Três anos depois, eu estava morando na casa de minha avó, quando meu primo apareceu e pediu à minha avó se ele podia ficar uns tempos ali. Minha avó disse que tudo bem, mas que só tinha um quarto e uma cama de casal e que ele teria que me perguntar se poderia ficar, pois eu já estava lá há mais tempo. Eu falei que tudo bem, contando que ele me ajudasse na arrumação do quarto.

Então, ele foi à casa dele apanhar algumas roupas e eu fui para o trabalho. Quando cheguei à noite, encontrei tudo arrumado em meu quarto. Ele virou e falou: “Gostou?” Eu disse que sim. Então, fui tomar um banho e fui jantar, conversei um pouco com minha avó e fui para a cama me deitar. Ele ficou conversando um pouco mais e veio se deitar. Eu me levantei e fui pegar um lençol para ele. Aí, ele perguntou para que nós poderíamos cobrir com o mesmo lençol. Eu falei tudo bem. Então, apaguei a luz e me deitei. Eu tinha o costume de me deitar pelado, mas acabei botando uma cueca. Ele falou: “Engraçado, vovó falou que você tem o costume de dormir pelado e está de cueca.” Eu também costumo dormir pelado, mas também estou de cueca. E veja como ele fica. E pegou minha mão e colocou em cima do pau dele, que estava duro que nem uma pedra. Aí, eu fiquei alisando por cima da cueca. Então, ele colocou ele para fora da cueca e começou a me alisar. Eu estremecia todo e lembrava da minha primeira vez com ele. Ele também estava lembrando de tudo no meu ouvido e falava que estava cheio de saudade, que me queria.

Eu fiquei punhetando ele até que ele me virou de bruço e me enfiou sua pica toda em meu cúzinho. Que delícia isso tudo! Três anos depois, ele não trabalhava, só eu. Isso nós ficamos umas três semanas fudendo gostoso. Quando uma bela noite, depois de fudermos bastante, ele virou para mim e disse que queria dinheiro. Eu falei que não ia dar, pois eu dava minha bunda e meu cú para ele porque eu o amava. Então, ele falou que iria embora para casa da mãe dele e nunca mais eu iria ter sua pica.

No dia seguinte, fui para o trabalho. Quando voltei, encontrei um bilhete: “Eu também te amo, mas sem dinheiro não dá. Tchau, se quiser me procure.” Nunca procurei ele, mas os anos passaram. Eu já estava casado quando minha cunhada resolveu casar e mandou um convite para os meus familiares. E quem apareceu em minha casa? Meu primo! Tudo estava uma bagunça, pois todos resolveram se arrumarem na minha casa. Era fila para tudo. Foi quando minha mulher determinou que eu e meu primo fôssemos os dois juntos para o banheiro enquanto um tomava banho, o outro fazia a barba.

Ai, entramos e tiramos as roupas, mas sem dar uma palavra. Eu fiquei de costas para ele e fui fazer a barba. Quando ele chegou perto de mim e encostou aquilo que eu mais gostava, eu fiz a barba com ele todo dentro de mim. Ele me chupava e falava no meu ouvido que foi muito burro e que eu poderia ter sido sua mulher para sempre. E que quando soube que eu ia casar, quase foi me pedir para casar com ele. Hoje, fico pensando nele, estou doidinho pra dar pra ele, mas estamos longe. Ele se separou, arrumou outra e veio para o estado em que estou morando. Ele continua um tesão. Eu quero ele tanto, beijar, chupar e mais tudo. Esse homem foi o único na minha vida.