eu, sol, contarei aqui uma incrível história de fazer gozar sem querer parar. minha irmã tinha 18 anos quando eu, já com 19, passei a ter sensações que nunca tinha sentido pela garota.

um dia, na fazenda do meu avô, nos divertimos bastante, o suficiente para nos refrescarmos na piscina. minha irmã, com seu minúsculo biquíni, passou por cima de mim, que estava no chão da piscina; meu cacete, na hora, começou a endurecer, mas não podia acontecer aquilo, então pulei na água.

como todos sabem, nadar cansa muito; por isso, fomos, depois, para nosso quarto, que ficava muito distante de onde o resto dos familiares estavam – era uma casa distante que só havia quartos.

chegando lá, minha irmã foi logo ao único banheiro, que só havia no quarto dela. ao entrar no quarto dela para esperar ela acabar seu banho, vi que a porta do banheiro estava totalmente aberta, de uma maneira tão absurda. entrei… e aí vi ela dentro do box, pelada. tirei toda minha roupa e entrei, acaricie-a por trás. percebi que ela estava se masturbando. foi então que passei a masturbar por ela, passando meus dedos em sua bucetinia, macia e deliciosa, e ela esfregava sua gostosa “bunda” em meu enorme cacete, totalmente duro.

de repente, ela me puxou para fora do banheiro – eu e ela, todos molhados. então, ela me deitou delicadamente na cama dela e começou a cariciar meu pau. não aguentei e puxei ela para a cama também. ela, por instinto, começou a chupar meu grosso caralho, colocando todo ele em sua boca. ela babava toda em meu cacete. ela colocava todo meu pau em sua boca, inteirinho. meu pau doia de tanta dureza.

até que ela disse que queria sentir, pela primeira vez, um caralho em seu cu. me levantei e joguei ela na cama. ela, com as mãos na cama e os joelhos no chão, foi aí que eu cuspi em meu pau e comecei a enfiar a cabeça de meu cacete em seu apertadinho cuzinho. quando coloquei a cabeça dentro de seu cu, ela segurou minhas pernas e empurrou sua bunda para trás, fazendo com que meu caralho entrasse inteirinho em seu cu, arregaçando todas as suas pregas do cu. ela gritava muito, gemia e dizia: – fode o cu de sua irmãzinha, fode!

comi-a com tanta força que cada vez ela gemia mais forte. ela tem um corpo muito gostoso e macio. agarrei em suas pernas enquanto meu pau estava dentro dela e me deitei na cama para que agora ela fizesse todo o serviço. ela, então, não se deu por dominada e começou a enfiar cada vez mais meu pau em seu cu. gemia bastante.

deitei ela na cama de costas, sem tirar meu pau de dentro. comecei a foder-la só no cu. gozei bem dentro de seu cuzinho. comi-a mais 2 vezes. depois, fomos tomar banho. no banho, ela queria fazer uma chupeta. meu pau, novamente duro, ela começou a mamar. gozei todinho na boca dela. ela disse: – você quer que eu engula? eu disse: faça o que quiser, já gozei mesmo!

em outros dias, transamos novamente. gozei dentro da buceta dela enquanto eu comia ela sentado na privada do banheiro. nada aconteceu, mas anos depois ela teve um filho, meu. fugimos, comprei uma casa e moramos lá por 10 anos. minha irmãzinha… sorte que ela era filha de meu padrasto!