depois desta transa, fiquei com tesão de transas perigosas. E tenho uma outra em que transei com a garota numa sala e a mãe dela na sala ao lado no tel. Mas esta fica para uma outra vez….