Já há bastante tempo, eu e minha mulher vimos fazendo fantasias eróticas cada vez mais apimentadas, pois isso quebra a nossa rotina e nos excita muito, fazendo com que sempre acabem numa trepada deliciosa. Com o evoluir do tempo, as fantasias acabam por revelar os nossos desejos mais secretos e, com isso, minha mulher, que é bastante tímida, acabou por deixar aflorar suas fantasias mais íntimas, que são várias, entre as quais a de meter um cacetão diferente, mostrar seus peitinhos e sua bucetinha de forma a provocar tesão em outra pessoa e, principalmente, enfiar um cacetão bem grosso e cabeçudo na sua buceta e gozar com ele, enchendo a sua gostosa bucetinha de porra. Por meu lado, fico taradão em imaginar sua excitação e vibro só em imaginá-la gozando como louca numa situação dessas. Por isso, ponho cada vez mais lenha na fogueira, aumentando seus desejos e deixando-a cada vez mais taradinha quando enterro meu cacete na sua bucetinha.
Às vezes, percebo que no meio da trepada ela, com os olhos fechados, seguramente está imaginando uma situação das fantasias, procurando sentir um cacetão diferente alargando sua gostosa buceta e, quando goza, seu corpo todo treme e se contorce como se isso tivesse sido realidade. Mas como tudo necessita de evolução, as fantasias para serem sempre melhores têm que evoluir ou mesmo variar na sua forma e, é isso que temos buscado. Já consegui que saíssemos, ela sem calcinha, com os peitinhos livres em blusa mais leve e com roupas mais ousadas. Percebi, entretanto, que ela sempre relutava em fazer fantasias mais próximas da realidade, situações que mesmo em hipótese pudessem vir a ser reais, com pessoas conhecidas.
Ela não deixa de ter certa razão e seu medo provavelmente vem do risco de acabar um dia por executá-las, já que não tenho dúvidas que para que ela tope alguma situação mais ousada, basta apenas um pouco mais de bebida ou um empurrãozinho. Por isso, sempre seria bom imaginar-se e acabar executando fantasias com pessoas estranhas ao nosso meio, pois isso poderia nos levar a uma série de situações desagradáveis se as mesmas não caminhassem como desejássemos. Com pessoas conhecidas, ter-se-ia que caminhar muito devagarinho, sem abrir muito o jogo, a não ser que se tivesse muita liberdade e uma relativa certeza de sucesso. Por outro lado, pessoas estranhas nessa conjuntura atual de doenças, passou a ser uma situação muito perigosa, o que fez com que, paulatinamente, nossas fantasias passassem a ser substituídas pelas com menor risco nesse sentido.
Com essa evolução, às vezes ela se bloqueava um pouco, às vezes até muito, quando se tocava em nomes e, algumas vezes eu percebia que seus olhinhos brilhavam de tesão, mas ela ficava sem jeito e não se abria. Aos poucos comecei a explorar essa tendência de preferências e ela foi se acostumando. Dias atrás, em uma reunião em casa com uma dessas pessoas, consegui que ela ficasse sem calcinha e sentasse na cadeira em frente dessa pessoa que vamos chamar de Carlos. No início ficou constrangida e sempre estava com as pernas bem cruzadas, o que de qualquer forma, com seu vestido muito curto mostrava tudo das suas coxas.
Às vezes ela colocava as pernas descruzadas com a mão na frente, cuja mão para se apanhar o copo de bebida, tinha que se deslocar. Com certeza só dava para ver pelo vão uma mancha escura, que bem poderia ser uma calcinha preta ou escura, ou mesmo a sombra da roupa. Carlos, mesmo conversando volta e meia olhava para ver se conseguia ver um pouco mais. Numa dessas vezes que ela levantou-se para sair da nossa mesa ela abriu um pouco mais as pernas deixando ver sua bucetinha e, de onde eu estava a visão foi perfeita. Notei que Carlos viu com o canto do olho mas ficou ainda um pouco em dúvida, passando o resto da noite tentando descobrir se era mesmo a bucetinha ou uma calcinha escura. Não houve mais nenhum lance que pudesse tirar essa dúvida.
