Estava eu tomando todas num bar com uns amigos numa sexta-feira à noite. Quando, de repente, entra uma grande amiga minha que era ex-namorada de um grande amigo meu. Ela olhou pra mim e deu um sorriso. Não nos víamos há algum tempo. Eu era a pessoa com quem ela se confessava quando namorava com meu amigo. Fui ao encontro dela, nos abraçamos e deu-me um beijo quase na boca. Achei estranho, pensei: “Deve ter sido sem querer.” Sentamos em uma mesa e, à medida que a cerveja entrava, o papo ia ficando mais picante. Eu estava surpreendido com aquilo tudo, pois nunca tinha rolado nada entre nós, a não ser uma grande amizade.

Até que o papo foi indo para o sexo. Ela dizia que não transava desde que tinha terminado com meu amigo. Olhei pra ela e não aguentei: “Podemos resolver isso!!!”. Ela sorriu e eu me levantei para ir no banheiro. Quando voltei para a mesa, estava cheio de pessoas sentadas com Sofia. Eram amigos em comum que chegavam naquele instante e se sentaram ali na nossa mesa. Tranquilo, continuei na minha, tomando mais algumas. Quando os nossos olhos se cruzavam, havia um clima de cumplicidade. Ambos estávamos exitadíssimos. Fui deixando a conversa rolar até não aguentar. Eles nunca mais iam embora. Ela me olhava com um olhar que me dizia que queria ser comida ali mesmo.

Me levantei e disse: “Vem comigo, preciso falar contigo.” O resto da turma nem percebeu, estavam todos distraídos com a conversa. Ela se levantou e fomos caminhando para fora do bar. Como tinha muita gente na frente do bar, fui andando para o lado até que olhamos para um corredor atrás do bar, cheio de engradados de cerveja, refrigerante, etc. Era uma espécie de armazém. Encostei ela numa parede, encarei e disse: “Vc tem certeza?”. Ela me olhou fixamente nos olhos e disse: “Não aguento de tanto tesão por vc.” Aí não teve jeito, começamos a nos beijar loucamente. Ela logo me virou e me encostou na parede. Foi passando a mão no meu pau por cima da calça. Enquanto eu já levantava a sua camiseta e começava a chupar seus peitos. Ela gemia, e eu já estava ficando louco.

Abaixei minha calça, meu pau apontou para ela. Ela olhou pra baixo, me olhou nos olhos e… pumba. Caiu de boca. Que chupeta maravilhosa! Eu ouvi as pessoas se divertindo na frente do bar enquanto via aquela boquinha indo e vindo. Ficava brincando com a cabeça e depois engolia tudo. Como não tínhamos muito tempo, levantei-a, encostei-a contra a parede e abaixei. Levantei a sua saia e abaixei sua calcinha e comecei a chupar a sua bucetinha. Ela gemia muito alto e forcava a minha cabeça entre suas pernas. Fiquei ali com uma das suas coxas no ombro e chupando sua bucetinha. Até que ela me puxou para cima e me beijou. Foi logo puxando minha pica para sua bucetinha. Olhei para ela e disse: “Calma, gatinha.” Virei contra a parede e comecei a comê-la por trás. Ela começou a gritar, gemer: “Vai mete, mete que eu tô gozando, tá maravilhoso. Me come todinha.” Metia sem parar até que anunciei o gozo. Ela virou, abaixou e começou a chupar meu pau. Claro que gozei na hora. Ela engoliu tudinho e continuou ali chupando por um bom tempo. Acho que se eu não a puxasse pra cima, ela ficava ali eternamente.

Voltamos para o bar, onde todos continuavam na conversa. Depois disso, saímos algumas vezes, onde tive oportunidade de descabaçar seu cuzinho. Foi maravilhoso.