Depois desta transa, passamos três dias “descansando” da maratona. Mas, mesmo assim, quando eu ia à praia, vestia um dos meus minúsculos biquínis, que realçavam minha bocetinha e mostravam quase toda a bundinha.

Quando estávamos passeando fora da praia, eu vestia um dos diminutos shortinhos e blusas transparentes, que, com intenção de provocar, deixava à mostra meus seios, livres do sutiã.
Também usava conjuntos de minissaia e mini-blusa, sem calcinha, ou com calcinhas minúsculas.

No dia em que resolvemos brincar de novo, eu coloquei o menor biquíni que eu tinha trazido. Para comprá-lo, eu tive que procurar em muitas lojas.
Além de pequeno, ele era extremamente sensual, pois era feito de crochê, que estava na moda, bege com detalhes marrons.

No sutiã, meus seios ficavam quase saltados para fora, pois cobria quase somente os meus bicos, deixando quase todo o seio à vista.
A calcinha ficava toda enterradinha na bundinha, deixando todo o reguinho à mostra e, na frente, era feito de um triângulo minúsculo que exigiu que eu depilasse toda a xotinha e que deixavam os lábios da bucetinha bem marcados.

Com certeza, nenhum homem passaria sem olhar para meu corpo.
A sacanagem já começou na hora da depilação feita pelo Marcos, pois, após experimentar o biquíni, vi que teria que ficar mais depilada do que estava.
Pedi para depilar a minha boceta, deixá-la quase lisinha.

Fomos para o banheiro, ele passou um creme em toda a minha bocetinha e, com carinho, foi raspando tudo, devagar e com muitos carinhos, deixou apenas um minúsculo triângulo de pelos pequenininhos acima do clitóris.
Ele tirou todos os pelos abaixo e ao redor da bucetinha, inclusive no ânus.
Eu estava muito excitada pelos carinhos e o prazer de sentir a lâmina deslizando na pele, tanto que minha bucetinha e o cuzinho latejavam, abrindo e fechando.

Ele começou a chupá-la e o meu gozo não demorou e me fez estremecer toda, apoiada na parede do box.
Ele me levou para a cama e acariciou os meus seios, caiu de boca e passou a sugá-los com gosto, arrancando-me gemidos.
Eu me contorcia novamente de prazer.
Marcos falava que: “A putinha está super gostosa. Hoje, lisinha, eu sentiria muito melhor um pau entrando.”

Ele me colocou de quatro em cima da cama, com a bunda para cima e começou a lamber meu reguinho, deixando todo o meu cuzinho lambuzado.
Ele separava minha bunda com as mãos e, com a língua, tocava no botão pisca-pisca, fazendo movimentos para cima e para baixo, o que me provocava arrepios.
Eu, apoiada na cabeceira da cama, pedi para ele vir comer meu buraco, que eu estava louquinha de tesão.

Então, ele colocou o seu pau no meu cuzinho e pressionou-o, enquanto eu me lançava de encontro ao seu pau.
Senti a pressão e o cuzinho se abriu, deixando a cabeça do pau romper minhas pregas.
Ele parou por um instante, mas logo retornou, parecendo que me ia abrir inteira.
Pedaço por pedaço, seu pau entrava dentro do meu corpo, até que senti suas bolas tocarem minhas nádegas.

Ele estava finalmente todo dentro.
Então, recuou, foi deslizando para fora, provocando em mim um novo arrepio.
Com estocadas leves, foi entrando novamente, saboreando cada segundo de prazer e desejo.
Eu falava: “Como você me come gostoso”.
Seu pau entrava e saía do meu rabinho, eu sentia que sua carne se encaixava perfeitamente em mim.

Ele falava “Que rabo gostoso” e, sem resistir mais, chegou ao clímax e gozou como nunca em meu cu, sua porra transbordou e escorreu pelas minhas coxas.
No meu ouvido, falou que não me faria gozar, para eu ficar com mais tesão para o próximo encontro.
Eu fiz que reclamei, mas, na realidade, adoro quando ele me provoca e não me deixa gozar na hora.

