Meu relato é real e aconteceu no dia 20 de fevereiro de 2000. Minha mãe tem 37 anos e eu 17; ela é uma loira de 1,67 e um corpo escultural. Quando está em casa, gosta de vestir roupas leves e curtas, o que me fez crescer com um imenso tesão por ela. Sempre visitava o quarto enquanto ela dormia para admirar a beleza daquele corpo. Vê-la dormir de bruço era uma imagem que me rendeu vários orgasmos na adolescência. Sempre que ela me abraçava era uma eternidade sentir o corpo perfumado e quente, me fazendo um carinho.

Tudo aconteceu num domingo à noite; ela lavava louça com um shorts que deixava a metade da bunda para fora. Eu passei pela cozinha e, quando vi aquilo, parei e me sentei na mesa. Comecei a imaginar como seria transar com ela e ouvir seus gemidos. Ver aquela bunda balançando me deixava cada vez mais louco; então, me levantei, fui por trás dela e coloquei uma mão em sua cintura. Disse como ela estava cheirosa e dei um beijinho em seu pescoço; ela agradeceu e se virou, me dando um abraço. Eu abracei com todo o meu tesão e senti suas coxas entrarem em minha perna; quando ela separou um pouco, dei um beijo na sua boca, bem de leve. Ela olhou em meus olhos e me beijou profundamente; nossos corpos voltaram a se encontrar e pude sentir seus seios em meu peito, pois ela não estava usando nada por baixo.

Ficamos uns cinco minutos sem descolar a boca, tamanho era o nosso desejo em possuir um ao outro. Passava a mão em sua bunda e a enfiava dentro do shorts, sentindo todo o seu volume. Ela me pegou pela mão e me levou até a sala. Tirei a roupa dela e fiquei maravilhado em ver aquele corpo lindo da minha mãe na minha frente. Seu corpo era todo liso; até a buceta tinha poucos pêlos. Sua pele sempre me impressionou, pois é muito suave, melhor do que eu imaginava. Eu me ajoelhei e ela colocou o pé sobre o sofá, abrindo a buceta para que eu chupasse. Enfiei minha língua o mais fundo que pude, fazendo ela gemer e dizer que me amava a muito tempo e não tinha a coragem de tomar a iniciativa.

Eu a fiz se ajoelhar no sofá de costas para que pudesse lamber o cuzinho. Comecei a lamber aquele ânus perfeito e ela adorava. Nunca pensei que faria isso em uma mulher e estava debutando com minha própria mãe, que desde criança me fazia sonhar em possuí-la. Depois de muito excitada, ela me levantou, tirou minha bermuda e caiu de boca em meu pinto, já molhado de porra. Ela chupava com todo o carinho que sempre teve comigo, fazia aquilo bem devagar e olhando para mim enquanto enfiava a cabeça até a garganta. Já a ponto de gozar, eu a levei para o centro da sala; ela colocou as mãos no joelho e comecei a comê-la por trás. Minha visão era espetacular; via meu pinto entrando e saindo da buceta da minha mãe, que se curvava e gemia de prazer cada vez que acelerava as estocadas.

Me lembro que gozei dentro dela sem pensar duas vezes e meu tesão continuava. Coloquei minha mãe deitada no sofá e me deitei sobre ela, enfiando todo meu pinto de uma vez, fazendo-a gemer de dor. Comecei um papai e mamãe que me pareceu ser a posição favorita dela, pois ela me abraçava e me ajudava nas estocadas, mexendo o quadril. Vendo que aquilo a satisfazia, comecei a foder com força e ela dizia em meu ouvido, entre um gemido e outro: – Mete bem fundo, filho, mete bem fundo. Tirei meu pinto e gozei sobre o corpo dela, como nos filmes. Era um sonho que se realizava.

Tomamos um banho juntos, onde rolou muitos beijos e abraços; minha mãe era minha mulher a partir daquele dia. Fomos para a cama juntos, assistimos um pouco TV e dormimos abraçados. Na manhã seguinte, acordamos sem remorso nenhum e ela me fez um chupeta na cama que nunca esquecerei. Como iríamos tomar outro banho juntos, ela me chupou e deixou gozar em seu rosto. Hoje faço amor com minha mãe todos os dias. Nos finais de semana é uma loucura. O incesto é maravilhoso. Adoraria conversar com pessoas que não têm preconceito em relação ao incesto e acham que o melhor amor é com aquela pessoa que te deu carinho desde criança.