Na semana seguinte combinamos de ir jantar fora e Carlos foi junto com sua mulher. Não consegui que a minha fosse sem calcinha, mas acabou por ir com uma blusa de linho bem decotada que se abria com uma certa facilidade, logicamente sem sutiã. Após o jantar fomos completar com umas cervejinhas na casa de Carlos. Ele sentou-se bem na frente dela, com certeza para tirar a dúvida do outro dia. Disfarçadamente e às vezes mesmo sem disfarçar, olhava fixamente para o meio das suas coxas tentando vislumbrar sua bucetinha ou mesmo a sua calcinha. Minha mulher, com o copo de cerveja na mão esperava sempre ser servida e, quando o colocava na mesa protegia a visão dos seios com a mão segurando a blusa.
Comecei então com a mão sobre seus ombros a brincar com a gola da sua blusa, ora empurrando-a para trás, ora para frente, ora puxando-a um pouco com os dedos presos nela. Volta e meia eu vislumbrava o biquinho de seu peitinho que cada vez ficava mais durinho. Percebi que ela estava ficando cada vez mais excitada e com a bebida fazendo mais seu efeito, logo ela começou a apanhar e colocar o copo na mesa sem proteger-se com a mão na blusa. Repetiu essa forma diversas vezes, e pela posição que ficava, um pouco inclinada para o lado, com certeza a visão de seus peitinhos onde Carlos estava era total e, isso era fácil de se constatar pois ele começou a ficar inquieto e com o rosto corado, rindo e disfarçando o mais que podia seu olhar que a cada movimento de minha mulher apanhar ou devolver o copo, seus olhos ficavam como que hipnotizados em seus peitinhos.
Acabamos por nos despedir e quando chegamos em casa ela estava doidinha e com a bucetinha toda molhada de tesão. Demos uma foda muito gostosa. No sábado logo a seguir convidei o casal para tomar cerveja em casa e instintivamente os dois apanharam as mesmas cadeiras da mesa da vez anterior, ficando minha mulher de frente para ele. Dessa vez eu não tinha conseguido fazer com que ela tirasse a calcinha, mas de tanto eu provocá-la, numa das vezes que levantou-se voltou sem ela e com um sorriso marôto no rosto. O calor estava forte e a cerveja subiu bastante, todo mundo estava alegre, mas ela cuidadosa relutava muito em abrir as pernas, e quando o fazia era muito rápido e com cuidado. Carlos parecia em transe cada vez que acontecia.
Comecei a ficar com um tesão danado para que algo acontecesse, pelo menos uma pequena visão de sua bucetinha, mesmo que rápida e comecei então a esfregar meu tênis no seu por baixo da mesa forçando-o para cima, como a forçar uma cruzada de pernas. Ela cada vez mais relutava, protegia o pé atrás da cadeira, até que deu uma cruzada de pernas abrindo bem mais as coxas. Como estava sentada na parte dianteira da cadeira e com os joelhos mais altos, a claridade penetrou entre suas coxas e deu para ver com nitidez a sua bucetinha com pelos aparadinhos, mostrando mais abaixo os grandes lábios. O movimento foi apenas um pouco rápido, mas Carlos só não derrubou o copo porque o mesmo estava apoiado na mesa. Se não teve certeza absoluta, pelo menos ela deve ter chegado próxima aos cem por cento.
