eu, jovem de 18 anos, até certa data considerava-me heterossexual, mas sempre tive desejo e prazer de transar com homens. um dia desses, eu estava sozinho em casa, sem nada para fazer e morrendo de tesão. peguei meu nunchaku (instrumento de arte marcial formado por dois pedaços de pau unidos por uma corrente), já todo nu, e me pus de quatro no sofá. comecei a enfiar aquele pau grosso no meu rabinho, e era gostoso… melhor só seria se houvesse alguém ali para me foder.

e eu continuei lá no sofá, me masturbando, gemendo baixinho, morrendo de prazer… com toda essa safadeza, não notei que meu tio, um homem moreno e forte, entrara pelos fundos da casa, e continuei a foder meu rabinho rosa apertado. quando foi a hora de quase gozar, parei e olhei para trás. meu tio estava me observando na cozinha e não fazia pouco tempo.

ele caminhou seriamente na minha direção. pensei que fosse me bater. atirou longe meu nunchaku e me disse: – você gosta de dar esse seu cuzinho? – pois bem, vai ter o que quer! ele tirou o cinto, a calça e o resto de suas roupas, pegou nos meus cabelos longos e puxou com força em direção ao seu pau, e me fez chupar sua pica grossa, cheia de veias. quem disse que eu não estava gostando? eu chupava intensamente aquele pau quando ele se afastou, me pegou pela cintura e me ajeitou de quatro no sofá. preparou sua pica para rasgar meu cuzinho. eu, louco de tesão, cheguei a pedir que enfiasse logo. ele não demorou, entrou rasgando com aquele cacete enorme meu cuzinho apertado. eu gemia demais, enfiava a cara nas almofadas e gritava sufocadamente aquele grito de prazer. e ele não parava, ia cada vez mais rápido. eu sentia meu rabinho arder, queimar e gritava para que não parasse. ficamos freneticamente por minutos intermináveis de puro prazer. foi quando gozei.

minhas pernas bambearam, encostei o peito no sofá, só com a bundinha empinada recebendo aquele cacete enorme. e ele, lá firme e forte, socando com violência seu pau no meu cú. pensei que iria desmaiar de puro prazer. foi quando ele parou, tirou seu pau devagarzinho do meu cú. ele estava totalmente aberto, arregaçado. então ele pegou e gozou dentro do meu rabinho. eu senti aquele leite quente escorrendo por dentro e desabei com meu cuzinho totalmente latejando. ele se vestiu e foi embora.

toda semana, a partir daquele dia, ele passa em casa pra me buscar. fala que vai me levar pra trabalhar com ele no escritório, enquanto trepamos feito cães nos motéis da cidade. eddie.