Oi, meu nome é Kelly, tenho 22 anos e sou casada há dois anos com meu maravilhoso marido, Paulo, de 27 anos. Somos swingers desde que casamos; de fato, mesmo antes do casamento, adorávamos a ideia de ter sexo com outras pessoas, mas sempre achamos que deveria ser feito entre amigos.
No meu primeiro ano de faculdade, conheci Laura e ficamos muito amigas. E, como todas as amigas, com o tempo estávamos conversando sobre tudo, inclusive sobre sexo. No meu segundo ano de faculdade, descobri que ela era bissexual e tinha uma quedinha por mim. Fiquei muito excitada e Paulo, na época meu noivo, também. Seria maravilhoso transar com ela, mas estávamos de casamento marcado e, como precisava da autorização dos meus pais para casar, adiei essa experiência (minha família é muito conservadora e, se descobrissem que eu fazia sexo com outras pessoas e que Paulo concordava, só poderíamos casar dois anos depois).
Estávamos loucos para casar e para viver aquilo que sempre pensávamos e, então, resolvemos não nos arriscar ainda. Laura, de vez em quando, me dizia que adoraria “brincar” comigo e eu sempre ficava muito excitada, mas não dizia nada para ela, desconversando um pouco. Ela percebia minha excitação, mas não me queria provocar problemas, por isso, um dia, me disse que, quando eu estivesse pronta, ela estaria também. Eu, então, contei a ela que adorava a ideia, mas esperava me casar antes e que Paulo me apoiava em tudo.
Sete meses depois, voltei de minha Lua de Mel, muito feliz, e ela nos ligou. Eu fui logo dizendo que havia chegado a hora; combinamos e, em meia hora, estávamos na casa dela, esperando que ela descesse. Ela desceu, entrou no carro e já me deu um beijo na boca delicioso. Eu não acreditava que estava fazendo aquilo; era muito gostoso. Perguntei para o Paulo se podia ir para o banco de trás; ele concordou na hora.
Laura voltou a me beijar e comecei a ficar louquinha de tesão e, pelo volume na calça do Paulo, ele também. Ela me pediu para mostrar a buceta junto com minha calcinha preta até os joelhos. Ela deu um sorriso e disse: “Que coisinha linda! Vamos brincar muito, hein!” Dei um beijo nela e continuei: “Agora só falta eu ver o pintão que entra nela.”
Posso ver?
Eu, com a cabeça, disse sim e ela foi abrindo o zíper da calça do Paulo, que continuava dirigindo louco para chegar em casa e libertou aquela pica maravilhosa, segurando-a bem forte.
Eu fiquei molhadinha na hora, vendo o meu maridão com o pinto na mão da minha amiga. Estávamos chegando em casa e, como moramos em um apartamento, me vesti rapidamente enquanto Laura recolocava aquele pinto de volta na calça. Subimos o elevador e não falamos nada; só ouvíamos nossa respiração ofegante de tesão.
Chegamos em casa e nos sentamos no sofá. Eu estava muito nervosa e tímida, embora cheia de tesão. Laura me deu um beijinho na boca e me disse que era normal ficarmos nervosos, mas que iríamos brincar e nos divertir muito. Disse também: “Agora é minha vez de mostrar minha bucetinha para vocês.”
Começou a tirar a sainha preta e uma calcinha branca que pude ver que estava bem molhadinha. Não sei por que, mas fiquei excitadíssima vendo aquela bucetinha raspadinha, bem rosinha, e tive vontade de tocá-la.
Comecei a passar minha mãozinha naquela bucetinha e estava adorando, e Laura também. Ela, então, beijou minha boca e começou a beijar meu corpo inteiro, principalmente o meu umbiguinho, meus peitinhos (duríssimos já nesta hora), minhas pernas, até parar na minha bucetinha. Ela começou chupando os meus grandes lábios, depois meus pequenos lábios, deu um beijinho no meu grelinho, enfiou a língua dentro de mim e, depois, pouco me lembro, pois estava nas nuvens. Ainda mais quando ela me chupou e me penetrou ao mesmo tempo; comecei a gozar. Realmente, mulher sabe chupar.
Ela me deu um beijo e pude sentir meu próprio gostinho em sua boca. Pedi para chupá-la o mais rápido possível; comecei a chupar e descobri que o gosto de uma mulher é puro tesão. Chupei, mordisquei e a penetrei com a minha língua, indo até a minha boca. Fui beijá-la e fiquei abraçadinha com ela no chão.
Meu marido estava quase gozando (estava se masturbando o tempo todo) e, como sou louca por uma porrinha quente, fiz ele gozar na minha boquinha com algumas chupadas e aquela pica continuou em pé.
Laura pediu para chupá-lo e eu deixei (era lindo demais). Estava louca para receber ele dentro de mim quando Laura falou para eu sentar nele. Comecei a sentar bem devagar, sentindo aquela cabeça enorme me penetrar e, em alguns segundos, o estava cavalgando. Laura, que estava na nossa frente, começou a chupar o saquinho dele. Ele berrou: “Assim não dá, assim eu vou gozar!” Eu, então, diminui o ritmo e ele conseguiu se segurar. Só que, para minha surpresa e felicidade, Laura passou a me chupar enquanto eu cavalgava meu maridão. Não resisti e gozei duas vezes seguidas. Paulo teve que se segurar, mas não aguentou e gozou na minha bucetinha. Senti aquele picão todo murchar dentro de mim e me levantei, deixando aquela porra escorrer para Laura provar um pouquinho do néctar do meu marido. Ela adorou.
Ficamos sentados, falando como tinha sido gostoso. Laura se levantou e disse que não podia deixar aquele pinto sem colocá-lo dentro dela na mesma hora. O pau do Paulo subiu e eu resolvi retribuir tudo o que ela tinha me proporcionado naquele dia. Disse para o Paulo: “Mô, vamos fazer ela gozar gostoso?” Ele, rindo, me respondeu: “Com todo prazer.”
Ele a pegou e a colocou na mesa com as pernas bem abertas e disse: “Deixa eu dar umas lambidinhas nessa bucetinha que minha mulher teve o prazer de provar.” Começou a chupá-la um pouquinho e, percebendo que ela já estava excitada, olhou para mim e disse: “É bem gostosinha mesmo; agora vamos ver se ela me recebe gostoso.” Fui junto deles, dei um beijo na boca de cada um e ele começou a penetrá-la. E comecei a ouvir os gemidos de dois e dois e passei a fazer o que ela tinha feito comigo: chupei a bucetinha dela enquanto meu maridão realmente brincava com ela, até que ela gozou e gozou e gozou, 3 vezes. Estávamos todos cansados e melados; fomos tomar banho, rindo muito do que acabávamos de experimentar. Trocamos alguns beijinhos e carícias, nos vestimos e a deixamos em casa, super satisfeitos, trocando mais alguns beijinhos.
Chegamos em casa e conversamos sobre o que tinha acontecido e quanto nós nos amávamos. Dormimos abraçadinhos, super felizes. Depois disso, a Laura se tornou ainda mais amiga e, até hoje, nos divertimos muito (ela e mais outros amigos nossos). Escrevi esta carta, pois achamos legal compartilhar experiências. Adoramos ajudar casais ou pessoas que sentem o mesmo que nós. Se precisarem ou quiserem nos escrever…