Como estava ficando tarde e era domingo, acabamos por nos despedir e irmos para cama. A bucetinha estava novamente molhadinha e a trepada foi deliciosa. Ela gozou como louca, com certeza imaginando o outro cacetão metendo na sua buceta, enchendo-a todinha de porra. Ele por sua vez, deve ter metido na sua mulher pensando o mesmo. A outra semana correu tranquila e sem movimento, pois o tempo chuvoso não deu ânimo para nada, além de não se poder nem curtir uma piscina com a chuva apesar do calor abafado. Quando o domingo chegou, o sol saiu forte e acabamos por combinar um churrasco na beira da piscina, mas como tínhamos um compromisso pela manhã, combinamos fazê-lo à tarde, ainda mais que o sol estava forte demais.
Todo mundo foi para a piscina e só saímos dela quando já eram mais de seis horas da tarde e só então é que fui começar a providenciar o churrasco. Deu tempo de todos irem tomar o seu banho e voltar para iniciar o churrasco. À essas alturas todo mundo já estava um pouco alto, pois a cerveja consumida tinha sido bastante. O churrasco foi animado e minha mulher usava uma blusa só um pouco transparente mas que dava para ver a sombra do bico dos peitinhos quando a blusa leve encostava neles, pois era bem solta e folgada e, seus biquinhos ao encostar nela mostravam que estavam em ponto de bala, sua saia jeans era bem curtinha. Estávamos só os quatro, as crianças já tinham ido dormir ou dormiam na sala de TV.
Em dado momento a mulher de Carlos foi dar uma olhada nas crianças e ele foi retirar o excesso de cerveja. Minha mulher olhou-me com uma carinha safada e disse-me: – Olhe só uma coisa,….. e abriu bem as coxas -, sua bucetinha estava totalmente à mostra. Fiquei louco de tesão…. Voltamos a bebericar e, de vez em quando uma cruzada de pernas bem larga mostrava ao nosso amigo a bucetinha deixando-o inquieto. Não levou muito tempo, a mulher dele levantou-se para ir ao banheiro e a minha perguntou a Carlos se ele queria escolher alguma música diferente, já que tínhamos escutado quase todas as fitas, algumas mais de uma vez, e ele concordou.
Levantou-me e sob o pretexto de fazer um café fui para a copa, de onde pelo reflexo do blindex via os dois perto do som. Minha mulher tirou os discos colocando-os em cima da mesinha e sentou-se na poltrona, enquanto ele ficou de joelhos em frente dos discos. Percebi quando ela dobrou o corpo para frente e bem para o lado para separar e mostrar alguns discos, enquanto abria bem as pernas deixando a bucetinha escancarada. Vi quando ele virou-se para olhá-la, enquanto ela disfarçava olhando para os discos. Percebi a mão pousar nas coxas e ir subindo enquanto elas permaneciam imóveis, a mão subiu mais e afundou nas coxas, os dedos deviam estar enterrados e se movimentando dentro da bucetinha que nessas alturas devia estar vibrando de tesão.
Ficaram um bom tempo assim até que a porta do banheiro fez o som da fechadura e notei que falaram alguma coisa bem baixinho. Voltamos para a varanda, bebemos mais um pouco e fomos dormir. Não toquei no assunto e nem ela o fez, mas fodeu como alucinada com aquela bucetinha quente e gostosa, com um fogo que parecia não acabar mais. No dia seguinte pediu-me que ficasse em casa pois tinha uma aula especial do curso que estava fazendo e, como a empregada acabou ficando para olhar as crianças, acabei por ir dormir muito cedo. A noite estava muito quente e lá pelas duas horas da manhã o mormaço me acordou. Olhei para minha mulher que dormia de costas totalmente descoberta e com as pernas separadas. Estava um tesão, um quadro de deixar qualquer homem louco de tesão.
Não resistindo aquela visão coloquei minha mão sobre sua bucetinha e enfiei os dedos que entraram sem nenhuma dificuldade….. Sua bucetinha estava bem alargada e encharcada de porra por dentro e até na beirada das coxas……. Ela, sonolenta me disse – …foi uma loucura, gozei como uma doida e estou tão cansada que não consigo nem abrir os olhos….. amanhã te conto tudo……