Descansamos um pouco e resolvemos ir à praia.
Após colocar meu biquíni de crochê, vi que, de tão pequenininho, mal cobria os dois lábios da minha xotinha, que agora estava quase lisinha.
Eu olhei para o Marcos com uma cara de muito sacana e depravada.
E ele disse que hoje ele não ficaria só olhando, que eu seria comida por dois homens ao mesmo tempo, um desconhecido e pelo maridão.

Eu sorri de novo e disse que, como era putinha, não reclamaria de nada, que meu corpo seria de quem ele desejasse.
Ele disse que o biquíni era quase um atentado terrorista, eu sair daquele jeito, não deixaria homem algum calmo, que eu encontraria rapidamente um pretendente.
Eu falei que era isto mesmo que eu queria, e que ele me seguisse alguns metros atrás, para deixar-me livre para cantadas.

Ele concordou e saímos de casa.
Eu saí, realmente chamando muita atenção das pessoas, principalmente homens, que estavam pelo caminho.
Na rua, eu estava um verdadeiro atentado ao pudor.
O biquíni, com os contornos bem generosos, deixavam meu corpo à mostra.
Todos na rua me olhavam com claras más (ou boas?) intenções.

Chegamos à praia e ficamos perto de um bar bastante movimentado, continuando nosso jogo.
O Marcos se sentou à distância e ficou observando.
É claro que, com o meu minúsculo biquíni, logo chamei a atenção de vários freqüentadores do bar.
Um deles se aproximou e “ofereceu uma cerveja geladinha para refrescar o corpo quente” e me olhou de cima a baixo, lentamente.

Apesar da cantada original, eu não simpatizei com o rapaz e não aceitei a cerveja.
Passado algum tempo, outro chegou, sentou ao lado e puxou um assunto sobre o movimento da praia e a programação de shows durante a temporada.
Este era bem mais atraente e envolvente, sem ser agressivo.
Deixou a conversa rolar solta, sem nunca forçar o assunto sexo, que aos poucos foi surgindo naturalmente.

A partir da liberdade que eu dei, foi que ele começou a comentar sobre o meu biquíni, que era lindo e que meu corpo era muito atraente.
Para provocar-lo, pedi para passar bronzeador em mim.
Ele passou em todo o meu corpo e, com isto, começou a se aproveitar do meu corpo, passando a mão em minha bundinha e meus seios.

Como meu biquíni quase não tapava nada, ele podia passar a mão quase na minha xotinha, cuzinho e bicos dos seios, o que me deixou arrepiada.
É óbvio que isto não passou despercebido pelo rapaz.
Durante todo o tempo, sem que o rapaz notasse, eu olhava para o Marcos e o provocava com caras e beijinhos.

Ele já beijava de leve minha barriga e acariciava os seios e passava a mão nas bordas da bocetinha já úmida.
Ele falou em minha orelha que devíamos sair daquele local e buscar um local mais calmo, para terminar de passar o bronzeador ou só para massagens.

Conforme o combinado, dei um sinal para o Marcos se aproximar.
Ao chegar próximo a nós, o Marcos foi discreto e apenas disse “Olá, meu bem” sem me dar beijos ou abraços e eu apresentei-o como meu marido.
Como quase sempre, o rapaz ficou muito nervoso e sem saber como agir.

Antes de ele falar alguma coisa, eu disse para não se assustar, que o nosso relacionamento era liberal e que tudo estava sob controle.
Que nós dois gostávamos de curtir a vida e sentir prazer com outras pessoas.
Conversamos um pouco, falamos sobre os nossos relacionamentos, minhas preferências e fantasias.

E resolvemos ir para o bar, para conversarmos mais e o rapaz relaxar.
Eu sentei entre nós dois e continuamos a conversa.
O rapaz, se desinibindo, falou que tinha ficado encantado com meu corpo.
Com a conversa, ele foi se desinibindo e começou a falar sacanagens gostosas que me acendiam ainda mais.

Ele, sem o Marcos perceber, começou a alisar as minhas pernas, por baixo da mesa.
E, perdendo toda a vergonha, me puxou e me deu um beijo de língua.
Vendo que o clima estava para lá de quente, o Marcos sugeriu que fôssemos para nossa casa, onde teríamos mais liberdade, para que a putinha desse para os dois.

