Sou leitor destes contos eróticos e tive uma experiência fantástica com minha sogra há algum tempo atrás. Vou descrevê-la. Ela tem cerca de 40 anos e é demais… Alta, 1,72, pele clara, olhos esverdeados, cabelos ruivos, rosto bonito e corpo maravilhoso. Tem seios grandes e firmes, com bicos rosados e pontudos – são lindos. A cintura é fina e as coxas são lisinhas e alongadas. A xana é extremamente rosada, carnuda, com clítoris avantajado e cheira muito bem, realmente perfumada. Sua bunda é firme e seu cuzinho é uma flor, incrível. É lógico que só pude descrevê-la assim depois que a conheci intimamente.

Tudo aconteceu nas férias do ano passado, em julho de 1999. Sou casado e muito feliz. Minha esposa se parece com a mãe, é muito bonita e gostosa. Sempre nos realizamos sexualmente, mas sempre admirei a mãe dela. A minha deliciosa sogra, mas nunca tive a ousadia de tentar nada. Porém, nestas férias, fomos passar duas semanas em uma praia no sul de Pernambuco, eu, minha esposa, minha sogra e meu sogro. Nada de anormal acontecia, sempre muita praia, sol, pouca roupa e bebida. Ficávamos horas na praia tomando banho e conversando. Falávamos sobre tudo e estávamos sempre os quatro. Meu sogro gosta muito de beber e se embriagar, principalmente naquela praia. Às vezes íamos andar pela areia à noite, minha deliciosa sogra adora caminhar e sempre ia à noite, enquanto seu marido estava já a dormir totalmente embriagado. Eu e minha esposa sempre íamos também, porém ela começou a mostrar-se indisposta por conta da menstruação que chegou em hora indevida, porque cortou um pouco nossas fodas diárias e me deixou um pouco carente.

Continuei as caminhadas noturnas com minha sogra, que cada vez queria ir mais longe e demorávamos horas caminhando. Sempre que retornávamos, tanto minha esposa como meu sogro estavam dormindo. Foi por aí que as coisas foram acontecendo. Cada vez conversávamos mais e sobre tudo, inclusive sexo, lesbianismo, menages e coisas excitantes, que foram ficando mais excitantes a ponto de meu pau ficar duro. Como era de noite e andávamos, pensei que ela não tinha percebido e continuamos a conversar e caminhar.

Foi quando ela parou, disse que queria mergulhar, o mar estava extremamente calmo e seco. Eu falei que a acompanharia e entramos na água morna. Mergulhei e quando retornei, me encostei nela, não foi de propósito. Porém, ela percebeu meu estado de excitação e sorriu. Perguntei a ela por que ria e ela me respondeu com um beijo no rosto… E continuou a rir. Logo percebi que rolou um clima e cheguei mais junto. Ela não retrocedeu, ao contrário, encostou-se. Aí pensei: é agora. Comecei a tremer e ela notou, sem dizer nada me abraçou e pude perceber seus seios duros. Não resisti e dei-lhe um beijo na boca. Ela gostou e me ofereceu sua nuca. Aí rolou.

Estávamos na água e rapidamente me livrei da sunga. Meu pau estava enorme e pulsando. Ela logo tomou conta dele e começou a punhetá-lo. De imediato comecei a sugar os peitões dela e a pegar na bucetinha, tratando logo de enfiar o dedo, já que ela estava super excitada. Mal comecei e ela gozou. Aí ela me disse que queria tudo. Abri suas pernas e forcei meu pau na sua xana. Ela abriu mais as pernas e entrei com tudo. Bombeei… Por uns vinte minutos. Ela gozou de novo. Aí a carreguei para o rasinho e me levantei deixando meu pau pulsante na frente de seu rosto. Não deu outra, ela o abocanhou e chupou, chupou, lambia meu saco, lambia a cabeça, punhetava e quando falei que ia gozar, ela não parou e despejei tudo na boca dela. Ela continuou chupando. Daí dei-lhe um beijo demorado, sentindo o gosto de meu esperma. Ela adorou… E disse que meu sogro nunca beijava ela depois de uma chupada.

Nos banhamos e tratamos de voltar. No caminho ficamos um pouco calados e seguimos para casa. Ao chegar, ela foi direto ao banheiro. Fiquei esperando ela terminar o banho, mas para minha surpresa ela me chamou e entrei no banheiro. Lá estava ela nua e na minha frente. Foi aí que percebi que “máquina” que ela era. Cai de boca. Sentei-a na pia, abri suas pernas e comecei a chupá-la. Seu grelo estava duro e grande, inchado. Chupei até ela gozar na minha boca e ficar toda tremendo. A coloquei de quatro e comecei a comer sua xana por trás. Ela tava toda molhada e gozou rapidamente. Eu consigo controlar legal meu gozo e tratei de começar a chupá-la de novo. Dessa vez dei uma atenção especial ao cuzinho e comecei a enfiar o dedo. Ela não reclamou e fui em frente. Chupava e introduzia o dedo. Resolvi começar a forçar meu pau – como queria aquele cuzinho – como não entrava e ela reclamava que doía, pedi para ela esperar. Fui ao meu quarto de pau duro e apanhei o lubrificante que uso com minha esposa. Passei no pau e no cuzinho dela. Apontei, forcei um pouco e empurrei de vez. Ela fincou as unhas na minha perna, mas eu bombeei e ela foi relaxando. Fudi aquele cuzinho, enquanto ela se arrepiava toda. Seus bicos dos peitos pareciam rocha. Ela foi rebolando e terminou gozando muito. Ela queria gritar, mas não podia. Foi aí que gozei, enchendo o cuzinho dela. Ela gozou de novo. Ficou tremendo e pediu para me chupar. Tirei da bundinha e botei para ela mamar. Nos aclamamos e ela foi tomar banho. A água estava fria demais e não tomei banho, ficando com seu gosto na boca e o perfume de sua boceta e seu cuzinho no meu pau. Nos despedimos com um beijo e cada um foi para seu quarto, com promessas mil. Estava calmo e satisfeito e fui ao meu quarto. Me deitei, dei um beijo na minha esposa e quando ia dormindo, minha esposa se virou, disse que acordou-se com um barulho, foi ver o que era e nos ouviu pela porta do banheiro e me perguntou o que houve. Fiquei surpreso e calado e pensei: puta que pariu, tô fodido. Mas para minha surpresa, ela disse que depois a gente conversaria, e que ela ficou excitada com a situação e disse que se eu comi a mãe dela tinha que comer ela também, naquele momento e começou a cheirar… Sentiu o cheiro de sua mãe e caiu de boca. Fiquei excitadão… Não podia acreditar. Ela chupou meu pau, meu saco e começou a chupar meu cu. Percebi que estava muito excitada e quis alcançar sua xana, mas ela disse que era a vez dela e enfiou um dedo no meu cu. Não esperava por aquilo, mas agradou, deixei e ela foi ficando louca e me chupando com vontade. Explodi e gozei na boca dela. Ela continuou e em seguida começou a chupar meu cu. Me disse que sempre teve vontade de fazer isso e que não se importava que eu comesse a mãe dela, mas que meu sogro nunca poderia saber e ela queria nos ver transando. Mas essa estória eu conto em outra oportunidade.