Minha história começa no agitado carnaval de Salvador, no ano de 1998. Sou um baiano da capital, tenho 22 anos, 1,83m de altura, peso 79kg, moreno claro, com cabelos castanhos. Atendo pelo nome de Marcos e sempre que posso, dou uma lidinha nos contos eróticos que me deixam realmente excitado.

Estava na casa de uma coroa, amiga da minha família e sogra de meu amigo, fazendo aqueles serviços que todo brasileiro faz em tempos de festa: pintura da casa, reformas, etc. Estava muito suado e sujo de tinta devido às brincadeiras sacanas e ao clima gostoso de confraternização que se instalou, ajudado também pelas cervejas que nos relaxavam. Nada demais aconteceria para quebrar a rotina se não fosse a chegada de Néia (diminutivo de seu nome, que prefiro não citar), uma morena cor-de-jambo, 3 anos mais velha que eu, de mais ou menos 1,65m de altura, +/- 50kg, cabelos negros de cachinhos, pernas grossas, peitinhos e uma paixão nacional de enlouquecer qualquer peão.

Só para povoar suas mentes, ela é muitíssimo parecida com a Rosiane Pinheiro, aquela dançarina da Gang do Samba, gostosona que foi vice de Sheila Carvalho no concurso do Tchan. Ela chegou perto, cumprimentou a dona da casa e deu uma rápida olhada em mim e em meus amigos, sem mais intimidades. Nesta noite, minha mão, tampouco as de meus amigos, tiveram sossego! (hehehehe) Foi muita bronha que rolou na intenção da gata.

No dia seguinte, soube por uma amiga que ela havia perguntado como era meu nome e que queria me conhecer. Aquela notícia me estremeceu: como consegui atrair a atenção daquela mulher? Bem, o fato é que fomos apresentados e convidados, neste mesmo dia, para um jantar na casa dessa coroa, nossa amiga. Conversamos bastante e lá pelas tantas da noite, sob efeito dos drinks, percebi um pouco mais de ousadia da parte dela, que já começava a rir muito e a deixar louca a visão que tinha de sua xana, sob a saia curta e justíssima que vestia.

Meu pau, neste momento, já estava soluçando, mas nesta noite, nada demais aconteceu, nem nos dias que se seguiram durante o carnaval. Passei três dias jogando papo mole em cima dela, mas ela fazia jogo duro. Usei então a tática do ciúme: agarrei a primeira gata que passou na minha frente, uma paulista curtindo férias e carnaval em Salvador, e mandei um chupão que deixava expostas nossas línguas, uma enroscada na outra (carnaval na Bahia é assim: ninguém é de ninguém).

Néia então ficou puta da vida, decidiu ir embora mais cedo, melhor pra mim que fiquei na maior sacagem com a paulistinha, que também era muito gostosinha. Ficamos sem nos falar por exatos cinco dias, louco pra poder chegar junto, mais sem querer dar o braço à torcer. Foi quando, na noite que antecedia o dia da minha volta pra casa, estava eu voltando de uma de minhas farras noturnas, certo de que tinha sido a última do carnaval, lá pelas 3 da manhã, quando a uns 100 metros de casa, percebi na escuridão a silhueta de uma mulher.

Era Néia, vestida em um macacão de lycra super justo que mostrava claramente todas as suas curvas, inclusive as dos seus lábios e vaginas, que me deixou maluco. Ela veio à mim e falou com autoridade: – Você não vai embora antes de ser meu! Fiquei sem voz, ela me agarrou e chupou minha língua quase que engolindo. Eu a enlacei pela cintura e com as duas mãos apertei e senti aquele rabo arrebitado, carnudo e durinho.

Ela gemeu ainda com sua boca colada à minha. Ela então virou-se, costas pra mim, pude sentir como sua xana estava meladinha enquanto ela enfiava a mão na minha bermuda e sussurrava: ai, ai, como é grosso seu cacete! Virou-se rápido e ajoelhada começou a engolir meu pau com dificuldade devido à sua grossura. E que delícia era ver e sentir meu pau enterrado em sua boca pequena e quente, que já estava cheia daquele líquido que lubrifica o cacete e escorria até em seu pescoço.

Meu quadril fazia movimentos inconscientes de vai-e-vem enquanto o resto do corpo estava totalmente travado… O gozo veio forte, o primeiro jato lhe desceu goela abaixo, então tirei rápido e passei a gozar ainda em seu rosto e seios, uma vez que adoro ver minha porra escorrer pelo corpo da minha parceira! As pernas não resistiram e caí sentado à sua frente com o pau semi-duro.

Ela sussurrava: – Goza, meu amor, vai goza… Em seguida, ela se levantou e começou a fazer um strip-tease com a única peça que usava… Jogou o macacão em meu rosto e pude perceber que a área que escondia aquela xoxota estava ensopada. Entrei no clima de sacanagem e passei a lamber o caldinho da xana que estava no macacão enquanto ela enfiava os dedos na gruta meladinha.

Podia até ouvir aquele barulhinho gostoso que produzia. Não aguentando mais, fui de joelhos até ela, passei a chupar e penetrar fundo a xaninha melada de Néia enquanto ela gemia baixinho. Deitei de costas e ela agachou sobre minha boca, deixando aquela xoxota e ainda o cuzinho expostos aos meus carinhos…

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Ela começou então a rebolar e esfregar a boceta em minha boca, então ela gozou, despejando aquele caldinho quente maravilhoso em minha cara. Caiu deitada ao meu lado, como que desmaiada, mas aí eu já estava mais aceso que nunca e me posicionei sobre ela, oferecendo minha boca melada para ela, que lambeu como uma cadela lambe os filhotes.

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Enquanto meu pau rompia a entrada da xaninha meladíssima, que facilitou a penetração. Ela então ergueu as pernas como um frango assado, fazendo assim entrar cada centímetro da minha rola. Me abraçou forte e pediu, gemendo: – Vai bem lá no fundo, meu macho, vai! Atendi com muito tesão o seu pedido e em pouco tempo estava gozando de novo.

Ela, em seguida, num “AAAAAAAIII” bem prolongado, gozou também… Ficamos ali um pouco parados, eu sobre ela, completamente encharcados de suor, respirando ofegantemente… Ela olhou no meu rosto, me deu um beijo, levantou, vestiu-se e saiu, me deixando caído ao chão, nu como um vagabundo sem rumo.

No dia seguinte, fui embora para minha casa, certo de que não mais a encontraria. Alguns meses depois, encontrei-a novamente e a partir daí surgiu um relacionamento que durou 7 meses… 7 meses de pura sacanagem e fodas arrazadoras. Vou contar um pouco mais em outros contos, porque em um só não dá!

Tem a primeira vez que comi aquele cuzinho, que nunca vou esquecer… Nos dias atuais, Néia está frequentando uma igreja e não faz aquelas putarias gostosas. Eu estou meio que enrolado com uma garota de 15 anos que me leva à loucura, mas nunca deixo de homenagear minha morena com umas bronhas em sua homenagem.

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