Eu fiz uma cara de sacana e levantei do banco, abraçada com o rapaz e saímos caminhando, deixando o Marcos para pagar a conta.
Como saímos antes, e o Marcos propositadamente demorou, quando ele chegou em casa, já nos encontrou no banheiro, onde tomávamos um banho refrescante.

Eu estava agachada na entrada do box, o chuveiro ligado, chupando com vontade o pau do rapaz.
Eu mamava o pau e passava a língua por toda a extensão do pau, que era maior que o do Marcos.
O rapaz me segurava firme pela cabeça e me fodia na boca, metendo e tirando, enfiando cada vez mais fundo enquanto aumentava o ritmo das estocadas.

Eu olhava para o Marcos, com aquele olhar de mulher safada gostando de estar sendo fudida com força pela boca, até que ele gozou enchendo a minha boca de porra.
Eu meio que me engasguei com aquela porra escorrendo pelos lados da boca, no que ele então tirou o pau e esfregou no meu rosto.

Após engolir o que pude, passei a língua pelos lábios puxando para dentro o que escorria pelos cantos.
O Marcos se aproximou e deu uma mamada gostosa em cada biquinho.
Eu passei a mão no seu pau e tirei para fora da bermuda, fazendo carinho na cabecinha.
Ele me pôs de joelhos, me fazendo mamar o seu pau.

E disse, chupa o segundo pau do dia, putinha.
Eu mamei bem gostoso a cabecinha.
Imitando o rapaz, ele pegava minha cabeça e enfiava e tirava o pau da minha boca cada vez mais rápido.
Dando um descanso, ele me levantou e me deitou no chão da sala e arreganhou minhas pernas.

E falou: “Agora vamos dar uma chupeta gostosa na bucetinha da nossa putinha vadia”.
Ele caiu de boca na minha xoxotinha, enquanto o rapaz chupava meus seios.
O rapaz pediu para eu ficar de quatro e começou a lamber meu cuzinho e minha xotinha.
De quatro, eu voltei a chupar o pau do Marcos, tentando engolir todo na boca.

Eu pedi para eles voltarem a chupar meus biquinhos, dando leves mordidas.
Eu estava adorando ser dividida, cada um chupando um seio.
Fiquei alucinada de tesão.
Ambos ficavam passando a língua com movimentos rápidos bem na pontinha dos bicos, eu gemia e ficava olhando eles me chuparem e acariciarem simultaneamente minha xotinha e cuzinho.

Alucinada, pedi para os dois colocarem os paus, ao mesmo tempo na minha boca.
Eu estava mamando dois paus ao mesmo tempo.
Chupava uma cabeça de cada vez, pois as duas não cabiam ao mesmo tempo na boca.
Debruçada no sofá, eu abri a bundinha, deixando o cuzinho e a xotinha à vista deles, ambos estavam piscando de tesão e pedi, desesperadamente para eles começarem a me fuder, que eu queria sentir meu corpo cheio.

O rapaz molhou seu dedo indicador com meu néctar e meteu lentamente no meu cuzinho, como que procurando saber o quanto era apertado.
Ao mesmo tempo, começou a passar o pau pelo meio de minhas pernas, indo da bucetinha até o meio do reguinho.
Eu jogava o meu corpo para frente e para trás, no ritmo de seus movimentos.
Marcos me alisava a coxa, deslizando a mão até as nádegas.

Como que combinado, o rapaz colocou o pau na minha entrada da bucetinha que chegava a pingar de tanta lubrificação.
Segurando-me pela cintura com firmeza, ele pressionou enquanto que, simultaneamente, puxava o meu corpo ao seu encontro.
Sentindo que quase não haveria resistência, tanta era a minha lubrificação, ele começou a fazer pressão na xotinha, decidido a arregaçar a minha bucetinha completamente.

Transtornada pelo tesão eu disse “Vai, entra, enfiar a pica toda na tua buceta”.
Ele fez o que eu pedi, e num único e forte movimento a cabeça entrou na minha vagina, enquanto eu soltava um gemido alto de prazer, ele continuou a fazer pressão, até entrar tudo na minha xota.
O Marcos falou que o pau sumira todo dentro da putinha.

