Eles haviam se conhecido num chat na internet, já, ambos, com segundas intenções… Ela, loira, alta, gaúcha, bem feita de corpo e com a pele bem branca. Ele, alto, musculoso, cabelos castanhos lisos e bem curtos, de lutador, peito com pelos másculos, cheiro intenso, adocicado e silvestre, bronzeado do sol do Rio. Ela era jovem e ele, homem feito, maduro.

Um dia, Ralph convidou Lolita para passar um fim-de-semana na Cidade Maravilhosa. Aquilo a pegou de surpresa e deixou-a ansiosa, pois, depois de todos aqueles e-mails, ela realmente desejava aquele homem… Ralph foi buscá-la no Aeroporto Tom Jobim. Foi um encontro muito feliz para os dois e não houve o menor problema em se reconhecerem. Deram dois beijinhos e ele a abraçou um pouco mais demoradamente. Lolita corou levemente e ele sorriu…

Foram para o carro e rumaram em direção à casa dele, no bairro da Urca, para o belo apartamento da mãe de Ralph, onde ela ficaria hospedada, com vista para o Corcovado e com o Pão de Açúcar por trás, encrustado em plena Baía de Guanabara. A figura da loira gaúcha impressionou o carioca moreno e a atração foi imediata.

Ainda no elevador do aeroporto, os dois, comprimidos pela gente aí dentro, ficaram cara a cara e a uns poucos centímetros de distância. Seus corpos, contudo, estavam colados e Lolita pôde sentir um volume na parte do seu baixo ventre. Era o pau de Ralph, já entumecido com aquele encontro… Ela sentiu seu coração disparar…

Entraram e rumaram para a zona sul. No caminho, havia vários motéis e Ralph já tinha em mente provocá-la com isso. Ela estava de saia curta e blusa decotada, e sentada ao seu lado. Em um sinal de trânsito, ele elogiou suas pernas e passou a mão de leve por entre suas coxas… Ele perguntou: “Tudo bem?” Ela estava nervosa, apesar de excitada. Ele pegou a mão dela e depositou-a na sua coxa. Ela deixou a mão lá…

Falaram abobrinhas até que ele perguntou, de repente, se ela havia trazido o consolo para a jacuzzi. Ela se assustou, mas logo em seguida caiu na gargalhada… “Você é um palhaço”, disse. Pronto! O clima estava rompido e ela se soltou e ele também. “Vou te levar agora para um motel, você topa?” Ela respondeu: “Não foi para isso que eu vim pra cá mesmo?” Sua resposta direta deixou Ralph meio perturbado, pois ele também estava num clima romântico. “É verdade”, disfarçou. Na realidade, ambos estavam envolvidos reciprocamente, mas não deixavam transparecer. “Vamos pra casa direto”, decidiu Ralph, deixando-a mais relaxada… “Que bom”, pensou ela.

Chegaram em casa e foram direto para a varanda ver a magnífica vista. Deixou-a só e foi preparar uma laranjada. A mãe de Ralph apareceu e muito afavelmente cumprimentou-a e deu-lhe as boas-vindas. Elogiou aquela bela mulher e disse que também era filha de pais alemães de São Paulo. Ralph seria, portanto, neto de alemães por parte de mãe, refletiu. “E seu esposo?”, perguntou, curiosa por causa do tom de pele de Ralph. “Sou viúva e meu marido era brasileiro…”, respondeu.

Enquanto isso, Ralph voltava da cozinha com os copos e reparou o belo traseiro daquela gaúcha que ele ia comer. Imaginou aquela bunda se esfregando em sua cara e o cheiro de fêmea em sua boca e nariz. “Vocês já se conheceram? Lolita, mamãe…” Sentaram-se e ela cruzou as pernas na frente dele, deixando propositadamente que ele vislumbrasse a sua calcinha. Ele mordeu o lábio inferior sem sentir e ela imitou-o. A cumplicidade estava armada. Ia comer aquela puta em seguida.

