Espero que gostem do que vou contar e que é bem real. No dia 12 de abril de 1999, eu tinha saído do trabalho mais cedo, no entanto, apercebi-me de que estava muita gente à espera na paragem. Fiquei um pouco chateado, dado que não gosto muito de apertos, mas nunca imaginaria o que me iria acontecer nessa tarde.

Já dentro do transporte e super lotado, no lufa-lufa dos encontrões, lá me dirigi para uma zona menos apertada. Foi quando me apercebi de que estava a ser apertado entre duas mulheres, uma mais nova que a outra. Olhei em redor e notei que ninguém estava a observar aquela situação.

Foi numa determinada altura que senti uma mão percorrer a minha virilha, vinda de trás de mim. Logo, percorreu em mim um calor de prazer. Olhei para a mulher que estava em minha frente e vi um sorriso nos lábios e um encolher dos ombros. Meti conversa com ela, perguntando se faltava muito para chegar a um determinado lugar. Ela olhou e respondeu que, com aquele andar, provavelmente ainda demoraria. Contudo, aquela mão não parava de me excitar, aperto e mais aperto. Já tinha, frente a mim, a dita mulher a quem fiz a pergunta. Meu pénis estava erecto, no entanto, derivado aos shorts, me dava uma situação de desconsolo.

Foi então que tudo começou mais interessante. A mulher que se apresentava pela frente abriu as pernas e colocou-se mesmo numa posição agradável para sentir a sua vagina, enquanto a outra me abria lentamente o fecho das calças. Eu suava de tanta excitação e da situação também. Seguidamente, já não era só a que estava de trás que me abria o fecho, mas a da frente também. Senti que elas se acariciavam também, através das mãos.

Surgiu então o que menos esperava: tinham conseguido abrir e colocaram as mãos dentro dos meus shorts, tocando no meu pénis. Senti outra mão a subir entre os meus braços e dirigir-se para os seios da que estava à frente. Cada vez mais, ela se roçava em mim. Numa determinada altura, houve quem saísse e nos fizesse mudar de posição. A que estava à frente de mim ficou frente à que estava atrás e eu sentia as nádegas da que estava pela frente. Continuava a situação do sai e entra pessoas, até que nos levou a ficar os três no último banco do autocarro, e aí sim foi de mais. Eram 20 horas, final da estação. Dirigimo-nos para uma escada que encontramos aberta, fechamos a porta e, no hall de entrada, beijamos os três ao mesmo tempo, língua nas línguas. Uma delas, que trazia saia, tirou as cuecas e meteu no meu bolso do casaco. A outra sentou-se nas escadas e começou a chupar-me o pénis, enquanto a outra se preparava para que lhe penetrasse.

Eles beijaram-se e lamberam-se uma à outra enquanto eu espetava no ânus de uma, outra lambia a vagina, e vice-versa. Acabamos por estar quase nus nas escadas de um prédio, onde penetrei, lambi, fui lambido, vi lamber e saciamos a nossa sede de prazer, nesta nossa viagem a três (que poderá vir a ser outra vez).

Nunca mais as vi.