Eu comecei a gemer sem parar, e o rapaz continuava metendo em minha bucetinha.
Ele entrava até o fundo e se movimentava rápido, saindo.
Era delicioso, era grosso e se me mexia com velocidade e profundidade adequadas, sem machucar, mas sem também deixar espaço sobrando.
Completamente atordoada, pelas carícias, eu gemia alto e gritava de prazer.

Rebolando sob seu corpo, ele a cada vaivém ele me penetrava mais fundo.
Eu e ele estávamos loucos de tesão.
Ele dava estocadas cada vez mais fortes.
Que delícia.
Com todo o tesão do momento o rapaz gozou, gemendo alto e cravando fundo na minha xota.

Descansamos um pouco e o Marcos começou a me acariciar, fazendo o tesão voltar ao meu corpo.
Ele se aproximou do meu cuzinho e começou a lambê-lo, o que me tirou do sério e me fez falar uma série de palavrões, gemidos e gritinhos.
Eu me ajeito no sofá, pronta para ser novamente penetrada.

Com o pau encharcado pela minha própria secreção, o Marcos colocou o pau na porta do cuzinho, e pressiona até que seu cacete comece a entrar em minha bocetinha.
Fico quieta.
Ele domina a situação.
Sinto seu cacete começar a sumir dentro do meu corpo.

Ele falava que eu estava apertando tanto a rosquinha que parecia que dividiria o seu pau.
Eu, apoiada no sofá, começo mexer a bundinha, auxiliando a penetração.
Meu esforço dá resultado.
Eu jogava o traseiro de encontro ao Marcos, fazendo que meu cuzinho se abrisse cada vez mais, o que eu aceitava sem nenhuma reclamação, sem dor, só prazer.

Eu comecei a gemer mais alto.
Pequenos gritos começam a se misturar aos gemidos do Marcos.
Os movimentos se aceleram.
Eu começo a gozar.
Sentindo o meu gozo ele não resiste, acelera a penetração e começa a gozar.
Joga o seu corpo contra o meu, me abraça.

Nossas bocas se encontram.
Sinto a saliva dela se misturando com a minha.
Nossos gemidos, agora mais altos, saem entrecortados pelo encontro de nossos lábios.
Gozamos juntos.
Eu solto um grito forte, seguido de espasmos que denunciam o meu um gozo.
Marcos gozou forte e profundo no meu cuzinho, caindo exausto sobre meu corpo.

Exaustos pela seqüência de gozos, nos ficamos deitados abraçados, trocando carícias.
Após o descanso o rapaz foi embora e nos dois acabamos dormindo no chão da sala, abraçados e felizes.
Durante os dias seguintes não transamos com outros, somente entre nós.

Mas, eu continuei a usar roupas que arrancavam muitos olhares dos homens.
Quando íamos à praia, usava biquínis pequeníssimos, deixando mostrar meu rabinho e o par deixando os seios à mostra, que pareciam querer sair pelas bordas.

Durante o dia, usava blusinhas super finas que deixavam totalmente à mostra os meus bicos peitos, e shortinhos transparentes que deixavam aparecer a minha tanguinha enfiada na bundinha.

A noite usava minivestidos decotados que também quase deixavam meus seios para fora da roupa ou mini-saias soltinhas e blusinhas finas.

Por baixo, quando usava, usava conjuntinhos de calcinha e sutiã de rendinha cavados.

Quando passeava, junto com o Marcos, ou sozinha, eu era cantada por vários homens, que me chamavam de gostosa, assanhada, boa, e muitas outras palavras xulas.
Era incrível senti a sensação de ser gostosa, de se sentir o centro das atenções e de deixar os homens de pescoço torcido e pau duro.

Depois das férias, o nosso relacionamento ficou muito mais quente.
Eu me sentia muito sensual.
Sempre que a situação permite, continuo a usar roupas justíssimas, shorts que mal cobrem minha bundinha, vestidinhos supercurtos, com calcinhas bem cavadas, entrando no meu rego e blusinhas que deixam os bicos redondos dos meus seios querendo pular pelo decote.

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