Ela morava num sobrado sofisticado. Frequentava a igreja todas as semanas e era tida como exemplo por suas amigas. Namorei com ela por cerca de 2 anos e pude ver como o tesão transforma uma pessoa. Sempre ficávamos namorando no corredor de seu quintal, que era bem escuro, mas ela não me deixava tocá-la.
O tempo foi passando e, aos poucos, sua resistência às minhas carícias foram dando lugar ao tesão. Comecei acariciando os seios, depois de um tempo já os estava chupando. Difícil mesmo foi acariciar sua bucetinha virgem pela primeira vez. Quando deixou, a fiz gozar feito louca. Depois, deixou chupar sua chaninha e, finalmente, chupou meu pau gostoso.
Mas ainda faltava algo; apesar de várias gozadas em sua boca, meu maior desejo era quebrar aquele cabacinho. Isso aconteceu numa tarde de sábado, seus pais foram a um restaurante e ficamos sós. Sem perder tempo, comecei com as carícias e logo ela estava gozando em meus dedos; em seguida, chupei gostoso aquela bucetinha molhada. Pedi que ficasse de quatro e, com tesão, me obedeceu; comecei a roçar meu pau na entrada daquela xoxota melada e ela gemia de prazer.
Quando não aguentou mais, pediu pra que eu começasse a meter. Comecei devagarinho e ela pedia mais. Entrou a cabeça, o tronco e ela, insaciável. Comecei a bombar com força e gozei minha porra quente dentro de sua buceta desvirginada. Ela se assustou com o sangue, mas disse que sempre que quisesse poderia comê-la. Até hoje, continuo a foder essa gostosinha…