Meu nome é Carla, eu já escrevi outras histórias, e espero que gostem desta: Ela é real, só que os nomes foram trocados.

Tenho uma vizinha no prédio com quem nos damos muito bem. Ela é casada, tem 35 anos, e o marido dela é um bobão, pois deixa ela sempre só e carente, mal come ela. Então, nos conhecemos uma manhã, saindo para fazer compras rotineiras. Eu a convidei para vir no meu apartamento à tarde para tomar um café e conversar, e ela aceitou.

À tarde, tomei um gostoso banho, me perfumei – adoro perfume, claro que daqueles suaves. Coloquei uma camisetinha bem cavada dos lados, para aparecer bem meus seios, sem sutiã nem calcinha. A minha camisetinha é curta e, ao sentar, ela sobe. Pois bem, esperei que ela viesse; lá pelas 16:00 horas, tocou a campainha. Era ela, veio de saia curta e blusa transparente, bem folgadinha, sem sutiã. Nós sentamos no sofá e conversamos. Como já falei, quando sento, aparece quase tudo. Ela ficava olhando para minhas pernas e fixava seu olhar bem no meio das minhas pernas, as quais fazia questão de abrir para ela poder me ver melhor.

Falamos por algum tempo e fomos para a cozinha preparar o café prometido. Na cozinha, apanhava a lata de café que está no alto da prateleira, deixando à mostra meu gostoso rabo, que, aliás, é bem empinado e durinho. Ela se sentou no banquinho e percebi que estava muito excitada com a situação. Eu, sem dar bandeira e sempre me mostrando, maliciava com ela, dizendo: “Você gosta de gozar de que jeito? Qual a sua posição preferida com o seu marido?” Ela me comentou que o marido não liga muito para ela, sempre que ela tem tesão, se veste com roupas ousadas, mas que o marido não dá bola para ela.

Então, falei: “Você deve estar carente, precisa de alguém que apague seu fogo.” Ela respondeu: “Sim, estou necessitada.” Então, falei: “Pois bem, estou aqui para servir. Eu gosto de uma boa transa com mulheres.” Tomamos o café e fomos outra vez para a sala, já mais íntimas. Sentamos no sofá, ficando mais perto dela. Acariciei os seus cabelos, passei a mão nos seus seios, que estavam durinhos, esperando ser palpados, e dei um beijo na boca. Ela aceitou com tesão louco e comentou: “Você é muito gostosa; com este vestir, me deixou louca, aparecendo sua bunda, sua busetinha e seus seios.” Eu, então, falei: “Aproveita, são todos seus.” Ela tirou meus peitos para fora da camiseta e começou a mamá-los. Que delícia! Coloquei a mão dela na minha buseta, dizendo: “Olha, esta é rapadinha e lizinha; pode chupar, está limpinha e cheirosa.” Ela se abaixou e começou a me chupar. Que amor, que delícia! Gozei na hora.

Então, foi a minha vez. Tirei a roupinha dela; estava com uma calcinha de renda preta, fio dental. Lambi sua buseta por cima da calcinha. Afastei delicadamente de lado a sua calcinha e chupei todinha. Depois, tirei a sua calcinha, virei ela de costas, deixando-a de quatro, e lambi seu cuzinho, fazendo massagem na sua busetinha. Ela gritava de prazer, falava: “Me chupa, me morde, tira este tesão de mim, quero ser comida, vai… vai.” Ficamos a tarde inteira nos chupando e beijando, e nos amando.

Aguardo e-mail de mulheres que tenham a mesma afinidade, para podermos nos corresponder, principalmente com fotos.