Meu nome é Maurício. Sou de São Paulo e tenho um amigo meu. Ele tem sua mãe, que é muito gostosa, tem seios enormes e 38 anos, é loira. Seu nome é Vera, e o dele é Leandro.
Acontece que eu conhecia a família do meu colega. Eu e ele costumávamos jogar bola constantemente e depois íamos até sua casa fazer um lanche. Eu tenho 21 anos e ele 18 anos. Eu achava ela gostosa, loira, com seus cabelos longos, e suas mini-blusas que usava com aquelas roupas balairinas.
Eu procurei seduzi-la quando o meu colega não estava e nem seu marido. Eu sempre cheguei a um dia que estávamos sozinhos na sua casa e comecei a beijar sua nuca, pescoço, e dizia quanto ela era bonita. Ela era realmente bonita. E, como estava beijando, ela disse que não tinha uma sensação daquilo fazia tempo.
Ela cedeu, mesmo sendo casada. Puxei ela para a cama, comecei a tirar suas roupas e ela tirava as minhas. Beijei seus seios, depois ela chupou meu pau, onde gozei na sua cara. Pedi a ela para virar para enfiar meu pau no seu cú. Ela disse que não daria, pois nunca tinha sido penetrada por trás.
Pude notar que seu filho tinha chegado e tinha visto eu transando com sua mãe. Viu e saiu. Depois de transarmos, eu saí para a rua e ele disse que não se importava de transar com a mãe dele. Ele disse que sua mãe deveria trair mais vezes, pois estava com raiva de seu pai por causa de às vezes não deixar de sair à noite.
E, por isso, desejava ver sua mãe transar com outros. Sua mãe não sabia que ele tinha visto eu transando com sua mãe. Eu disse que fingisse que ia contar tudo para seu pai, e sua mãe ficava com medo de seu marido saber de tudo.
Eu propus então uma maneira de ele não dizer, sabendo que ele não ia falar nada e ele não sabia o que eu propunha para ele. Eu disse à sua mãe que a única maneira de ele não falar era que ela transasse com seu próprio filho.
Eu disse que, quando um dia viéssemos do jogo, geralmente ele vai tomar banho, leva a toalha. Eu disse que tirasse a toalha e levaria depois. Nesse dia, ela estava demais com um short pequeno cavado.
E disse que, quando ele entrasse no banheiro, ela levaria e quando ele fosse abrir a porta, ela entrasse. E aconteceu que ela tinha tirado toda a sua roupa, ficado nua completamente. Ela estava meio ansiosa pelo que ia acontecer, mas estava decidida que seu filho não contasse para seu pai.
Ela prendeu seu cabelo, fez um coque, bateu na porta. A porta começou a abrir e ela entrou. Eu, para ver toda a cena, olhei pelo buraquinho do chuveiro. Ele disse: “Por que você está pelada? Eu desejo tomar banho com você, meu filho.”
Ela se abaixou perto dele e pegou seu pênis e enfiou tudo na boca. O meu amigo não sabia se pedia para sua mãe parar ou tirar, pois era sua mãe que estava chupando seu pau. Ele era virgem ainda.
A excitação era tanta que ele pediu sua mãe para levantar. Ele encostou ela no canto do boxe e enfiou sua vara nela. Ela gemia de prazer. A cena era demais; eu não pude resistir e entrei no banheiro.
Meu amigo comia sua mãe pela frente e eu tirei minha roupa e fui por trás enfiar minha vara. Fizemos um sanduíche dela. Ela nunca tinha experimentado uma coisa assim e nunca tinha pensado em trair seu marido com seu próprio filho.
Fizemos sexo no chuveiro. Depois, levamos ela até a cama, onde foi preenchido todos os orifícios. A partir desse dia, meu amigo comia sua mãe quase todo dia.
Se você já comeu sua mãe, ou você, mãe, já pensou ou já transou com seu filho, ou tem sonhos eróticos, ou deseja que eu coma sua mãe/esposa, me diga.