A massagem. Cheguei cansada, noite mal dormida pelo acúmulo de serviço, manhã tensa, problemas não resolvidos, e meu corpo em frangalhos. Tinha somente 1 hora de descanso, pois almoçar mesmo era o que eu menos queria. Tomei uma ducha quente, revigorante, e me joguei na cama sobre o edredom, totalmente nua e molhada, e dormi em poucos minutos. Não notei a entrada deles.

Parecia apenas um sonho, sentia toques suaves em minhas costas, nas minhas pernas, entre minhas coxas; leves como plumas, macias como pétalas, foram tornando mais intensas as sensações, arrepios percorrendo minha espinha até a nuca; me acomodei melhor para desfrutar o êxtase que se aproximava. Eram quatro mãos a percorrer minha pele; subiam e desciam pelas pernas; já começava a tomar contato com a realidade, mas queria que continuasse como sonho; senti gotas de óleo pingar em minhas costas, que logo foram espalhadas por todo meu corpo; minhas nádegas foram afastadas com delicadeza e alguns dedos se insinuaram por meus orifícios, facilitados pelo óleo e pela minha umidade que começava a extravasar.

Manipulavam minha vagina e meu ânus ao mesmo tempo, em perfeita harmonia, enfiando-se ora num, ora noutro. Minhas orelhas começaram a ser penetradas por duas línguas que iniciaram uma descida desde minha nuca até o reguinho da bunda, onde encontraram-se com os dedos safados; a estas alturas, pequenos espasmos começavam a tomar minha musculatura pélvica, reproduzindo movimentos sexuais e, com isto, facilitando o trabalho das línguas em meus buraquinhos. Estendi as mãos como se quisesse pegar algo que não se fez esperar: duas rolas logo ocuparam as palmas e foram envolvidas por meus dedos ávidos para recompensá-las. Iniciei os movimentos de vai e vem, tocando de leve em suas cabeças, sentindo pequenas gotas emergindo.

Trouxe-as para meu lábios e degustei o sabor agridoce do prazer masculino. Empalmando-as novamente, puxei ambas para minha boca e lambi suas glandes com sofreguidão, engolindo alternadamente cada uma até o talo. Sentia suas pulsações em minha garganta, anunciando o gozo próximo. Virei-me subitamente e me ofereci a meus massagistas de frente: eram os dois rapazes que vieram fazer a instalação da antena digital e retornavam do almoço. Minha empregada não sabia que eu estava lá e mandou-os subir.

Eles olhavam extasiados para aquele corpo de fêmea madura, bem torneada, coxas grossas e a púbis alta coberta de pêlos dourados, realçada pelo sol que desenhava as marcas dos minúsculos biquínis que eu uso. Eram dois belos espécimens de macho: jovens, fortes, saudáveis. Já estavam nus, com seus bem dotados pintos apontando para o teto. Tudo o que eu podia querer em meus mais molhados sonhos. Sorri e abracei-os de encontro aos meus seios, que foram sugados com carinho e tesão. Abandonei-me à sua vontade e eles souberam como aproveitar!

Colocaram suas picas novamente em minha boca e logo estavam me despejando seus néctares em fartas golfadas: bebi tudo o que pude, tudo o que coube, e o resto deixei escorrer por meu queixo e meu peito, espalhando com os dedos pelos bicos. Não se desarmaram e o mais velho deitou em minha cama e me trouxe por cima dele. Com um movimento rápido, penetrou minha vagina encharcada por meus sucos com facilidade e comecei a cavalgá-lo. Entrei em transe quando o outro (até hoje não sei seus nomes) lubrificou minha rosquinha e dilatou-a com dois dedos: sentia ele tocar a pica do outro dentro de minha vagina; quando achou que estava bem relaxada, colocou seu pau em meu cuzinho e penetrou lenta, mas decididamente!

Meus amantes movimentavam-se cadenciadamente, saindo um para o outro entrar, e assim ficamos por uma eternidade. Quando já estavam em ponto de bala, retesaram-se, penetrando os dois até o fundo de minhas entranhas, e eu contraí meus músculos até atingirmos um gozo ensandecido, e eu fui inundada por um mar de esperma como nunca havia sentido antes! Fui acordar horas depois com minha empregada me acariciando e limpando as secreções de meus machos com uma toalha úmida. Novas sensações percorreram meu corpo. Ia começar outra sessão de massagem. Tânia – S.P.