Prazer, dor e prazer I… O fato que passo a relatar ocorreu comigo no final do ano de 1999, para ser mais específico em minhas férias de dezembro. Sempre me considerei um sádico por natureza e, em três décadas de vida, tive várias escravas sexuais, algumas esporádicas e outras fixas. Mais no final de 1999, recebi um e-mail de uma mulher de 32 anos, que dizia que era inexperiente no mundo S&M, mas que se sentia infeliz em sua vida sexual, pois nunca havia tido uma relação que considerasse boa, nem com seu atual marido, que, apesar de liberal, nunca lhe havia levado ao ápice sexual. Na mesma carta, ela me informava que seu marido sabia do e-mail que ela havia enviado e que aceitaria que eu fosse seu Mestre sexual.

Depois de vários contatos via e-mail e troca de telefones, ficou previamente acertado que conversaria com Pedro (nome fictício). Em nossa primeira conversa, Pedro me deixou bem à vontade para relatar como era uma relação S&M, me confidenciando em seguida que tanto ele como Klara (nome também fictício) tinham imensa vontade de experimentar tal relação, mas também me deixou bem claro que não tinha a mínima vocação para o homossexualismo e, por isso, ele concordava em deixar Klara ser adestrada por mim, pois ele se considerava um masoquista enrustido. A conversa estava ficando, para mim, muito engraçada e acabei deixando escapar risos. Curioso, ele perguntou:
__ Por que dos meus risos? __
__Não é nada, não. Só estou me lembrando de uma amiga minha que, ao ser cantada por outra mulher que disse a ela que a achava muito linda, ela respondeu que também a achava muito linda, mas, em seguida, perguntou qual o tamanho do seu pênis. A garota ficou vermelha e se calou. Minha amiga continuou: Filha, ser linda não quer dizer que esteja a fim de ir para a cama com você.__
__Mais o que isso tem a ver com a nossa conversa? __
__Tudo ou quase nada. Pelo que conversamos, os dois têm vontade de experimentar uma relação S&M, mas, por azar dos dois, os dois são submissos.

Nosso papo continuou, ficando acertado que Klara me encontraria às 19:30h em um bar e que, se ela concordasse que havia afinidade entre nós, dali mesmo sairia dali mesmo para minha chácara. Pedro já tinha todos os meus endereços e telefones. Logo que ela chegou, pude ver que era mais linda do que as fotos por ela enviadas. Tinha mais ou menos 1,65 m de altura, uma pele morena bem clarinha, mas com um bronzeado fenomenal. Seu peso era muito bem distribuído para sua altura, seus seios eram grandes, mas bem firmes. Em mais ao menos duas horas de conversa e algumas cervejas depois, ela fez um sinal com a mão para um carro parado no estacionamento e me falou:
__Eu topo. Você pode me levar para onde você quiser. A partir deste momento, eu serei sua.__
__A partir de agora, então, você se torna minha escrava e não mais deverá se dirigir a mim como você e sim como Senhor. Somente se dirija a mim quando eu determinar.__
__Sim, Senhor.__
__Está vestida como eu lhe ordenei? (havia pré-estabelecido que queria que ela fosse com uma calcinha fio dental e um sutiã meia taça vermelho).__
__Sim, Senhor.__

Ouvindo isso, pedi a conta e mandei que ela me seguisse até o carro. Como sabia que teria muito tempo com ela, pois ficara previamente acertado entre nós que ela poderia passar até quinze dias (duas semanas) comigo, mas que ela teria a autoridade de parar com a “brincadeira” quando quisesse, ou não estivesse apreciando, decidi que primeiro a levaria para um outro lugar. Entrei dentro do carro e segui para um lugar ermo, aonde pudesse ficar mais à vontade. Durante o percurso, ordenei a ela que mantivesse as pernas abertas e o vestido levantado até a cintura. Parei o carro num setor de chácaras pouco habitado e com muito mato e ordenei que ela saísse do carro e retirasse o vestido. Nesse momento, comecei a notar como aquela potranca era realmente submissa. Ela nem titubeou, apenas saiu do carro, retirou o vestido, abaixou a cabeça e me esperou sair do carro. Peguei alguns apetrechos e sai. Apalpei seu corpo, lhe dizendo:
__Não vou comer você aqui. Só quero avaliar seu corpo para ver se realmente me serve.__
Analisei cada centímetro do seu corpo, como se avalia uma égua na hora da compra, inclusive seus dentes. Quando cheguei em sua boceta, não fiquei surpreso quando meus dedos se encharcaram com seu suco vaginal que transbordava pelas suas entranhas. Abaixei sua calcinha para apreciar sua boceta melhor e verificar se ela tinha realmente depilado como lhe ordenara anteriormente. A virei de bruços sobre o capô do carro e, com três dedos, fodiam sua boceta e, com a outra mão, lhe aplicava sua primeira surra. A xingava de todos os nomes e mandava que ela rebolasse como uma puta. Ela, não resistindo mais, gozou em meus dedos, quase desmaiando em cima do capô.

