Somos um casal normal. Karla, minha mulher, tem 32 anos, 1,67, seios grandes e bonitos, pernas bem feitas, cabelos e olhos negros e um rosto que possui um sorriso muito sexy. Eu tenho 39 anos, sou alto e possuo meu charme. Por muito tempo, estamos fantasiando e desejando novas aventuras em nossa vida, nunca partimos para concretizá-las, mas um dia aconteceu.

Faz dois anos que mudamos de cidade e, dois meses atrás, recebi um amigo do meu antigo emprego aqui em nossa atual cidade. Karla não gostou quando lhe comuniquei da visita que iríamos receber, ela nunca gostou muito do Sérgio, afinal sabia das farras que tínhamos aprontado juntos e temia que aqui elas se repetissem.

No dia marcado, fomos ao aeroporto buscá-lo, ele ficaria cinco dias a negócios e teríamos um tempo para conversar e tomar umas cervejas. No começo, tudo foi muito formal e o humor de Karla foi melhorando.

Na véspera do seu retorno, eu o chamei para ir à casa de uns amigos, onde haveria uma festinha de aniversário. A noite transcorria normalmente, Karla usava um vestido preto, curto e decotado. Dançava animada enquanto eu conversava com algumas pessoas. Já perto do final da noite, ela me chamou num canto e reclamou que eu não tirava os olhos de uma garota e falou: “Você vai ver!!!”

Saimos da festa e rumamos para nosso apartamento; no carro, todos estavam mudos, já em casa, ela achou que devíamos acabar com umas latinhas de cerveja. Colocou uma música para tocar e voltou a dançar; sua dança era muito provocante, mesmo sabendo que eu não danço, me puxou para dançar, não aceitei e ela chamou Sérgio, ele topou.

Vendo os dois, fiquei um pouco ciumento e pensei que ela fazia aquilo para me provocar, afinal ela tinha visto eu olhar para uma gata na festa. Como não queria demonstrar, levantei-me e, como se tudo estivesse normal, fui ao banheiro e depois à cozinha pegar mais cerveja. Retornando à sala, fiquei estático; eles dançavam colados, as mãos dele apertavam ela com força junto ao seu corpo, mais uns instantes e eles se beijavam alucinadamente.

Ao perceberem que eu já tinha retornado, Sérgio fez menção de parar e ela não deixou; pegou sua mão e colocou por sobre seu bumbum enquanto fazia o mesmo com ele. Ato contínuo, fiquei pasmo e ereto; quando me dei conta, estava atrás de Karla, mordendo sua nuca e levantando seu vestido. Ela já estava abrindo a calça de nosso amigo e foi me empurrando para o sofá; ali sentado, pude ver ela chupar com vontade a pica de Sérgio, que já não entendia nada, mas gostava do que estava acontecendo.

Ele começou a se despir e ela, esticando a mão, colocou meu pau para fora da calça; se levantou e em um segundo estava só de calcinha e agora me chupava. Sérgio afastou a calcinha e começou a chupar sua xana. Ela, querendo um lugar mais confortável, nos puxou para nosso quarto e lá continuou a me chupar.

Eu estava sentado e ela deitada de lado; já estava sendo preenchida por ele; suas chupadas foram ficando mais vigorosas. Percebi que quanto mais forte ele metia, mais profundamente ela me engolia. Adorando aquela chupada, peguei na gaveta do criado-mudo um tubinho de KY-GEL e entreguei para ele, que na hora entendeu.

Quando começou a comer sua bundinha, ela, para sufocar os gritos, engolia minha pica até o fim; eu podia sentir seus lábios encostarem em meus pelos. Mudamos de posição; agora, ela estava a cavalgar nosso amigo e eu a lhe beijar os seios e boca.

Eu tenho um dote considerável e Sérgio não tem o mesmo tamanho, mas é mais grosso que o meu; por isso, sabia que ela estava a se deliciar com aquela enrabada. Em um momento, ela falou que queria se sentir uma atriz porno. Ficou de quatro na cama e pediu que comêssemos sua bundinha alternadamente a cada estocada.

Foi incrível como ela dominou a situação; o controle era tanto que não conseguíamos gozar, pois quando ela percebia, já inventava uma nova brincadeira, e assim nós podíamos manter o controle. Depois de muitas extravagâncias, quando ela foi comida em várias posições, partimos para seu maior desejo: abrigar dois belos membros ao mesmo tempo.

Ela, sentada na pica de Sérgio e eu por trás, a comer seu rabinho. Ela falava: “Vai, seu corno, come a bundinha da sua putinha, enquanto eu me acanho nessa linda pica”. Ainda trocamos de posição e fizemos com que ele, sentado na cama, com ela sentada em sua pica e eu a comer sua xana, enquanto via o rosto de prazer da minha putinha.

Ela, no final, ainda conseguiu beber o gozo dos dois, pois controlou tão bem a situação que só gozamos quando ela deixou, ou seja, na sua linda boquinha. Extenuados, dormimos os três juntos, com ela segurando os dois cacetes.

Acordei com o sol nascendo e ela me chupando, enquanto Sérgio, mais uma vez, lhe comia com vigor. Ainda fizemos dupla penetração vaginal; gozamos todos juntos; Karla ficou alucinada e totalmente desfalecida com o prazer que sentiu ao ter dois homens a gozar em sua xaninha ao mesmo tempo.

Sérgio voltou para sua casa e esperamos sua volta, quem sabe, com sua esposa, que eu conheço e sei que é muito gostosa. Quem se identificar com este conto e quiser trocar ideias ou talvez nos conhecer.