Por vezes, há coincidências que acabam por nos marcar e de uma certa maneira.

Há uns anos, fui à casa de um amigo e, ao chegar, encontrei uma senhora (que tinha acabado de chegar do estrangeiro), irmã da mulher desse amigo, e na hora me apresentaram: uns 10 anos mais velha do que eu, corpo esbelto, cabelos curtos que faziam um conjunto harmonioso com o rosto ovalado, bonita.

Quando a fui cumprimentar, ela estendeu-me as mãos e o toque me fez desejá-la intensamente. Comecei a frequentar a casa amiúde e tentei todos os expedientes para um avanço, mas ela, muito reservada, mantinha as distâncias e já estava a me exasperar, pois o desejo era cada vez maior.

Ela tinha uma filha e, ao conversar sobre a filha, ela referiu-se ao pai de quem estava separada e aí consegui ir penetrando no seu íntimo. Depois, foi uma questão de poucos dias.

Na altura, vivia num estúdio no quarto andar de um prédio e, num belo dia, fui buscá-la a casa para estar comigo. Mal chegamos, estava calor, despi a camisa e comecei a acariciá-la e a beijá-la. Notei que estava um bocado constrangida; aliás, depois confessou-me que nunca lhe passara pela cabeça estar com alguém durante os dias em que cá esteve, mas, como não lhe dei muitas hipóteses de recusar, acabou por viver uns dias maravilhosos comigo.

Comecei sem pressas, embora por dentro estivesse ardendo de desejos de a penetrar. Pouco a pouco, fui vencendo o constrangimento, ela foi-se relaxando e, passado uns minutos, as roupas quedaram-se espalhadas pelo quarto, após dançarem um bocado pelos ares. Beijei-lhe os lábios com sofreguidão e explorei-lhe o pescoço com a língua, fazendo-a começar a gemer de prazer. Quando iniciei a exploração do resto do corpo, dos mamilos, descendo até ao umbigo e daí para a gruta húmida e gostosa, apesar de ela adorar, notei que determinadas práticas não faziam parte do passado sexual, mas, como estava delirando, foi aceitando e gozando.

Quando lhe atingi o clitóris com a língua e comecei o tratamento, os gemidos ficaram mais fortes. E, embora de forma desajeitada, alinhou num 69. Então, antes de a penetrar, fiz-lhe um botão de rosa no buraco quente e húmido e, depois, tendo ficado ela deitada de costas e eu de joelhos em cima da cama, penetrei-a com toda a gana que quase fazia doer o meu zézinho, que há muito estava à espera. Não me lembro exatamente, mas ela teve uns 3 ou 4 orgasmos seguidos, até que senti brotando do meu íntimo o leite espesso que foi-se-lhe alojando no interior, arrancando uma sensação de prazer que explodiu no meu interior, invadindo todo o meu ser. O cheiro a suor e sexo invadia o quarto e fomos à casa de banho refrescar.

Entramos os dois na banheira e abrimos o chuveiro, mas o meu material mostrava claramente que ainda o serviço não estava completo. Enquanto a água ia caindo, entre os dois, passava-lhe as mãos pelo corpo todo; ela, de costas encostada a mim, tendo-se alojado entre as pernas dela, o meu pavio de felicidade. Agarrei-lhe os mamilos com os dedos, comecei a brincar com eles e a tesão recrudesceu, tendo-a penetrado aí mesmo, sob os esguichos do chuveiro que testemunhava os movimentos e gemidos de prazer. Com o calor que se fazia sentir, a foda sob a água soube-me muito bem e, após nos libertarmos da esporra que caía da xoxota, passamos uma toalha ao de leve pelo corpo e fomos novamente para o quarto.

Recomeçamos a nossa sessão, ainda com o corpo sem secar e com o cheiro a sabonete. Depois disso tudo, ela estava mais desinibida e, sem delongas, começou a explorar o meu corpo de norte a sul com a língua e, para a fazer gozar, mudei-lhe a posição de forma a que os dois joelhos dela ficassem à altura do meu ombro e aí, com a visão bendita da rata, mergulhamos num 69, até que os espasmos dela me deram conta de que se vinha; razão porque lhe aumentei o prazer, esmerando no serviço, estimulando o clitóris com os dedos e indo a língua ao cú dela. Mas eu não me vim, contive-me porque queria fazer-lhe uma surpresa, queria gozar aquele cuzinho que ainda era virgem.

Coloquei-a de joelhos, com o peito na cama e, aproveitando o facto de ter a pila húmida, tentei aproveitar um pouco do suco da rata, mas, porque ele não se relaxava, a tentativa de penetração estava sendo dolorosa para ela. Assim, mandei-a deitar-se sobre o lado esquerdo, por ser uma posição que ajuda mais; pus um pouco de óleo e iniciei a penetração nesse buraco que, pela primeira vez, estava sendo invadido. A princípio, queixou-se, mas, com cuidado para não a magoar, fui forçando a entrada sem pressa e, passado um pouco, ela entrava numa onda de prazer, segundo ela confessou depois, mais intenso, diferente.

Após cerca de quatro horas de prazer, deitei-me de costas; ela deitou-se com a cabeça no meu peito e conversamos durante um tempo, até que a fadiga, apoderando-se de nós, nos levou para os braços de Morfeu.

Durante um mês, repetimos quase todos os dias os nossos encontros e, ainda hoje, penso nela com muito carinho.