Sabia que ela não conseguiria controlar seu gozo, mas, como um bom sádico, não poderia deixar de puni-la por um gozo não consentido.
__Sua cadela. Melou meu carro. Você não me disse que era quase frígida e que não tinha prazer. Como goza assim, sem minha permissão?__
__Desculpe-me, Senhor. Mais eu não sabia que não podia gozar e…__

Dei-lhe um tapa no rosto e disse:
__Sua burra. Claro que você pode gozar, mas só com a minha autorização.__
__Me desculpe. Tentarei me controlar mais.__
Apliquei-lhe outro tapa.
__Me desculpe, Senhor.__
__Sim, me desculpe, Senhor.__
__Agora vou lhe punir por ter gozado sem minha autorização.__
Dizendo isso, mandei que ela ficasse novamente de bruços e, pegando um consolo, enfiei em sua boceta e, com uma palmatória, ia lhe aplicando fortes tapas em sua bunda, que já estava vermelha. Depois de algum tempo, ela começou a implorar para que deixasse gozar. Só depois que meus braços estavam ficando cansados, ordenei que gozasse e ela, urrando de prazer, gozou naquele vibrador e, agradecida, dizia:
__Obrigado, meu Senhor. Nunca tinha gozado desse jeito.__

Só que sua punição ainda não acabara. Saindo daqui, vamos dançar um pouco, só que você não vai vazia. Dizendo isso, coloquei em sua boceta um forte vibrador e em seu cu um outro vibrador (pequeno) para que não a machucasse, mas que ela sentisse que, daquele momento em diante, ela pertencia a mim e somente a mim. Mandei que colocasse a calcinha e ajeitasse seu sutiã. Já dentro do carro, segui e fomos para uma boate em Sobradinho, cidade que fica a uns 8 km de Brasília e que não conhecemos ninguém. Lembre-se, ela é casada e tem sua vida particular que deve ser preservada. Durante o trajeto, eu lhe aplicava alguns beliscões e apalpava seu corpo. Ela, por sua vez, se contorcia de prazer, pedindo, às vezes, para que eu permitisse que ela gozasse. Coisa que só permiti quando estávamos quase chegando.

Quando chegamos, ela me perguntou se ela teria que entrar com aqueles vibradores dentro dela. Respondi que sim, pois queria que ela se sentisse uma verdadeira puta. Já dentro da boate, liberei que ela gozasse sempre que quisesse. Coisa que ela não se fez de rogada e gozou muitas vezes, enquanto dançava freneticamente para o meu deleite. Lá pelas quatro da manhã, resolvi que seguiríamos para a chácara que fica ali perto. Chegamos um pouco depois e, ainda no carro, ela me perguntou:
__Senhor, gostaria de saber o que devo fazer para lhe retribuir o prazer pelo Senhor a mim proporcionado?__
__Calma, cadela. Primeiro, saia do carro, retire esse vestido. Não se preocupe, meus muros são bem altos e já mandei a empregada sair. Estamos sozinhos aqui. Ande, saia e me espere.__

Ela saiu. Peguei algumas coisas e também saí. Só que, como ela me olhava de cabeça erguida, dei-lhe uma sonora bofetada em seu rosto, ordenando-lhe que, daquele momento em diante, não me fitasse nos olhos enquanto não lhe ordenasse. Coloquei seu vestido na porta-malas do carro, informando-lhe que, daquele momento em diante, não usaria roupa que não fosse por mim ordenado. Coloquei uma coleira, dizendo que ela não passava de uma cadela. Mandei que ficasse de quatro e se dirigisse ao meu estábulo (que de estábulo não tem nada, é só uma casinha para guardar tranqueiras previamente preparadas para sessões S&M). Guiando pela coleira, a levei para o “estábulo”. Retirei seus vibradores e dei um banho canino nela. De quatro, a lavava como se lava uma cadela no cio, inclusive lhe apliquei lavagens intestinais. Atitude que ela protestou. Mas, como seu protesto não foi tão contundente assim, dei-lhe um tapa e lhe falei:
__Você acha que vou comer seu cu sujo, sua cadela?__
__Não, Senhor. Só que, como nunca tinha sido tão humilhada por um homem, isso eu acho um tanto quanto íntimo demais para ser feito. Por favor, não me faça passar por isso.__

Continuei a fazer uma limpeza íntima, pois sabia que era o que ela queria, pelo seu tom de voz e sua cara de safada. E, ainda deixando bem claro que aquele tipo de lavagem, dali por diante, deveria ser feito pelo menos três vezes ao dia, para que ela sempre estivesse preparada para o que eu quisesse. A coloquei, depois do banho, em um tipo de mesinha que tinha uma estatura previamente preparada para que a cadela ficasse completamente exposta, com seu cu e boceta à mostra para seu dono. Depois de lhe introduzir um vibrador na boceta e colocar um outro no cu, lhe apliquei uma surra de chicote. E, como nem ela nem eu estávamos aguentando aquela maravilhosa situação, retirei o vibrador de sua boceta e meti meu pau naquela gruta encharcada e sedenta por uma pica de verdade. Não demorou muito para que explodíssemos em um gozo fenomenal.

Como já estava muito cansado e ela também, decidi dar um tempo, não antes de amarrá-la de bruços numa cama feita de palha, deixando claro que havia vibradores elétricos em seus buracos e amordaçando-lhe sua boca. E, falei-lhe:
__Agora, sua cadela, você vai ficar aí esperando eu ter vontade de te usar. Não tente sair, pois as cordas estão bem presas e, mesmo se você conseguisse se soltar, meus cachorros ficarão soltos e eles adoram carne nova.__
__Não, Senhor. Só sairia daqui se o Senhor me expulsasse. Sou sua e, para ter tanto prazer como hoje foi me proporcionado, agüentaria dias aqui.__

Em sua voz, pude notar que já estava quase gozando novamente. Fiquei ali ainda algum tempo, apreciando aquela fêmea submissa aos meus desejos, linda e ao meu dispor. Depois, me dirigi à casa principal, para tirar o sono dos justos. Fui acordar quase pelo final da manhã, tomei um banho e me dirigi ao “estábulo”. Chegando lá…
Isso é uma outra história que conto no conto seguinte: Prazer, dor e prazer II (a continuação).