Durante o papo, muitos foram os lances de sensualidade lançados por Lolita para a expressão máscula de Ralph. Ela havia trazido o consolo, ele sabia. Só não sabia o tamanho do consolo e isso o deixava cabreiro. Por seu lado, ela sabia que o consolo era enorme, do tamanho da pica de Ralph, que anteriormente ele lhe havia descrito.

Com olhares maliciosos, Lolita pensava: “Vou comer esse filho da puta com a verga do mesmo tamanho que ele vai me comer. Se ele mentiu sobre o tamanho do caralho dele, problema dele!” Ela estava sentindo seus instintos aflorarem e sua fisionomia ficou diferente… Por seu lado, Ralph começava a ficar mais acanhado à medida que via o despertar perverso daquela fêmea linda. “Seja o que Deus quiser…”, pensou ele.

Meia hora depois, a mãe de Ralph despediu-se, argumentando que ia almoçar com uma amiga. Ela, por seu turno, sentia a calcinha úmida e estava com tesão. Ia tomar a iniciativa pra cima daquele babaca. Os dois acompanharam-na até o elevador e mal a porta fechou, ela puxou Ralph pela camisa e abriu a boca, esperando o seu beijo…

As bocas se uniram e a língua poderosa de Lolita invadiu a boca quente e cheirosa daquele macho. Imediatamente, pegou a mão dele e levou até sua calcinha. Ele afastou o elástico e enfiou o dedo indicador na buceta dela. Gemeu… Começou a apalpar o pau de Ralph por cima da calça. Sua pica ainda não estava dura…

Foi guiando ele até pegar a sua bolsa. Enquanto isso, ela começou a desabotoar a blusa dela e dele… Ele desabotou as calças e tirou-as, ficando de cueca-samba-canção, agora com o pau meia-bomba… Ela não resistiu e baixou aquela cueca pra ver a pica dele. Levou um susto! Um pau meio mole, meio duro, mais comprido que um copo de caldo de cana, e grosso. Abaixou imediatamente e colocou-o em sua boca, chupando-o vorazmente. Queria aquela pica dura…

Enquanto chupava, sentia o volume dela crescer dentro da boca, um cabeção, um cheiro de pau maravilhoso… Em poucos segundos, estava dura como um mastro e ela continuava chupando sem mais saber o que fazer… Lembrou do consolo e livrou-se da saia e da calcinha. Ambos estavam nus e cheios de tesão.

Ela sorrateiramente deslizou sua mão esquerda na direção da bunda dele. Molhou o dedo indicador e médio com cuspe e começou a acariciar seu ânus. À medida que chupava, aquele homem começou a penetrar com o indicador e depois com os dois dedos o cu dele. Ele não mostrou resistência… Ela então enfiou pra valer os dedos até o fundo…

Sua pica foi fundo na garganta de Lolita. Ela estava molhada, encharcada de seiva feminina. Tirou o pau da boca e, sempre com os dedos no cu dele, retirou da bolsa o consolo de 22 cm, grosso, que havia comprado. Esquecera-se de trazer a vaselina… Molhou aquele instrumento com muita saliva enquanto manipulava o cu de seu macho.

Inclinou-o para a frente, deixando-o vulnerável e de costas pra ela. Retirou os dedos devagar e apontou o consolo na direção certa. Ele não via o tamanho do mastro que começava a ser introduzido bunda acima. O rosto de tesão de Lolita estava agora com feições más, mordendo seus dentes e querendo enrabar aquele cara, pra ela um velho, quase.

Começou a forçar a entrada e Ralph começou a gemer de dor. “Uuhhhhhhhhhhhh… ai, ai, Lolita, vai devagar… hummmmmmmmmm”. Quanto mais ele gemia, mais ela enfiava impiedosamente aquele pau nele. Queria enfiar até o cabo…