Estava uma galera reunida quando eu anunciei que iria embora. Veio o Carlos e perguntou se eu daria uma carona pra ele. Eu disse que sim, mas perguntei para onde ele iria. Ele disse que era pra qualquer lugar que eu quisesse levar. Eu brinquei e falei que iria levar ele pro motel. Ele disse: “Eu topo com você, eu vou pra qualquer lugar.”

Veio logo na cabeça: por que não? Ele é um negão muito bonito, tem 1.76 de altura, 81kg, um sorriso lindo e tudo aquilo em minhas mãos. Por que não levá-lo pro motel? Fomos pro estacionamento conversando. Ele falou: “Você estava brincando quando falou no motel ou estava falando sério?” Eu falei: “Tanto faz, e você pra mim também, então vamos.” Ele disse: “Vamos.” E pegamos o carro e saímos na toda. Ele pegou na minha mão e colocou encima do seu pau e falou: “Olha só como eu estou, não vejo a hora de chegar no nosso reduto de amor.” E riu. Eu falei: “Como é que você já sabia que eu estava afim de você?”

Várias vezes peguei você me comendo com os olhos, e uma vez, se lembra quando nós estávamos almoçando juntos e você me confidenciou que já tinha transado com um primo seu? Eu fiquei doidinho só imaginando o que eu poderia fazer com você, e eu tocava punheta pensando nessa bundinha e passava a mão em mim. Eu falei para Carlos: “Eu fico tremendo quando alguém passa a mão em mim.” Estou dirigindo, espera pra quando chegarmos.

Ele foi me contando como várias vezes ele tentou se aproximar de mim, mas não conseguia, sempre tinha alguém pra atrapalhar. Chegamos, pedi uma suite com tudo, pois eu iria me esbaldar com aquele negão aquela noite. Entramos, ele foi logo me agarando por trás e falando uma porção de obcenidade. Eu falei: “Calma, vamos tomar um banho.” Eu esfregava ele todo e me esfregava nele também. Fomos pra sauna e começamos a nos beijar, ele com o corpo todo suado, eu chupando aquela pica gostosa, e ele me alisava. Eu estremecia de prazer. Fomos pra piscina, eu fiquei de costas pra ele, ele colocou a pica entre minhas pernas e ficamos por muito tempo naquela posição, ele me falando uma porção de coisas no meu ouvido, e cada vez mais eu ficava tesudo, doido pra dar pra ele.

Saímos da piscina, ele veio me encharcar e passava a língua em todo meu corpo. Eu gozei sem pôr a mão no meu pau. Ele, mais que putinha, nem me esperou, foi logo gozando. Eu falei: “Agora vou ter que fazer você ficar tesuda de novo.” E comecei quando ele colocou a pica na entrada. Eu senti um calafrio, mas mesmo assim forçei pra ele entrar e fui engolindo tudo com muito prazer. Ele me punhetando, eu sentia suas bolas baterem nas minhas coxas. Que delícia de pica! Ele suava e molhava minhas costas todas e foi me penetrando mais e mais até que eu me senti todo inundado pela sua porra. Eu passava a mão por baixo e sentia seu sêmen escorrendo pelas minhas coxas.

Ele foi saindo de cima de mim, eu fiquei deitado no seu peito e fazendo carinho nele e perguntei: “Você gostou?” E ele disse: “Claro, esse cu é delicioso, toda vez que você quiser pica, me chama, eu estarei pronto pra você.” Eu também, meu amor. Ele me chama de novo: “Vai, meu amor.” E colei meus lábios no dele. Ele pegou minha língua e chupou quase arrancando de minha boca, e ainda dava palmadas na minha bunda e dizia: “Quero ela só pra mim.” Eu falei, brincando: “Só se casar, meu amor.” Ele disse: “Eu caso e você também, meu amor, mas vamos deixar assim mesmo, tá bom?”

E me virei pro lado, foi quando ele encostou de novo e começou a me colocar nas coxas. Eu comecei a rebolar. Ele me virou de pernas pra cima e começou a me comer. Eu sentia aquele homem de frente, suando em cima de mim e falando uma porção de coisas. Eu falava também pra ele: “Me fode, meu macho gostoso, enfia pica em mim que eu gosto, me faz feliz, coloca tudinho, meu amor.” Ele disse: “Porra, vou gozar, eu não aguento.” Eu comecei a rebolar embaixo dele igual uma putinha e pedindo pota bem gostoso que eu quero gozar. E comecei a gozar encima da minha barriga, e ele foi passando a mão e esfregando minha porra na minha barriga, cara e boca. Ele estocava cada vez mais forte. Foi aí que eu senti o gozo mais gostoso de todos e cai pro lado, cansado.

Acordei com ele me chamando pra tomar um café caprichado com tudo que tem direito, que ele já tinha pedido. Ainda levei um beijinho na boca de bom dia. Esse negão não me sai do pensamento, queria ele mais vezes, mas foi impossível, pois mudamos e ele casou. Um dia, quem sabe…