Estou escrevendo no sábado, dia 14 de outubro de 2000. Isto quer dizer que apenas fazem exatas 4 horas que acabo de chegar de um fim de semana na praia de Barra de São João, no litoral do Rio de Janeiro (região dos lagos, distrito de Cabo Frio). Tudo ia muito bem quando combinamos, eu e minha namorada, para irmos com nossos pais para a casa de praia que acabamos de construir naquele lugar. Foi quando combinamos que me lembrei de um pequeno detalhe: eu sou um rapaz muito aberto (no bom sentido), meu negócio é mulher, mas também gosto muito de homens. Sou apaixonado por corpos esculturais e com sungas. O que me fez bater um gelo na hora em que me lembrei de que estava indo para transar com minha namorada e iria ver todos aqueles rapazes. Logo, iria me causar um constrangimento.

Em fim, ao chegar no local, logo no primeiro dia de banho de mar, estava namorando minha querida quando observava outro casal se beijando. Só que não reparava no traseiro dela e nem em seus seios, mais no volume da sunga do rapaz, branquinho, alto, peito liso e uma cara de virgem que faz qualquer cara como eu ficar “molhado”. Sem perceber, comecei a bolinar em meu pau que crescia na mesma proporção daquela pica dura na sunga marrom. A coisa ia esquentando quando minha namorada percebeu o meu volume e tive que explicar que era por causa do beijo que ela havia dado em mim! Tudo mentira, queria mesmo era pegar naquele pênis lindo e grande do rapaz.

No segundo dia, estava sozinho caminhando pela praia quando observei um rapaz moreno conversando com outro rapaz loiro. Me aproximei e perguntei a hora. Eles riram e o moreno disse:
– Tá na hora de eu ir embora!
Logo percebi que eles queriam pegar alguém para fazer algo, mas fiquei na minha. Quando iniciei o loiro um papo de que casa eu estava, qual rua, se à noite estaria eu em Rio das Ostras, etc… Ficamos conversando longo tempo quando minha namorada chegou com seus pais e apresentei o Marcelo para eles, com intuito de que estudássemos juntos.

Já estava anoitecendo quando me ofereci para ir à padaria comprar pão e adivinhem quem estava lá também com uma sunga roxa apertadíssima? Ele mesmo, o Marcelo, com um embrulho de pão na mão. Ele ficou 5 minutos na fila, olhando fixo para mim que estava de camiseta e short, e se aproximou quando ia pagar e me convidou para dar um pulo na casa dele. Eu disse que teria que ser rápido porque estava levando pão para 6 pessoas. Ele me disse que eu não iria me arrepender.

A casa era cheia de conchas do mar e pequena, só para ele passar seus fins de semana. Era bem ventilada pela janela que havia de frente para o mar. Sentei-me na cama quando perguntei o que ele queria. A resposta foi imediata. Ele abaixou um pedaço da sunga no lado e mostrou como estava queimada e aquela parte fica branquinha. E era só para me provocar e conseguiu. Minhas mãos suaram e tremia quando resolvi revidar aquela provocação. Sabem como? Eu disse:
– Isso não é nada! Olha como meu bumbum fica branco!
Desci meu short e mostrei meu traseiro recém lavado para ele, como se ele fosse um farmacêutico que iria me aplicar uma injeção. E Marcelo tocou no meu rego e apertava, ofegando e gemendo. Ele se abaixou e abriu as bandas de meu traseiro e lambeu!

Eu pirei como um garoto de 18 anos. Quando se levantou, nos beijamos profundamente e sentimos o calor das queimaduras de praia um do outro. Os membros se tocavam a cada abraço e via como o dele estava melado e fui o primeiro a provar do líquido maravilhoso. E aquela cabeça vermelha e protuberante, devia ter pelo menos 15 cm de pênis. Eu dava-lhe chupadas de leve e intercalava com masturbadas firmes. A sensação em seu corpo o fazia gemer mais e ficar mais quente e vermelho o rosto. Foi quando, de repente, sem ele avisar, ele gozou na minha boca e na minha face com jatos velozes e brancos encorpados. Ele disse que não se aguentou e eu queria sair daquela humilhação ali de quatro com o rosto cheio da porra de outro homem. O que a minha namorada iria pensar?

Foi quando, de consolo e desculpar, ele começou a beijar o meu pau e a chupar com fervor e velocidade. Num rápido lance de corpo, ele passou à minha frente na cama molhada de suor e sêmen e abriu bem as pernas e disse:
– Me fode com força, entra com tudo aqui no meu cú!
Eu não resisti àquelas palavras e o penetrei devagarinho. Percebi a sua dor e era realmente um ânus muito apertado e quente. Tive que cuspir várias vezes seguida para não me machucar. Mais enfim, era a minha vez de fazer com ele o que ele me fez!

Gozei litros de sêmen em seu rosto que escorria da língua dele para o peito e esfreguei tudo em seus mamilos. Quando tudo terminou, me lembrei do pão e sai correndo me enxugando e vestindo-me. Quando cheguei em casa, minha namorada perguntou por que a demora e por que o saco do pão estava cheio de gosma respingada. Eu gelei na hora e disse tudo para ela. Ela começou a chorar e eu perguntava, depois de argumentar com ela que eu era assim porque gostava do corpo dos outros homens. Ela me disse que sabia, mas não havia falado nada porque era lésbica! Isso é caso para um outro conto.

Valeu!
Jorge.