Bom, primeiro quero agradecer ao “ContoErótico” por estar contando um fato que aconteceu comigo neste carnaval… (avisando que os nomes serão mudados, claro). Meu nome é Lê, tenho 21 anos, sou moreno queimado de praia, olhos e cabelos pretos curtos, 1.70 de altura e 75 kg. Tudo começou quando vim morar aqui no Méier. Todas as manhãs, quando saía para trabalhar, encontrava com uma vizinha minha, pois moro no segundo andar e ela no terceiro.
Ela é um tesão de mulher e tem uma carinha de safada (o que vim descobrir mais tarde que era). Voltando ao assunto, quando saí de casa, já imaginei aquela putinha no elevador. Quando abri a porta, pronto… Lá estava a minha vizinha toda gostosa com uma roupinha de academia. Quando a porta fecha, o elevador dá um blecaute. Nisso, eu tento ir em direção ao alarme e, ao mesmo tempo, toco no corpinho dela, pois estava tudo escuro.
E como meu pau já estava duro feito pedra, não foi difícil dela perceber. Encosto nela e ela sente meu pau latejando dentro da calça de prega (meu pau tem 18cm). Ela também procura o painel do elevador e eu toco minha mão na dela. Chego mais pertinho dela e, para minha surpresa, a putinha fala: “Você quer fazer mesmo isso? Quer alarmar as pessoas que tem gente aqui?” E eu respondi logo: “Você tem alguma coisa em mente para fazer melhor?”
Nisso, ela já vai segurando na minha mão e levando até o meio de suas pernas e fala no meu ouvido sussurrando: “Que tal se você tocar em um lugar mais apertadinho e molhado?” Pronto, foi a deixa. Na mesma hora, joguei minha pasta no chão, tirei meu paletó e ela já veio abrindo minha camisa e minha calça (detalhe que não uso cueca). E comecei a beijar ela no pescoço, na nuca, e ela ia gemendo cada vez mais gostoso e sensual, metendo as unhas nas minhas costas.
E eu tirando seu maiô e lambendo os biquinhos do seio, mordendo bem devagar, e tocando por cima do shortinho de lycra na sua xoxotinha. Ela foi ficando mais louca ainda. Então, implorou que deixasse ela chupar meu pau… “Deixa eu chupar esta piroca, deixa?” Eu respondi agarrando ela pelos cabelos e puxando ela de encontro ao meu pau.
Quando ela segurou no meu pau, enfiou tudo de uma vez na boca e começou a chupar. Eu rapidamente levantei ela e disse: “Vem cá, sua putinha, que vou fazer você gozar como seu marido nunca fez”. Ela deu uma risada e falou: “Então vem, seu cavalo, fode esta putinha que está louka para entrar na vara”.
Quando ela estava terminando de falar isso, eu já estava terminando de arrancar o shortinho dela e a calcinha, joguei no chão, peguei a perna direita, joguei ela contra a parede do elevador, passei minha cabeçorra pela xoxotinha dela, que a esta altura já estava ensopada. Ela se estremeceu todinha, meti dois dedos na boquinha, prevendo que ela poderia dar um grito.
E enfiei tudo de uma vez naquela xoxotinha. Ela ao mesmo tempo mordeu meu dedo de leve e começou a chupá-lo, enquanto meu pau tocava bem no fundo dela. Ela começou a rebolar no meu pau e a gemer baixinho. E cada vez que metia mais forte e violento naquela xoxotinha, mais ela pedia: “Fode seu cavalo selvagem, fode esta putinha… AAAAAHHHH… Assimmm… Me arromba toda, vai… Me esfola seu puto”.
Estas palavras dela naquele momento foram me deixando mais louco ainda. Então, de repente, peguei ela pelos braços e saí de dentro dela. Agarrei ela pelos cabelos, trouxe ela para bem perto de mim e falei para ela: “Você quer ser esfola, né? Quer ficar toda arromadinha sua putinha, piranha? Então já que você quer… Vira de costas, vai. Encosta na parede e empina este bumbum para mim, vagabunda”.
Ela enlouqueceu e empinou o bumbum para trás e falou: “Vem, meu vizinho, come este meu cuzinho todo, esfola ele. Já que meu maridinho não come, agora quem vai comer sempre é você”. Nisso, peguei no meu pau e enfiei na xoxotinha dela, e deixei ele todo lubrificado, e coloquei na portinha do cuzinho dela. Passei na portinha e enfiei tudo de uma vez só.
Ela deu um grito de dor: “AAAAAAAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIII… Isso, arrebenta minhas preguinhas, isso… Que gostoso”. Comecei a socar tudo naquele cuzinho e ela chorando de dor e prazer ao mesmo tempo. Eu fui arrebentando ela todinha e ao mesmo tempo, ia puxando ela pelos cabelos e falando sacanagens para ela: “É isso que você gosta, sua safada? Gostou de dar o rabinho, né? Agora vou comer o seu rabinho sempre, sua putinha”.
Ela começou a gemer mais alto e começou a tremer com o corpo. Era o anúncio que ela estava gozando, e eu que também não ficaria atrás. E falei no seu ouvido: “AAAHHHH… Vou gozar, putinha… Vou gozarrr… Goza comigo, vai”. E numa estocada até o fundo do cuzinho, eu jorro minha porra toda no seu rabinho. E ela goza, melecando todo meu pau.
Nisso, em que estamos gozando, escutamos vozes perguntando se tinha alguém ali. Ao que ela respondeu que sim, dizendo que parecia ser a voz do marido dela. Nos arrumamos e o pessoal conseguiu abrir a porta. “Espero comer esta putinha mais vezes, que logo em seguida venho aqui escrever para vocês”.
Se as pessoas que lerem este conto estiverem interessadas, mande sua foto e seu telefone. Mantenho (“absoluto sigilo”) e responderei a todas, mas só com fotos. Estudo propostas de casais ou dupla de mulheres.